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Notícia postada no site https://www.concursosaki.com.br

Divulgados os editais 002/2011 e 003/2011 para o provimento de 39 vagas de nível fundamental, médio e superior, na Prefeitura de Americana, localizada no Estado de São Paulo. Os salários ofertados poderão chegar ao valor de R$ 4.079, 92, em jornadas de trabalho que variam de 24 a 40 horas semanais.
O concurso será organizado e executado pela SHDIAS Consultoria e Assessoria. O concurso não constará de reservas de vagas aos candidatos portadores de necessidades especiais.
As oportunidades de emprego público em Americana poderão ser ocupadas pelos seguintes profissionais: Biólogo, Médico-Cirurgião Vascular, Cardiologista Ecocardiografista, Médico Clínico Geral de UBS, Médico de Família, Médico Endoscopista, Médico Homeopata, Neurocirurgião, Médico Plantonista Clínico Geral do Hospital, Médico Plantonista Ortopedista – II, Médico Plantonista Pediatra do Pronto-Socorro, Professor de Educação Especial, Professor de Educação Básica 2 – Arte Educação, Ciências Físicas e Biológicas, Educação Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa, Matemática Auxiliar de Farmácia, Telefonista, Professor de Escola de Música – Clarinete, Contrabaixo Acústico, Flauta Transversal, Percussão, Saxofone, Técnica Vocal, Teoria e Percepção Musical, Trompa, Trompete, Tuba, Trombone e Bombardino, Viola Clássica, Violão, Violino, Violoncelo, Ajudante Geral, Coveiro e Servente.
Inscrições, provas e edital do Concurso Americana SP 2011
As inscrições presenciais poderão ser realizadas durante o período de 3 a 11 de novembro de 2011, no Paço Municipal da Prefeitura Municipal de Americana, localizada na Avenida Brasil, nº. 85, Centro do Município de Americana, das 9:00h às 12:00h e das 13:00h às 16:00h ou via internet, através do site www.shdias.com.br, durante o período de 31 de outubro a 15 de novembro de 2011.
A taxa de inscrição custa R$ 20,00 para os cargos de nível fundamental, R$ 30,00 para nível médio e R$ 50,00, para nível superior. As provas objetivas serão aplicadas no dia 04 de dezembro de 2011, em locais e horários que serão divulgados posteriormente. Para conhecer todos os aspectos do Concurso da Prefeitura de Americana, acesse o edital nº 002/2011 aqui e para ler o edital nº 003/2011, acesse aqui.

Notícia postada no site https://www.suacidade.com

O Maranhão será mais uma vez palco de grandes apresentações envolvendo contrabaixistas conceituados no cenário local, nacional e internacional. O estado sediará entre os dias 15 e 19 de novembro o 3º Festival Internacional de Contrabaixo em São Luís e São José de Ribamar.
Serão 5 dias de música instrumental da maior qualidade. Nesta edição o festival traz um espetáculo com mais de 30 músicos, numa simbiose de “diversidade e criatividade”. Baixistas de todo o Brasil e dos Estados Unidos se juntam nessa festa que consagra a Ilha de São Luís como “a capital mundial do Baixo”
Com o tema “o baixo e outras linguagens”, o evento faz um convite à pesquisa, à releitura e à re-significação de sons que prometem provocar os ouvintes mais inquietos, sensíveis, atentos e exigentes.
Confira a programação completa do 3º Festival Internacional de Contrabaixo
15/11/2011: TERÇA
19h às 20h30 – Pocket Show “Bass Day”
Praça de Alimentação do Shopping Rio Anil
Rodrigo de Oliveira (MA)
Esiel Gomes (MA)
Fernando Japona (MA)
Todd Johnson (EUA)
Celso Pixinga(SP)
Mauro Sérgio (MA)
19h às 20h30 – Pocket Show “Bass Day”
Praça de Alimentação do São Luís Shopping
Wanilson de Jesus (MA)
Edson Cosmos (MA)
Jonas Torres (MA)
Jim Stinnett (EUA)
Grant Stinnett (EUA)
16/11/2011: QUARTA
9h às 10h30 – Master Class na Escola de Música de São José de Ribamar; Equipe Stinnett Music (EUA)
11h às 12h30 – Master Class na Escola de Música de São José de Ribamar;
Celso Pixinga (SP)
19h às 22h – Show Instrumental “Circuito São José de Ribamar”, na Praça da Cultura Popular;
Kemuel (MA)
Jonas Torres (MA)
Aurelio Bona (MA)
Raimundo Santos (MA)
Tiago Santos (MA)
Luiz Rosa (SP)
Miquéias Santos (CE)
Celso Pixinga (SP)
Jim, Grant & Todd (EUA)
17/11/2011: QUINTA
9h às 10h30 – Master Class na Escola de Música “Lilah Lisboa de Araújo”;
Equipe Stinnett Music (EUA)
11h às 12h30 – Master Class na Escola de Música “Lilah Lisboa de Araújo”;
Equipe Stinnett Music (EUA)
19h às 22h – Show Instrumental “Circuito São Luís”, na Praça Nauro Machado – Centro Histórico;
Paulo Pontes (MA)
Castro Junior (MA)
João Paulo (MA)
Diórgenes Torres (MA)
Luiz Rosa (SP)
Miquéias Santos (CE)
Todd Johnson (EUA)
Jim & Grant (EUA)
Celso Pixinga (SP)
18/11/2011: SEXTA
9h às 10h30 – Master Class na Escola de Música “Lilah Lisboa de Araújo”;
Jim Stinnett (EUA)
11h às 12h30 – Master Class na Escola de Música “Lilah Lisboa de Araújo”;
Celso Pixinga (SP)
19h às 22h – Show Instrumental “Circuito São Luís”, na Praça Nauro Machado – Centro Histórico;
Rafael Bruno (MA)
Igor Redson (MA)
Lionel (MA)
Tiago Santos (MA)
Paulo Dantas (PI)
Jim Stinnett (EUA)
Todd & Grant (EUA)
Bráulio Araújo (PE)
19/11/2011: SÁBADO
9h às 10h30 – Master Class na Escola de Música “Lilah Lisboa de Araújo”;
Todd Johnson (EUA)
11h às 12h30 – Master Class na Escola de Música “Lilah Lisboa de Araújo”;
Grant Stinnett (EUA)
9h às 12h30 – Master Drums no “Teatro João do Vale”;
Dom Moio (EUA)
Oliveira Neto, Isaias Alves & Moisés (MA)
15h às 17h – Master Drums no “Teatro João do Vale”;
Dom Moio (EUA)
Oliveira Neto, Isaias Alves & Moisés (MA)
19h às 22h – Show Instrumental “Circuito São Luís”, na Praça Nauro Machado – Centro Histórico;
Nivaldo Fonteneles (MA)
Edson Freitas (MA)
Davi Oliveira (MA)
Carlos Raqueth (MA)
Ney Netto (SP)
Grant Stinnett (EUA)
Jim & Todd (EUA)
Mauro Sérgio (MA)
Celso Pixinga (SP)

Notícia postada no site https://durango95.com.br

Os Festivais Musicais já são uma tradição em nosso país, mas o Festival Nacional de Contrabaixo surgiu em 2003, na cidade de Caruaru-PE e, desde então, tornou-se um Circuito Nacional que anualmente passa por vinte e cinco cidades do Brasil e tem como objetivo a descoberta de novos talentos e o intercâmbio de músicos locais com baixistas de renome nacional e internacional.
Desde 2009, Belém faz parte do circuito deste festival e por nossos palcos já passaram nomes como Thiago Espírito Santo (SP), Ebinho Cardoso (MT), Sérgio Groove (RN), Celso Pixinga (SP), Mauro Sérgio (MA), Bráulio Araújo (PE) e Ney Conceição (PA e RJ), além de paraenses consagrados, como Adelbert Carneiro, Baboo Meireles, MG Calibre, Príamo Brandão, Rafael Trindade, dentre outros.

Este ano, o Festival de Contrabaixo traz a Belém, além dos baixistas convidados, Henrique Fontoura (RS), Ronaldo Lobo (SP), Frank Negrão (BA), Joel Moncorvo (BA) e Ney Neto (SP), uma grande e diferenciada novidade. Pela primeira vez, um grupo internacional de professores de contrabaixo participará do evento. Trata-se de três professores do renomado curso de contrabaixo da Berklee School of Music (Boston/EUA). Jim Stinett (coordenador do curso), Grant Stinett (professor) e Todd Johnson (professor), estarão durante três dias fazendo
intercâmbio e ministrando uma série de palestras, workshops e um masterclass para nossos músicos, numa oportunidade única. Eles vem acompanhados de um baterista, também professor da Berklee, Dom Moio.
O Festival Internacional de Contrabaixo ocorrerá nos dias 10 a 12 de novembro de 2011, no anfiteatro do Memorial dos Povos, sempre às 19h00 e com ingressos a R$ 10,00 (por noite).
A realização do Festival fica por conta da Associação Amigos da Música Instrumental – PA, criada para apoiar, fomentar e fortalecer este segmento em nosso estado.
Acima de tudo, o Festival é uma grande confraternização de músicos (não somente baixistas) paraenses, brasileiros e estrangeiros, com a intenção de celebrar a diversidade musical. Vida longa ao Festival Internacional de Contrabaixo de Belém.

Recebi este e-mail do violoncelista Paulo Santoro:

“Caros amigos, é com grande alegria que convidamos todos vocês a compartilharem este belo momento da carreira do músico e luthier Sandrino Santoro durante a 10ª edição do Recine (Festival Internacional de Cinema de Arquivo), que este ano homenageia “A Itália e o Cinema Brasileiro”.

Participações de Newton Rolla, Nilton Camargo, Paulo Santoro, Ricardo Santoro, Savio Santoro e, claro, Sandrino Santoro.
Exibição do Curta Metragem “MÃOS QUE TOCAM A VIDA” de Sabrina Lima.
Data: Hoje, dia 9 de novembro – 4ª feira
Horário: 20h.
Local: Arquivo Nacional
End: Praça da República, 173 – Centro (Estação Central do Metrô, saída Praça da República)
Entrada Franca
“A imagem do povo italiano é associada, em qualquer lugar do mundo, até por eles mesmos, a mãos que gesticulam fervorosamente. Mas, além desse lugar-comum, existem mãos suaves e precisas, que, através do tradicional ofício da luteria e da música clássica, estabeleceram-se no Rio de Janeiro”. Sabrina Lima”

O talentoso contrabaixista Tony Botelho participará do Projeto Metrônomo, junto com seus colegas da Orquestra Petrobrás Sinfônica:

Márcio Sanchez – violino
Her Agapito – violino
José Ricardo Taboada – viola

Data: 05/11/2011
Horário: 17h
Local: Praça Tiradentes – Centro
Entrada franca

Programa:

Jongo – Santino Parpinelli
Primavera (mov I) – Vivaldi
O Morro – A.C.Jobim
Dans Taranesc – Constantin Dimitriscu
A Rã – João Donato e Caetano Veloso
Outono (mov I) – Vivaldi
Manhã de Carnaval – Luis Bonfá
Dança – Radamés Gnatalli
Cantaloupe Island – Herbie Hancock
Canon – Pachelbel

O projeto Techno Clássico foi concebido a partir de uma ideia do músico Tony Botelho de tocar música clássica com uma roupagem aproximada do som que embala hoje as festas comandadas por DJs.
As composições são associadas a loops de drum & bass, hip hop e baião, fazendo com que, por exemplo, músicas compostas no século XVII sejam um irresistível convite para dançar.
O repertório que será apresentado inclui não apenas joias da música erudita, mas também preciosidades da nossa MPB.
É a oportunidade de ver Vivaldi, Pachelbel, Radamés Gnatalli, Luis Bonfá, João Donato, Beatles e Jobim convivendo em harmonia com a batida eletrônica dos tempos modernos.

O Projeto Metrônomo tem parceria com a Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro.

Aí vai um pouquinho da arte do Tony para vocês:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=zQ8Nj_SNcdw]
Data: dias 03 e 04 de novembro de 2011
Horário: veja programação abaixo
Local: Auditorium Tasso Corrêa do IA/UFRGS
Endereço:Rua Senhor dos Passos, 248 – Centro – Porto Alegre/RS
Taxas:
Recital e Palestra: ENTRADA FRANCA
Masterclasses: Executantes: R$ 100,00 – Ouvintes: R$ 30,00
Inscrições para as masterclasses: até terça-feira, 01/11/2011
ATENÇÃO: inscrições feitas após dia 01 de novembro sofrerão um acréscimo de R$ 10,00
a) através de e-mail: copie a ficha de inscrição abaixo, cole em uma nova mensagem e envie para o endereço extmusica@ufrgs.br, colocando no assunto da mensagem “Inscrição Encontro Contrabaixos”
ou
b) no Programa de Extensão do DeMus – UFRGS
Rua Sr. dos Passos, 248 /sala 62 – Centro – Porto Alegre/RS – 
Tel: (51) 3308-4325
VAGAS LIMITADAS PARA EXECUTANTES
Certificados:
Será fornecido certificado de participação somente aos alunos executantes, e atestados para os ouvintes com 75% de frequência no evento.
Informações:
Programa de Extensão do DeMus – UFRGS
Rua Sr. dos Passos, 248/sala 62 – Centro
Porto Alegre/RS – (51) 3308.4325
e-mail: extmusica@ufrgs.br
site: www.artes.ufrgs.br/extensao/extensao-em-musica
Programação do dia 03/11/2011, quinta-feira:
9:00 às 9:30 – Abertura oficial
9:30 às 12:30 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
14:00 às 16:00 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
16:30 às 18:30 – Palestra com o Prof. Alexandre Ritter: «Uma colaboração bem sucedida entre compositor e performer», baseada na dissertação: «Franco Petracchi e o Divertimento Concertante per Contrabbasso e Orchestra de Nino Rota: uma colaboração bem sucedida entre compositor e performer», de Alexandre Ritter (UGA/USA – 2010) – ENTRADA FRANCA
20:00 – Recital com o Prof. Milton Walter Masciadri e pianista convidado – ENTRADA FRANCA
Programação do dia 04/11/2011, sexta-feira:
9:00 às 10:30 – Exercícios Técnicos – Prof. Milton Walter Masciadri
11:00 às 12:30 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
14:00 às 16:00 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
Ministrante
MILTON WALTER MASCIADRI: Professor de contrabaixo da University of Georgia, desde 1984. Representa a terceira geração de contrabaixistas da família, que tem as raízes na Itália e no Uruguai. Masciadri nasceu em Montevidéu, onde começou os seus estudos com o seu pai Milton Romay Masciadri. Aos 17 anos, já era contrabaixista da OSPA e aos 19, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Completou o seu Mestrado e Doutorado na Hartt School of Music e State University of New York, respectivamente, trabalhando com os professores Gary Karr, Larry Wolfe e Julius Levine.Completou o seu Mestrado e Doutorado na Hartt School of Music e State University of New York, respectivamente, trabalhando com os professores Gary Karr, Larry Wolfe e Julius Levine.
Dr. Masciadri atua frequentemente em recitais e como solista com orquestras Sinfônicas na Europa, Ásia, América do Norte, América Central e América do Sul. Ele tem ministrado masterclasses em importantes universidades e conservatórios, como a Juilliard School, Manhattan School, Conservatório de Paris, Guildhall School de Londres, Conservatório de Moscow, UNIRIO e Conservatório de Buenos Aires, entre outros. Apresentou-se em grandes teatros como Colón (Argentina), La Fênice (Itália), Lincoln Center e Carnegie Hall (New York) e Municipal de São Paulo, entre outros. Masciadri leciona em diversos festivais internacionais na Europa, Estados Unidos e América do Sul, onde tem disseminado, guiado e encorajado contrabaixistas que hoje fazem parte de muitas das mais reconhecidas orquestras e instituições de ensino. As suas gravações de solista têm sido distribuídas no mundo inteiro, e os CDs “Romanza” e “Miniatures de Europa” já estão na quinta edição, sendo que o segundo está completamente esgotado. Masciadri tem gravado pelos selos DMR, ACA, Sinfônica e Fondazione.
O entusismo de Masciadri em aumentar o repertório dos contrabaixistas o tem levado a publicar e fazer a premiére de muitos trabalhos de compositores Americanos e Sul-Americanos, incluindo trabalhos comissionados por ele para instituições como a UNESCO, bem como fazendo contribuições dele próprio com transcrições e arranjos.
Masciadri é Acadêmico da Academia Philarmonica de Bologna, a instituição musical mais antiga da Europa, da qual músicos como Mozart, Rossini e Wagner foram membros. Desde 1998, Masciadri é o único contrabaixista designado “artista para a paz” pela UNESCO e, em 2009, recebeu o prestigioso titulo de Professor Universitário Distinto da University of Georgia, título este não conferido a um professor nas artes em 62 anos. Recebeu a medalha de Honra ao Mérito conferido pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) pelos serviços prestados no Brasil e, em 2011, recebeu a prestigiosa nomeação para a ordem dos Cavaleiros de São Marco, em Veneza na Itália.
Masciadri tem recebido excelentes críticas pela qualidade do seu som, virtuosismo e expressividade, fazendo dele um dos contrabaixistas mais reconhecidos pela qualidade da sua produção musical.
Coordenação, Direção Artística e Palestrante
ALEXANDRE RITTER: O contrabaixista brasileiro Alexandre Ritter é professor de contrabaixo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS (Porto Alegre/RS) desde 2000. Alexandre recebeu ambos os títulos de Doutor (DMA) e Bacharel (BMA) em Performance pela The University of Georgia – UGA (EUA), sob a orientação do Prof. Milton Walter Masciadri. Sua formação musical e acadêmica também inclui um ano de mestrado em Performance de Contrabaixo na University of British Columbia (Canadá), sob a orientação do Prof. Kenneth Friedman. No Brasil, Alexandre teve sua primeira orientação no contrabaixo com o Prof. Antônio Guaracy Guimarães na Fundação Municipal de Artes de Montenegro, e logo após estudou com o Prof. Milton Romay Masciadri na Escola de Música da OSPA.
Grande influência em sua carreira tem sido o famoso contrabaixista e virtuoso Franco Petracchi, com quem teve a oportunidade de estudar na Itália, na renomada Academia Musicale Chiggiana, em Siena, e no Campus Internazionale di Musica, em Sermoneta. Em Maio de 2010, sob orientação do Prof. David Haas (UGA), Alexandre completou extensiva pesquisa e dissertação de doutorado sobre o Divertimento Concertante de Nino Rota em colaboração direta com o Maestro Petracchi, em homenagem ao qual a peça foi escrita em 1973.
Alexandre já participou de vários festivais de música, tendo a oportunidade de estudar com alguns dos melhores contrabaixistas do mundo, como Franco Petracchi, Joel Quarrington, Edwin Barker, Gary Karr e François Rabbath. Sua extensa experiência como músico de orquestra inclui a participação em orquestras na América do Norte e na América do Sul, incluindo as Sinfônicas de Savannah, Charleston, Greenville e Augusta, nos EUA, bem como as Sinfônicas de Porto Alegre e Paraná, no Brasil. Seu trabalho como músico sinfônico, camerista e solista o tem levado a tocar na Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, Costa Rica, França, Itália e EUA.
Além das carreiras de execução contrabaixística e do ensino, Alexandre pretende fomentar e difundir novo repertório camerístico e solístico de música clássica para contrabaixo, através de recitais e concertos no âmbito nacional Brasileiro.
Coordenação e Direção Artística do III Encontro Internacional de Contrabaixistas:
Alexandre Ritter
Comissão Organizadora:
Alexandre Ritter, Hella Frank, Walter Schinke, Luciano Dal Molin e Eder Kinappe
Monitores:
Guilherme Espíndula e Luiza Prohman


Esta notícia foi postada há algum tempo no site do luthier paulista Paulo Gomes, https://www.paulogomes.com.br.

Nela, ele narra a história de um contrabaixo que achou num lixo.
Como esta é uma história contrabaixística incrível, penso que precisa ficar registrada também aqui no nosso blog.

“Em julho de 2009 estavamos indo eu, minha mulher Edna e nosso filho Artur ver uma exposição de cerâmicas na rua 19 em Manhattan, NY quando nos deparamos com a cena abaixo:

Um contrabaixo jogado numa caçamba de lixo!!!

Imediatamente subí na caçamba e dei uma boa olhada no instrumento (um John Juzek feito na Alemanha nos anos 1960) que, apesar de não ter braço, estava em boas condições.
Não havia nenhuma rachadura na região da alma, nem no tampo nem no fundo.
Procurei pelo braço mas não encontrei.
Talvez seja esse o motivo de o instrumento ter sido jogado fora.
O que será que aconteceu com esse baixo antes desse dia? 

Seguimos com o instrumento pelas ruas de Manhattan até o apartamento na rua 24.
Algumas pessoas que passavam até tiraram fotos e riram.

 

Assim que cheguei no apartamento eu já tinha na cabeça tudo que faria com o instrumento.
Este seria o meu contrabaixo pois, além de excelente material, ele tinha uma história.
E uma história incrível!
Já estava decidido a montar o baixo com 5 cordas, usando um Dó agudo e barço regulável.

Como o baixo não tinha braço eu comprei um braço Juzek original e montei usando meu sistema de braço regulável (veja página no site).
Esse sistema tem funcionamento perfeito e ninguém diz que há qualquer coisa diferente no instrumento.
É praticamente invisível.
Após cerca de 3 meses de restauração (a qual incluiu novo verniz) o contrabaixo ficou pronto e além de muito bonito tem sonoridade excepcional.

Detalhes do tampo contrabaixo e do acabamento da ponta do espelho e do estandarte.

Desde então esse é o meu baixo e com ele venho tocando.
Na foto acima estou tocando nesse contrabaixo numa apresentação de jazz em São Paulo.

Acho que eu tive muita sorte em achar esse magnífico instrumento no lixo mas, como disse meu amigo Caio Martins, o baixo teve muita sorte também pois quais eram as chances de ele ser encontrado por um luthier e ainda especializado em contrabaixos ? Além disso. alguma pessoa poderia ter pego o baixo antes apenas para usar como decoração por ser uma peça “legal”.
Realmente foi muita sorte dos dois lados e eu estou muito feliz com meu “novo” baixo.
O que será que pensaria o cara que jogou fora esse baixo se o visse assim lindo e tocando com essa soronidade potente e maravilhosa?”

Notícia postada no site https://www.bemparana.com.br

A Orquestra Filarmônica da UFPR e o Coro Collegium Cantorum, com o tema “Música Brasileira para Coro Feminino e Orquestra” e regência de Márcio Steuernagel, farão um programa especialmente dedicado aos compositores brasileiros.

O repertório abrangerá desde o romantismo wagneriano de Leopoldo Miguéz, passando por obras mais intimistas do início do século XX, além de estrear o concerto para contrabaixo, coro feminino e orquestra, “El Espiritù de Reynogüelén”, de Harry Crowl, também diretor artístico da apresentação.

Também integram a programação as obras “Invocação à Arte”, de Henrique Oswald; “Contemplação”, de Brasílio Itiberê II; “Criança”, de Bento Mossurunga e  “As Uyáras”, de Alberto Nepomuceno. O concerto conta com a participação do contrabaixista chileno Pablo Guiñez, da Camerata Antiqua de Curitiba.

Data: 27 de outubro de 2011 (quinta-feira)

Horário: 20h
Local: Teatro da Reitoria
Endereço: Rua XV de Novembro, 1299 – Centro
Entrada franca

Notícia postada no site https://www.pcarp.usp.br

O Circuito Musical USP Ribeirão apresentará em sua série Terças Musicais o duo de contrabaixo e piano formado em 2011 pelo contrabaixista e compositor João Svidzinszki e pelo pianista Dario Rodrigues.

Data: 25/10/2011, 3ª feira
Horário: 13h
Local: Sala de Concertos da Tulha/DM/FFCLRP/USP
Endereço: Prédio do Departamento de Música, no Campus da USP de Ribeirão Preto
Acesso: contornando a piscina do CEFER
No repertório, obras de J.S. Bach, S. Koussevitszky, Paul Hindemith, Serge Lancen e do próprio João Svidzinski, contemplando assim uma amostra eclética de estilos que vai desde o período barroco, romântico, passando pelo moderno e as fortes influências do jazz, e adentrando nas tendências da música eletroacústica.
Acabo de achar este ótimo texto sobre o grande contrabaixista americano Ron Carter, no blog https://www.carloscalado.com.br, escrito por Carlos Calado e postado no dia 15/10/2011.
“Não é apenas nas capas de discos que ele, sempre muito bem vestido, costuma exibir sua classe e sobriedade. Basta ouvir Ron Carter dedilhar seu baixo acústico, em palcos pelo mundo afora ou em milhares de gravações que já fez ao longo de cinco décadas de carreira profissional, para se perceber porque o nome desse conceituado jazzista americano, hoje com 74 anos, tornou-se praticamente uma marca de elegância e competência musical.
Isso explica o fato de tantos produtores, cantores e grupos de outros gêneros musicais – do soul de Roberta Flack ao rock do Jefferson Airplane, da bossa nova de Tom Jobim ao hip hop da banda A Tribe Called Quest – terem convocado Carter para gravar seus discos. Desde suas primeiras sessões de estúdio, no fim da década de 1950, o músico já participou de mais de duas mil gravações – números que o inserem entre os contrabaixistas mais onipresentes na história da indústria musical.
“Às vezes eu me surpreendo com o fato de artistas e bandas famosas saberem que eu ainda estou vivo”, diz ele, com um bem humorado toque de humildade. “Toda vez que músicos como Paul Simon ou Aretha Franklin me chamam para participar de seus projetos, eu me sinto muito agradecido. É ótimo saber que James Brown ou a banda Kiss, para a qual gravei com um naipe de cordas, pensaram que eu poderia contribuir para que seus projetos musicais fossem bem sucedidos.”
Nem é preciso perguntar a ele de quais gravações ou projetos mais se orgulha. Em qualquer lista confiável de obras-primas do jazz não podem faltar álbuns como “My Funny Valentine” (1964), “E.S.P.” (1965), “Miles Smiles” (1966) ou “Nefertiti” (1967), que Carter gravou durante os cinco anos em que tocou com o trompetista Miles Davis (1926-1991). É justamente para homenagear seu ex-parceiro, morto 20 anos atrás, que ele fará uma breve temporada de shows em São Paulo, de 21 a 23 deste mês, no teatro do Sesc Pinheiros.
“Sabíamos que estávamos criando algo diferente do que todos os outros músicos faziam naquele momento, mas ainda não tínhamos ideia do nível (de qualidade) daquela música”, diz Carter, referindo-se ao cultuado quinteto de Davis, que entre 1963 e 1968 incluiu também o saxofonista Wayne Shorter, o pianista Herbie Hancock e o baterista Tony Williams. Esse grupo é considerado até hoje um dos mais inventivos na história desse gênero musical. (veja o video abaixo)
Como se sabe, o inquieto Davis não era uma pessoa muito fácil de lidar, mas o temperamento sensato e tranquilo de Carter contribuiu para que fosse escolhido pelo trompetista como seu interlocutor favorito no grupo. “Jamais tive algum tipo de problema com Miles, que sempre foi um bom amigo. Eu adorava tocar com ele e, com certeza, todos sentiam um enorme prazer em tocar naquele quinteto”, elogia o contrabaixista, referindo-se ao ex-parceiro como um mestre.
“Tivemos muita sorte ao sermos escolhidos para tocar com um músico tão especial. Miles foi capaz de perceber que poderíamos levar sua música na direção que ele desejasse”, comenta Carter, destacando o sentido de aventura que o líder imprimia às improvisações do quinteto. “Simplesmente nos encontrávamos para tocar, todas as noites, sem saber ao certo que caminho aquela música tomaria. Tocar com Miles foi um dos grandes prazeres de minha carreira.”
No entanto, quase ao fim da década de 1960, num cenário em que o jazz passou a perder espaço para o rock e a música pop, Miles pressentiu que chegara o momento de mudar mais uma vez, de assumir novos riscos. Quando decidiu enfrentar os concorrentes com suas próprias armas, aderindo à eletrificação das guitarras e dos teclados, tornou-se um dos pioneiros na criação de uma híbrida vertente do jazz, que veio a ser conhecida como jazz-rock ou, simplesmente, “fusion”.
Os parceiros do trompetista não pensaram duas vezes antes de segui-lo, exceto Carter, que preferiu deixar o grupo. “Aquele tipo de música não me interessava. Não havia nela algo que eu sentisse que poderia contribuir para eu me tornar um músico melhor”, diz. “Em segundo lugar, a banda de Miles estava viajando muito e, depois de passar cinco anos na estrada, achei que já estava na hora de ficar mais em casa, para ver meus filhos crescerem. Além disso, já havia muitas sessões de gravação em Nova York, onde eu teria a chance de ganhar a vida, ficando ao lado de minha família.”
Elogiados álbuns como “Uptown Conversation” (1969) e “All Blues” (1973) marcaram os primeiros anos da carreira individual de Carter, que desde então tocou e gravou com quase todos os grandes músicos da cena do jazz. Também pôde se dedicar mais à música clássica, que orientou sua formação na Eastman School of Music – conceituado conservatório de Rochester, no Estado de Nova York. Vale lembrar, aliás, que seu primeiro instrumento foi o cello, o qual ainda toca às vezes. Diferentemente da maioria dos baixistas, que se limitam a marcar o ritmo com notas básicas, ele é um solista criativo, que usa esse instrumento para improvisar.
Carter, que tem se apresentado no Brasil com relativa frequência durante as últimas décadas, vai tocar desta vez com o Foursight, quarteto que destaca a talentosa pianista Renée Rosnes, além do baterista Payton Crossley, que o acompanha desde a década de 90, e do percussionista Rolando Morales-Matos. O repertório será centrado em seu álbum “Dear Miles” (2007), que inclui standards da canção americana, como “My Funny Valentine” e “Bye Bye Blackbird”, cujas interpretações de Miles Davis, nas décadas de 1950 e 1960, tornaram-se clássicas.
Apreciador da música brasileira, à qual dedicou o álbum “Orfeu” (1999), além das gravações que já fez com Tom Jobim, Astrud Gilberto, Hermeto Pascoal, Flora Purim, Guilherme Vergueiro e Rosa Passos, entre outros, Carter diz que está sempre aberto a ideias que o envolvam novamente com os ritmos brasileiros. “Se alguém do Brasil ligar para mim agora, querendo que eu contribua com seu projeto, ficarei muito feliz se puder participar.”
Cada músico tem uma definição pessoal para o jazz e Carter não foge à norma. “Essa é a música que eu sempre quis tocar. O jazz permitiu que eu pudesse participar de muitos trabalhos, nesses anos todos, tocando com pessoas das quais acabei me tornando amigo. É um privilégio poder tocar boa música todas as noites”, conclui o elegante mestre do contrabaixo.
(texto publicado no caderno Eu & Fim de Semana, do “Valor Econômico, em 14/10/2011)”
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=QKEfyXPt91U]
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