Postagens de maio 23rd, 2011


No mais, reveja seus objetivos contrabaixísticos. Estudar só por estudar cansa…

Que tal chamar algum colega para estudar junto ou para fazer uma apresentação em duo, ou alguns colegas para um quarteto?
Que tal fazer um pequeno solo numa orquestra de câmara?
Que tal fazer um concurso para orquestra?
Que tal estudar para uma masterclass de algum contrabaixista famoso?
Que tal montar um recital com as peças que você já tocou até agora?
Que tal fazer uma participação em algum show de colega?
Que tal esquecer um pouco as partituras e tocar as peças de cor, ou mesmo tocar o que vier na sua cabeça?
Que tal arranjar algum acompanhamento midi para a peça que você está estudando ou tocando?
Que tal repetir aqueeele estudo ou aqueeela peça que um dia você ganhou elogios?

Acho que os maiores responsáveis pelas quedas de tempo e qualidade do estudo são a falta de objetivo e a falta de variedade nos estudos…

Se você achar melhor, não espere 15 ou 50 minutos de alguma parte técnica específica. Faça cinco minutos, passe para outra coisa e volte depois para ela, intercalando sempre, ou passe para outra coisa de vez mesmo!…

Aproveite para fazer um balanço da sua vida mais recente. Se nada mudou nela (relacionamentos novos, falta de grana, filhos, doenças, etc.), pode ser que você esteja realmente passando por uma crise de “tédio contrabaixístico”…

Isso dá e passa, mas para isso é preciso que você mude a sua rotina de estudos, reorganize seus objetivos e sacuda a poeira fazendo alguma coisa com o contrabaixo para dar uma animada básica!…

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A gente passa por fases contrabaixísticas.
Como tudo na vida, temos altos e baixos também no estudo do contrabaixo.

Se você diminuiu muito o seu ritmo de estudo ou se está detectando algum desinteresse pelo instrumento (e talvez esteja até assustado com isso), saiba que você nunca será o solista nessa situação!

Aqui vão algumas sugestões para driblar a crise:

Experimente estudar durante menos tempo, priorizando a qualidade do estudo e, principalmente, procure diversificar o seu estudo. Por exemplo:

a) 15 a 50 minutos de arco ou método; pausa de 10 minutos;
b) 15 a 50 minutos de mão esquerda ou método; pausa longa.
c) 15 a 50 minutos de repertório orquestral; pausa de 10 minutos;
d) 15 a 50 minutos de repertório solístico; pausa longa.

Claro que quando você estuda uma coisa, você também está estudando outra, mas o importante são as prioridades. Por exemplo, num método de escalas, se estiver na hora da mão esquerda, priorize isso. Priorizar não quer dizer só fazer isso. Se fosse assim, ao estudarmos mão direita poderíamos tocar tudo desafinado!…
Outra coisita: não adianta ficar aturando de 15 a 50 minutos maçantes de alguma coisa, assim como existem coisas que não se pode estudar por mais do que 10 minutos por vez (trinado, por exemplo). Fique atento.

Que tal adequar o seu tempo de estudo à sua realidade de vida? Querer estudar seis horas diárias e não conseguir esse objetivo é frustrante depois de algum tempo… Uma reorganizada nos seus horários pode ser fundamental.

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“Negociar” com a preguiça contrabaixística, oferecendo para ela um dia inteirinho de descanso na semana, talvez dê um ânimo extra aos seus estudos…
Dançar é uma ótima idéia: relaxa e tonifica!

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Sobre aulas de contrabaixo em escola:
a) Na sua cidade há escolas de música que ensinem contrabaixo?

Se houver, procure se informar sobre a grade curricular e sobre a carga horária semanal do curso, e o tempo necessário para o deslocamento da sua casa para a escola.

Caso não haja:
b) Existem escolas de música em alguma cidade próxima?

Se houver, procure se informar sobre a grade curricular e sobre a carga horária semanal do curso de contrabaixo, e a distância entre as cidades.

Em quaisquer dos casos, se o seu problema for financeiro:

a) Procure por cursos de música vinculados ao governo ou a organizações sociais ou a projetos sócias, pois eles costumam ser gratuitos;

b) Veja se a escola de música disponibiliza bolsas de estudo ou crédito escolar (você não paga o curso, mas faz serviços na escola, tipo trabalhar na biblioteca, etc.);

c) Veja se há possibilidade de permuta: você dá aulas de alguma coisa na escola, em troca de aulas de música;

d) Pense na possibilidade de alguém (pais, avós, etc.) ou de alguma entidade (igreja, etc.) financiar os seus estudos, em troca de serviços.

Se você não puder freqüentar um curso regular de contrabaixo numa escola, seja devido à carga horária, seja devido a problemas financeiros, seja devido à distância, veja se não é possível fazer um esforço, porque em uma escola de música, você terá também aulas importantes para a sua formação musical incluídas no curso como: teoria, percepção, história da música, prática de conjunto, etc, e talvez a possibilidade de estudar no contrabaixo da escola.

Se após pensar nas possibilidades anteriores, você não encontrar uma solução, talvez a única opção seja realmente aguardar que a sua situação financeira se estabilize, para então ingressar no estudo da música.

Sobre aulas particulares de contrabaixo:

Se você chegar à conclusão de que não há possibilidade de você freqüentar um curso regular de contrabaixo em uma escola de música, e você optar por aulas particulares de contrabaixo:

a) Procure saber se o seu futuro professor de contrabaixo também dá aulas de teoria musical, ou se você terá que arranjar um professor para isso (caso você precise, é claro!);

b) Se o problema for financeiro, veja a possibilidade de uma permuta com o professor de contrabaixo. Por exemplo: em troca das aulas de contrabaixo, você poderia dar aulas de baixo elétrico, de informática, de inglês, etc;
c) Se o problema for de tempo e/ou financeiro, veja a possibilidade de aulas particulares quinzenais.
Embora essa não seja a freqüência ideal, é uma possibilidade viável e usual, principalmente quando o aluno não mora na cidade do professor particular, e diminui pela metade o número mensal de deslocamentos.

OBS: Combine essa situação previamente com o seu professor, porque existem professores particulares que ministram aulas mais longas, mas o valor delas pode ser proporcional, ou seja, se ele der uma aula de duas horas quinzenal, as duas aulas podem ficar pelo mesmo valor mensal de quatro aulas de uma hora. Nesse caso, a compensação seria somente por haver menos viagens ao mês.

Se o problema for financeiro e, mesmo após pensar nas possibilidades anteriores, você não encontrar uma solução, talvez a única opção seja mesmo aguardar a sua situação financeira se estabilizar, para ingressar no estudo da música.

Não se esqueça de que, para ter aulas particulares de contrabaixo, é imprescindível ter um contrabaixo disponível para o estudo diário.

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Na Música, existem casos impressionantes de instrumentistas autodidatas, mas acredito que a grande maioria das pessoas não nasceu com vocação para a genialidade e, por isso, penso também que o autodidatismo contrabaixístico é justificável somente em locais onde não haja professor de contrabaixo, e tolerável na impossibilidade total de se pagar por um.
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Antes de fazer essa opção de estudar sozinho, procure se informar em escolas de música e/ou com músicos locais sobre a existência de professor de contrabaixo na sua cidade ou nas imediações, e/ou se informar sobre a possibilidade de cursos regulares gratuitos de contrabaixo, existentes em alguns locais do país.
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Caso não haja mesmo um professor de contrabaixo “acessível”, sugiro que o contrabaixista procure ver, sempre que possível, vídeos de contrabaixistas e/ou outros instrumentistas na Internet. Vê-los tocar ou dar aulas são excelentes formas de aprendizado.
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Se as aulas estiverem sendo ministradas em outro idioma, não desanime.
O importante é se acostumar com isso, e tentar captar o sentido mais abrangente do que está sendo pedido ou passado. Com o tempo, você passará a entender melhor a aula.
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Na Música, costumam ser usados muitos termos de expressão musical em Italiano: crescendo, diminuendo, forte, fortíssimo, cantabile, etc.
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Saber previamente algumas palavras em Inglês pode ser bem útil: bow= arco; finger= dedo; bars= compasso, etc, além dos números, e das notas musicais, que em Inglês são mais usadas por letras: D= ré; C= dó, etc, e servem tanto para definir as notas, quanto para definir as tonalidades.
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Ah, e não se esqueça de se inteirar sobre a pronúncia das letras, para não se embananar, porque A é “ei”, I é “ai” e E é “i”…
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Tem uma frase muito interessante que diz: “A História é uma sucessão de fatos, que se sucedem sucessivamente sem sucesso”.
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Felizmente, na história do ensino dos instrumentos musicais, as Escolas, seus bons professores e seus bons alunos são responsáveis, há séculos, por essa sucessão de conhecimentos passados adiante, e pelo fracasso dessa frase a cada vez que ouvimos um instrumento bem tocado, pois acreditem: as Escolas funcionam!

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Com mais de três séculos de conhecimentos contrabaixísticos passados através das escolas de contrabaixo, e com tantas escolas de contrabaixo existentes, para que ser autodidata?
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Dificilmente, os seus problemas com o instrumento ou a sua forma de tocá-lo serão algo tão novo ou inovador, que não possam ser acrescentados ou enquadrados a uma escola de contrabaixo.
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Quero dizer com isso que, aqueeela sua dúvida atormentadora já pode ter sido resolvida há 100 anos, que aqueeele mistério contrabaixístico auto-intrigante pode já ter sido elucidado há 30 anos, e que aquela sua forma de tocar diferente, exclusiva e quase patenteada já pode ter adeptos e co-autores há 150 anos…
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Após 03 séculos de conhecimentos “cadastrados”, é melhor tentar ser diferente já tendo todas as ferramentas nas mãos, do que ficar quebrando pedra que outros já quebraram e até fizeram estrada.
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A proposta e a intenção de uma escola são exatamente as de “padronizar” uma forma de tocar, seja tecnicamente ou musicalmente, através de informações e conhecimentos que foram e estão sendo “coletados”, e passar verbalmente esses ensinamentos aos contrabaixistas daquela escola, para que eles não sejam perdidos, assim como os pais passam seus ensinamentos aos filhos…
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É interessante ver que as escolas de instrumentos têm “árvore genealógica” com seus nomes mais expressivos: fulano, que estudou com cicrano, que estudou com beltrano, etc.
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O que hoje é considerado “tradição”, algum dia foi considerado “inovação”, ou seja, as escolas de instrumento são como o idioma materno: a ele são acrescentadas palavras novas e expressões, mas a estrutura básica é sempre a mesma, e tudo isso é passado a outras gerações, que interagem com outras famílias e pessoas.
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Assim como o idioma tem na expressão o seu “mecanismo” principal para que a comunicação se complete, as escolas de instrumento também têm como “mecanismo” a expressividade musical e o apuro técnico, para que o músico possa expressar a sua arte sua arte para si mesmo e para outras pessoas.

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Algumas pessoas optam por estudar contrabaixo sem um professor, na esperança de que uma “quarentena” de alguns anos assim, ou de que uma auto-imersão contrabaixística os faça tocar contrabaixo melhor…
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As aulas regulares com um professor de contrabaixo são importantíssimas para o desenvolvimento instrumental e musical do aluno, além de diminuírem consideravelmente os riscos de tensionamentos, tendinites e outras “ites”, associados aos movimentos repetitivos, e de tensionamentos associados à falsa necessidade do uso da força para tocar.
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Muitos contrabaixistas profissionais também optam por aulas ou masterclasses esporádicas com professores de contrabaixo, como forma de reciclar e aumentar seus conhecimentos técnicos e/ou musicais, e/ou diminuir tensionamentos.
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O ensino do contrabaixo acústico vem sendo feito há mais de 03 séculos.
A partir desses ensinamentos e seus resultados característicos, surgiram as escolas de contrabaixo.
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As escolas de instrumento são as “linhas” teóricas e práticas do ensino do instrumento, que englobam a técnica, a interpretação e as suas especificidades, e que vêm sendo passadas de geração em geração de instrumentistas, ao longo dos séculos.
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O contrabaixo tem diversas escolas como: a Escola Italiana, a Escola Francesa, a Escola Alemã, a Escola Austríaca, a Escola Tcheca, etc.
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Essas escolas se diferenciam basicamente pelo tipo de arco usado. As Escolas Italiana e Francesa utilizam o arco de modelo francês, enquanto que nas Escolas Alemã, Austríaca e Tcheca, o arco usado é o de modelo alemão, por exemplo.
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As escolas de contrabaixo de mesmo arco têm muitos aspectos técnicos parecidos entre si, mas têm também um conjunto de aspectos técnicos e interpretativos diferenciados em quantidade suficiente para serem considerados como uma escola específica.

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preocupação com a quantidade de horas de estudo é muito subjetiva, pois cada um tem as suas necessidades, o seu relógio contrabaixístico. Sugiro que o aluno se preocupe mais com a qualidade do seu estudo. É melhor estudar três horas com concentração, do que concluir seis horas maçantes.

Conheço contrabaixistas (profissionais e alunos) que têm o talento para sintetizar suas dificuldades e resolvê-las num curto espaço de tempo. Outros precisam de um tempo maior com o instrumento para resolver a mesma coisa.
O importante é você estudar “até onde conseguir, sem forçar”.

Um aluno iniciante não terá conteúdo para estudar seis horas de contrabaixo por dia, assim como um aluno avançado não conseguirá dar conta de estudar tudo o que precisa em uma hora por dia.

Agora, a concorrência está enorme e o mercado de trabalho continua fechado… Por isso, quem tem objetivos profissionais com o contrabaixo, após um ano de instrumento, deve pensar em três ou quatro horas diárias de estudo, no mínimo. Esse tempo pode chegar até seis ou oito horas diárias.

OBS: Para agüentar esse treinamento contrabaixístico, trate também do seu corpo, não se esquecendo de fazer:
a) Uma pausa de 5 a 10 minutos a cada 50 minutos ou 1 hora de estudo;
b) Alongamentos antes e depois do estudo;
c) Tirar um dia na semana para descanso;
d) Praticar alguma atividade física regular (2x por semana, no mínimo), que fortaleça os braços, abdômen e costas.

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Não adianta coisa alguma contabilizar seu estudo em número de horas.
O importante é que você e/ ou seu professor sintam que está havendo progresso no instrumento, principalmente o seu professor porque, freqüentemente, os alunos têm a falsa impressão de que pararam de evoluir, muitas das vezes só por causa de aulas ruins.

Seu professor saberá avaliar melhor essa situação, pois os alunos só têm um objetivo – tocar -, e como é um objetivo muito avançado, terminam ficando desestimulados pela demora natural em conseguir alcançá-lo. Já o professor também tem o mesmo objetivo, obviamente. Porém, ele trabalha com diversos “micro-objetivos” que, juntos, farão com que os alunos toquem.

Por exemplo: enquanto um aluno está preocupado em afinar um intervalo (mão esquerda), o professor pode estar vendo essa mesma afinação não pelo ângulo do abrir ou fechar mais os dedos (espaço), mas sim pela pressão dos dedos, cujas variantes também causam alterações na afinação. Ele também pode estar vendo esse problema através do arco, pois as variantes de ponto de contato na corda, velocidade e pressão também podem causar mudanças sonoras e oscilações na afinação. Ou seja, o aluno pode estar se considerando um desafinado por não conseguir realizar um intervalo com precisão, quando na verdade, ele pode estar sem tônus físico para sustentar a pressão dos dedos nas cordas, ou estar fazendo movimentos desnecessários com o arco.

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O ideal é que o aluno já tenha o contrabaixo ao começar seus estudos.
Caso você não o tenha, muitas escolas disponibilizam o contrabaixo para estudo.
Procure se informar quanto aos horários oferecidos porque, muitas das vezes, eles são incompatíveis com os horários dos alunos, o que torna o estudo viável, mas impraticável.

Outras possibilidades: comprar um contrabaixo a prestação (algumas lojas fazem em até 10x com juros), alugar o contrabaixo de alguém, arrumar um emprestado de um colega, dividir o horário de estudo com alguém que tenha instrumento ou mesmo fazer parte de uma igreja que tenha contrabaixo, em troca de serviços como tocar em cultos e/ ou missas.

Mais uma vez, volto a escrever que se você não conseguir arranjar uma solução prática para o problema da falta de instrumento e, mesmo assim, ainda quiser estudar contrabaixo para que ele seja uma atividade de lazer ou mesmo para diminuir o estresse natural da vida, converse com o seu futuro professor e seja franco com ele. Muitos professores e muitas escolas de música não aceitam alunos com esse tipo de objetivo, e isso evita aborrecimentos “multilaterais” no futuro nada remoto.

Se você quiser levar a sério o estudo do contrabaixo, mas estiver sem solução para a falta de instrumento para estudar sugiro, primeiramente, que você tente juntar dinheiro para comprar um.
Caso isso também seja inviável, a solução talvez seja adiar o sonho de ser contrabaixista para quando a situação permitir, e tentar estudar um instrumento mais acessível financeiramente, como um violão, um trompete, uma flauta-doce ou canto.

A falta de tempo suficiente para estudar e a falta de dinheiro para se manter na Música são, para mim, os dois maiores fatores de desistências nas escolas de música.

Antes de desistir, existem muitas soluções paliativas. O importante é que cada um tente a sua e vá em frente.

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