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Depois de ser chamado pela enésima vez para mais um concerto em cima da hora, um contrabaixista se lembra da história da Galinha Ruiva…

Nela, a Galinha Ruiva resolve plantar um grãozinho de milho e, para isso, pergunta a seus amigos Porco, Gato e Pata, se algum deles gostaria de ajudá-la, mas nenhum deles quer. Ela então planta o milho sozinha.

Depois que o milho fica maduro, ela resolve colhê-lo e, mais uma vez, pede a ajuda dos amigos e, novamente, ninguém se manifesta. Ela vai colhê-lo sozinha.

Na hora de debulhar o milho, a mesma pergunta e as mesmas respostas e, mais uma vez, ela faz tudo sozinha.

Por fim, ela resolve fazer um bolo de milho e, depois dele pronto e cheiroso, pergunta se alguém quer ajudá-la a comê-lo, e todos correm para auxiliá-la nessa difícil tarefa.
Aí, ela resolve comer tudo somente com seus pintinhos, já que ninguém a ajudou em nada quando ela precisou…

Agora, vamos à outra historinha…
Era uma vez, um dia muito noite na casa de um contrabaixista, quando o telefone toca…
Do outro lado da linha está um(a) maestro (maestrina) necessitando com urgência urgentíssima de um contrabaixista para um concerto num palácio, quatro dias depois, com também quatro ensaios, incluindo sábado e domingo. Delícia!

Na hora dos detalhes, falta o detalhe principal: o cachê, mas o Maestro (Maestrina) diz que ele só aparecerá após a aprovação de um projeto mágico seu de orquestra…

Mais uma vez, o Contrabaixista escuta aquelas famosas frases do “estamos sem cachê para esse concerto”, do “primeiro concerto para um projeto de uma futura nova orquestra”, etc.

E aí vem a pergunta que ninguém quer ouvir nessas horas: “você poderia me ajudar?”.

Só então o Contrabaixista se dá conta de que já ouviu história semelhante antes, e se lembra, de imediato, da historinha da Galinha Ruiva, mas é interrompido pelo(a) Maestro (Maestrina), que aparece com mais um detalhe: o contrabaixista Porco, o contrabaixista Gato e a contrabaixista Pata, que fariam o concerto, não poderão mais, por causa de “outros compromissos profissionais”.

O Contrabaixista fica comovido com tão triste situação e, quase às lágrimas, aceita ajudar a Galinha Ruiva Maestro (Maestrina).

Como o Contrabaixista não tem uma fada madrinha para transformar abóboras e ratos em carruagem, a Galinha Ruiva então se compromete a trazer e levar o Contrabaixista e seu imenso instrumento de carro, a cada ensaio e concerto, pois o Contrabaixista pode ser até bobo de tocar de graça, mas nunquinha de gastar suas próprias moedas de ouro com a carruagem que o levará aos ensaios e ao concerto no palácio…

O Contrabaixista volta a se lembrar da história da Galinha Ruiva e sonha com um grand finale diferente para ela, com muitos músicos ajudando a fazer os concertos, e até com os quem sabe- talvez- possíveis ovos de ouro do projeto da orquestra.

Depois de beber uma boa dose de bom senso retardado, ele corre para o telefone e, um telefonema aqui e outro acolá, descobre com o Contrabaixista Gato que a tal orquestra é um horror, que a tal Galinha Ruiva Maestro (Maestrina) é completamente inexperiente, que os contrabaixistas Porco, Gato e Pata amarelaram por motivos profissionais e não por compromissos profissionais, e que o tal concerto será uma grande roubada…

Na história da Galinha Ruiva há um grande diferencial para o sucesso de todo o serviço e do bolo de milho: ela sabia fazê-los sozinha, e bem.

Na vida real, precisamos nos comportar como os antagonistas deste conto infantil, ou seja: esperar que os projetos de orquestra estejam prontos, aprovados, assados, cheirosos e com os todos os recursos disponíveis quando chegam até nós.

E, ao transformarmos esse conto infantil em fábula contrabaixística, aprendemos que a receita do bolo é uma só: cada um fazer bem só a sua função, lembrando que é mais fácil achar contrabaixistas bons do que maestros (maestrinas) idem.

É importante também saber previamente alguns detalhes do projeto mágico como, por exemplo, se a Galinha Ruiva sabe o que é um milho, pois qualquer que seja o projeto, ele tem que ter uma Galinha Ruiva competente e experiente à frente dele ou, do contrário, não vingará. E tem que ter consistência no que nos é oferecido… Bolo de milho precisa de milho e fermento…

Mas, se com o projeto aprovado e o cachê no bolso, depois o projeto não passar de um concerto, pelo menos não plantamos o milho de graça e ainda podemos comer várias fatias de bolo com o cachê…
E o contrabaixista foi tão feliz para sempre, que nem conto!…

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Orientacoes Contrabaixisticas by Voila Marques is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas License.

Muitas cidades oferecem cursos de Música gratuitos, alguns vinculados ao governo, outros a ONGs, etc.
Acho a iniciativa muito válida, pois são oferecidas aulas de música e/ou instrumentos para pessoas que não podem pagar pelos estudos musicais. Muitas das vezes, além das aulas, são emprestados instrumentos para que os alunos possam estudar na própria escola e/ou em casa, e acelerar seu desenvolvimento.
O que não concordo é com o descaso de algumas dessas entidades, que oferecem cursos de contrabaixo com professores não-contrabaixistas, ou que oferecem prática orquestral e o contrabaixo para os contrabaixistas, sem oferecer também aulas de contrabaixo para que o aluno se desenvolva a contento.
Os projetos sociais que envolvem música têm patrocinadores. 
Patrocínios estão associados à prestação de contas, troca de favores e mostra de serviço.
Quando o vínculo é com o governo, por exemplo, tocar em cerimônias e eventos políticos são plausíveis de acontecer, assim como as apresentações para membros do governo também são. 
Patrocínios culturais envolvem retorno e visibilidade.
Para representar melhor projetos musicais vinculados ao ensino instrumental, nada mais adequado que uma orquestra, ainda mais se a orquestra em questão for formada por crianças e jovens, pois tudo que envolve o talento infantil ou juvenil tem um apelo social muito intenso e sugestivo.
Se os jovens forem carentes, o apelo social é mais representativo ainda.
Logicamente que, afastar crianças e jovens carentes do resultado maléfico das drogas e/ou oferecer uma oportunidade de estudo e melhoria cultural e/ou uma proposta de investimento no potencial desses artistas, objetivando o ingresso deles no mercado de trabalho – ao mesmo tempo em que afasta o fantasma do desemprego e da violência-, são propostas maravilhosas.  
Muitos cursos de Música gratuitos têm trabalhos ótimos, mas acho um absurdo que muitos deles releguem o ensino do contrabaixo a terceiro plano, seja por priorizar quase que exclusivamente os instrumentos mais melodiosos e/ou com mais chances de aparecer na mídia e/ou de agradar mais os patrocinadores; seja porque a procura pelo contrabaixo é menor que para os outros instrumentos; seja para justificar as verbas investidas no projeto com muitos instrumentos de valor mais acessível, ao invés de poucos com valor mais alto, já que na hora de “mostrar serviço”, uma escola de música ou uma orquestra com 20 violinistas e um contrabaixo costuma ter muito mais visibilidade do que uma escola com poucos violinistas e 4 contrabaixistas, por exemplo.
A preferência dos estudantes por instrumentos mais agudos (violino, cavaquinho, flauta, trompete) pode bem ser um fator cultural – violinos estão presentes em nossa cultura através dos mouros, portugueses e espanhóis; o trompete sempre esteve presente em bandas; e a flauta e o cavaquinho sempre acompanharam o desenvolvimento da música popular.
Mas a preferência por instrumentos mais agudos também pode ser um fator econômico – instrumentos menores, além de mais agudos, costumam ser menos caros-, mas nada disso justifica as escolas não oferecerem o mesmo tipo de oportunidade às pessoas que querem estudar contrabaixo.
Muito embora o contrabaixo seja um instrumento em franco desenvolvimento, e que o nível dos contrabaixistas esteja cada vez melhor, não podemos negar as conseqüências de séculos de defasagem técnica do contrabaixo em relação a outros instrumentos. Enquanto no século XVI a técnica do violino já estava desenvolvida, a do contrabaixo ainda engatinhava, entre afinações indefinidas, tamanhos diversos do instrumento, número de cordas variados, e a uma possível dificuldade de deslocamento com o instrumento e uma conseqüente dificuldade de troca de experiências entre os contrabaixistas de localidades distantes.
Mesmo com todos os esforços contrabaixísticos para que o instrumento apareça mais – e bem -, tanto nas orquestras, quanto como instrumento solista, ainda há uma relutância cultural entre as pessoas em reconhecer esses esforços. Essa relutância é natural e decrescente frente às modificações históricas e técnicas do instrumento, mas ainda é também pouco digerida por nós, contrabaixistas.
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Sei que existem cursos de música em locais onde não há sequer um contrabaixista em muitos hectares. Penso que esse é um dos poucos casos “aceitáveis” de professores genéricos de contrabaixo, já que a contratação de um professor de contrabaixo exclusivo para pouquíssimos alunos envolveria um deslocamento grande e muitos gastos, na maioria das vezes, impossíveis de serem viabilizados com os escassos recursos de projetos modestos.
O que me aborrece são os cursos de música que, mesmo situados em grandes metrópoles ou bem próximos a elas, ainda insistem na velha fórmula de contratar professores de outros instrumentos para ministrar aulas de contrabaixo, sem ao menos tentar contratar um contrabaixista, professor de contrabaixo.
Existem muitos professores genéricos de contrabaixo, que podem ser excelentes violinistas, violistas, violoncelistas, trombonistas e tubistas mas que, como contrabaixistas, continuam sendo excelentes violinistas, violistas, violoncelistas, trombonistas e tubistas e só…

Outra coisa que me veio à mente é pensar no que faz um professor que não é de contrabaixo aceitar dar aulas de um instrumento que pensa haver alguma semelhança com o seu.
Em locais sem um contrabaixista a raios de distância, talvez isso possa até ser encarado como uma caridade e uma quase resistência cultural, já que o contrabaixo será apresentado a pessoas que sequer teriam a chance de conhecê-lo, se não fosse o projeto de música com seu professor genérico de contrabaixo.
Agora, não contratarem professor de contrabaixo em locais com dezenas de contrabaixistas pelas cercanias – muitos deles esperando por uma chance no mercado de trabalho -, para contratar um professor de contrabaixo genérico, além desconhecimento dos organizadores do projeto, isso também demonstra, no mínimo, o total desrespeito do professor genérico para com o colega contrabaixista de formação, que mereceria estar em seu próprio lugar.
Nas metrópoles, quando o projeto musical fica sem professor de contrabaixo repentinamente, “deslocar” um professor de outro instrumento para dar algumas poucas aulas até a chegada de outro professor de contrabaixo é um “quebra-galho” viável, desde que haja uma real movimentação da organização do projeto em arranjar logo o profissional, antes que todos se acomodem com a situação.
Mas, na impossibilidade de arranjar o professor de contrabaixo, penso que o curso deve ser interrompido.

Sem professor de contrabaixo, muitos jovens contrabaixistas estão com má-postura ao contrabaixo, muitos vícios no instrumento e… muitas dores pelo corpo.

Sei que quando se é jovem, muita coisa é passada por cima, no melhor modelito do “deixa assim”.
Só que a sua juventude, um dia será velhice e se você não se cuidar, a sua velhice ou mezzo-velhice será cheia de problemas de saúde.

Problemas de saúde (tendinites, bursites, dores de coluna, etc), advindos de uma má orientação ou de um estudo mal-direcionado (e/ou de irresponsabilidades de um modo geral), podem aparecer em qualquer instrumentista mas, ao estudar com um leigo no contrabaixo, as chances desses problemas aparecerem – e precocemente -, aumentam consideravelmente.

Penso que um mínimo de conforto e de responsabilidade são essenciais para todos os instrumentistas: instrumento regulado, macio e pequeno, cordas novas e macias, arco com crina razoável, uma boa resina, estante de música, banco confortável e uma boa iluminação no local de estudo e/ou trabalho. E um professor do próprio instrumento com experiência nisso e/ou com um currículo digno do cargo.

Contrabaixos chineses estão, na maioria das vezes, longe de ter uma qualidade fantástica, mas muitos são até bons para estudo, vêm com arco e capa e têm um valor bem acessível para projetos sociais.
Cordas tradicionais podem até ser caras, mas o custo-benefício compensa: melhor qualidade sonora e maior durabilidade. Embora não sendo o recomendável, essas cordas podem durar muitos anos. As cordas que vêm nos instrumentos chineses costumam ser de péssima qualidade: podem arrebentar, além de não segurarem a afinação corretamente.
O mesmo acontece com a resina (breu): gasta-se um pouco mais com uma tradicional, mas a durabilidade é de muitos anos.
O banco, a estante e a iluminação são baratos.
Atualmente, podemos calcular um gasto médio de R$ 3.500,00 (aproximadamente seis salários mínimos) para a compra de todo o material necessário para iniciar um curso de contrabaixo, incluindo a regulagem do cavalete.
Se o contrabaixo e o arco forem bem cuidados (sem tombos, batidas, banhos de sol, etc), assim como o restante do material, não há necessidade de manutenções freqüentes e nem de reposições. A troca das cordas e a troca da crina do arco podem ser feitas até de três em três anos (ou mais, embora o recomendável seja em menos tempo).
Voltando ao assunto inicial, não vou entrar nos méritos dos projetos sociais de Música, porque muitos têm trabalhos ótimos, mas acho um absurdo que alguns menosprezem o ensino do contrabaixo e o releguem a terceiro plano, seja porque o que importa são os outros instrumentos, seja porque o contrabaixo só precisa fazer pum-pum-pum e, para fazer pum-pum-pum, não precisa gastar dinheiro com um professor de contrabaixo. 
Com isso, os professores de outros instrumentos – que não podem fazer pum-pum-pum no seu próprio instrumento -, acabam dando aulas de contrabaixo, e fazendo muito pum-pum-pum com a saúde e a técnica dos alunos contrabaixistas.

Procure sempre se informar sobre os profissionais que darão aulas no curso de contrabaixo que você tanto quer fazer. Se não tiver um professor de contrabaixo original, desconfie do curso!
Se você resolver embarcar nessa mesmo assim, embarque consciente de que você estará sendo cúmplice de um crime executado por uma quadrilha formada pelos irresponsáveis pela organização e realização do projeto musical, junto do irresponsável do tal professor genérico, que atuará como falso contrabaixista.
Não é porque você é pobre, ou porque não tem dinheiro suficiente para pagar um curso de música, que você é obrigado a aceitar esmolas musicais.
O barato pode sair bem caro, e a próxima vítima das dores contrabaixísticas pode ser você… 

Portanto, sempre que possível, evite remédios contrabaixísticos falsificados…

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Notícia postada no site https://www.fundarte.rs.gov.br

O concurso de jovens solistas para a série de concertos de 2012 tem por objetivos oportunizar a jovens atuar como solistas da Orquestra de Câmara FUNDARTE, bem como, estimular e descobrir novos talentos.
Inscrições
Poderão se inscrever estudantes e/ou profissionais de até 25 anos de idade em todas as modalidades de instrumentosNão serão aceitas inscrições para canto.
As inscrições deverão ser feitas pelo correio, mediante ficha de incrição até o dia 03 de novembro de 2011.
Deverá acompanhar: Curriculum Vitae e repertório das obras estudadas.
Endereço:
Orquestra de Câmara FUNDARTE
Fundação M. de Artes de Montenegro – FUNDARTE
Rua Capitão Porfírio, 2141 – Montenegro/RS
CEP: 95780-000
As informações para inscrição e ficha de inscrição encontram-se no site www.fundarte.rs.gov.br
A seleção será realizada no dia 09 de novembro de 2011 nos seguintes horários:
9h/ 12h
13h 30min/ 18h
Local: Fundação M. de Artes de Montenegro – Fundarte

Repertório 
O candidato(a) deverá aprensentar uma obra para solista e Orquestra de Cordas, podendo ser um concerto, uma peça ou ciclo de peças. Para ampliar as possibilidades de repertório, serão aceitas obras para outras formações instrumentais que serão transcritas para orquestra de cordas. A definição sobre a possibilidade de transcrições ou orquestrações para Orquestra de Cordas será definida pela direção da Orquestra de Câmara FUNDARTE.
Vários eventos acontecerão no III Fórum de Música, Gestão, Educação e Cidadania, na cidade de Vassouras (RJ), de 12 a 16 de outubro de 2011. As inscrições são até o dia 07/10/2011
Dentre esses eventos, haverá oficinas instrumentais de: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, clarineta, saxofone, trompete, trompa, trombone, tuba, percussão, reparo e manutenção de instrumentos de cordas, reparo e manutenção de instrumentos de sopro e editoração de partituras.
As oficinas serão realizadas nos dias 13, 14 e 15 de outubro, de 9h às 12h e de 13:30h às 16:30h.
A oficina de contrabaixo será ministrada pelo competente contrabaixista Gael Lhomeau
As inscrições são gratuitas e todas as atividades acontecem em Vassouras, na Sede do PIM, que fica na Praça Eufrásia Teixeira Leite, 33 – Centro (em frente à Praça Barão de Campo Belo, ao lado do Casario Shopping)
Inscrições até o dia 07/10/2011.
Para se inscrever no II Fórum, clique aqui

 

Contrabaixo – Gael Lhoumeau / RJ

Nascido em Versailles (França) e radicado no Brasil desde junho de 2000, foi membro da Orquestra Sinfônica Brasileira de 2000 a 2004, e desde 2002 é contrabaixista da Orquestra Petrobras-Sinfônica. Apresentou vários recitais de contrabaixo e piano, tanto na Europa quanto no Brasil, e desenvolve uma intensa atividade em música de câmara. Obteve o Diploma de Mestrado em Contrabaixo no Conservatório Real de Bruxelas, na classe do Prof. Etienne Siebens, em 1996. Foi 1o contrabaixo da Orquestra de Câmara “Prima la Musica” e membro do grupo Black Jackets (música contemporânea). Atuou também com grupos conceituados como o Spectra Ensemble e o Ictus Ensemble (música contemporânea), e ainda tocou em várias orquestras sinfônicas: Orchestre Symphonique du Théâtre Royal de la Monnaie, Vlaams Radio Orkest, Orchestre National de Belgique.

Entre 1996 e 2000 foi professor de contrabaixo em duas escolas da região Bruxelles-Capitale, na Bélgica. Em 2005 e 2007 ministrou aulas de contrabaixo nos III e IV Festivais de Verão dos Canarinhos de Petrópolis. Foi convidado para participar do 9o Encontro Internacional de Contrabaixo em Goiânia, em 2011.
A SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA comunica que estarão abertas, após a publicação deste, as inscrições para chamamento público de candidatos visando à seleção de músicos para comporem os naipes da Orquestra Sinfônica Municipal, os quais exercerão atividades junto a esta orquestra, corpo artístico do Theatro Municipal de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura, durante o período de 1º de novembro a 31 de dezembro de 2011.

1.1– O teste destina-se à contratação de quatro profissionais instrumentistas para a composição de quatro naipes da referida orquestra, a saber:

1.1.1 – 01 (um) contrabaixo chefe de naipe, com possibilidade de fila;
1.1.2 – 01 (um) clarinete / clarone e requinta.
1.1.3 – 01 (uma) viola fila;
1.1.4 – 01 (um) fagote.

 (…)

1.6 – Ao Profissional Instrumentista de Orquestra será assegurado o pagamento mensal bruto referente à Prestação de Serviços junto a OSM, conforme descrito abaixo:
a) Para o contrabaixista chefe de naipe, R$ 6.504,00 mensais, perfazendo o valor total de R$ 13.008,00 (treze mil e oito reais) brutos pelo período. Caso o candidato seja aprovado para a função de fila, o valor será de R$ 6.114,00 mensais, perfazendo o total de R$ 12.228,00 (doze mil duzentos e vinte e oito reais) brutos pelo período;

 (…)

Repertório a ser executado na segunda etapa do Teste de Seleção*

Repertório para Teste de Seleção de Contrabaixo

Peça de confronto:
Giovanni Bottesini – Concerto para Contrabaixo nº2, Si menor
1º e 2º Movimentos, com cadência

Concerto * (escolher uma das opções a seguir)
Johann Baptist Vanhal – Concerto para Contrabaixo
1º e 2º Movimentos
Karl Ditters von Dittersdorf – Concerto para Contrabaixo em Mi maior
1º e 2º Movimentos

Excertos Orquestrais:

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº5 em Dó menor, Op.67
3º Movimento
• Início até o compasso 18
• Compassos: 44 ao 100
• Compassos: 141, com anacruse, ao 177, sem
repetição
• Compassos: 192 ao 213

Sinfonia nº9 em Ré menor, Op.125
4º Movimento
• Compassos: 8, ao 75 (Recitativo)
• Compassos: 454 ao 517

Richard Strauss – A Vida de Herói
• Números de ensaio: 9 ao 11

Giuseppe Verdi – Falstaff
3ºAto, Parte prima
• Números de ensaio: início até 4, 7º compasso
Otello
4º Ato
• Letras de ensaio: U até X, 7º compasso
Rigoletto
1º Ato, Nº3: Duetto
• Compassos: 14, com anacruse, ao fim

Gustav Mahler – Sinfonia nº1, “Titã”, em Ré maior
3º Movimento
• Compassos: 3 ao 10

Sergei Prokofieff – Tenente Kijé, Op.60
II – Romance
• Números de ensaio: 15 ao 16

Alberto Ginastera – Variações Concertantes, Op.23
Variação XI

Joseph Haydn – Sinfonia nº 6
3º Movimento – Trio
• Compassos: 35 ao 64

*OBS: o acompanhamento de piano, embora aconselhado, não é obrigatório; se desejado, tal acompanhamento deverá ser providenciado pelo próprio candidato.
(…)
2.1 – As inscrições estarão abertas no período de 28 de setembro a 05 de outubro de 2011, apenas nos dias úteis, no horário de 09h00 às 17h00, devendo a ficha de inscrição e demais documentos serem entregues na sede da Orquestra Sinfônica Municipal, situada no Theatro Municipal, Praça Ramos de Azevedo, s/nº, 3º andar, Sala 20 – Centro – São Paulo / SP, CEP 01037-010. Os envelopes poderão também ser enviados por Sedex, com aviso de recebimento, para o mesmo endereço, com data de envio até o prazo de inscrição. Maiores informações poderão ser obtidas pelos telefones nº (11) 3397-0361 ou 3397-0362, ou pelo site https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/theatromunicipal/.
2.1.1. A ficha de inscrição (Anexo I) poderá ser obtida no site (https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/theatromunicipal/) ou na sede da Orquestra.

Para ler o Edital, clique aqui

Notícia postada no site https://portaldepaulinia.com.br

As crianças e adolescentes, de 6 a 18 anos, que têm o desejo de aprender a tocar flauta transversal, clarinete e contrabaixo podem se inscrever no Espaço Cultura e programar sua avaliação. Os estudantes que mais se destacarem poderão integrar a Orquestra Jovem de Paulínia.
A aplicação de aulas teóricas e práticas, ensinando as peculiaridades de cada instrumento será a metodologia utilizada pelos professores Antonio Carrasqueira, de flauta transversal e Sergio Burgani, de clarinete.
O Espaço Cultura fica na Av. Prefeito José Lozano Araujo, 1.515, no Parque Brasil 500.
Adoro o contrabaixista Bozo Paradzik!
Ele consegue deixar o contrabaixo intenso, imenso,extenso,  expressivo, lindo…
Deixa a música como gosto de ouvi-la e senti-la, e sintetiza toda a emoção que o contrabaixo me transmite em sons…
Sou uma contrabaixista de muitos ídolos contrabaixistas, mas quando quero apreciar a beleza intensa de um contrabaixo tocado com muita alma, respiro Bozo Paradzik…
Aqui vãos os links de um ótimo documentário (em quatro partes) sobre esse grande contrabaixista croata. Espero que vocês gostem!

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=t1m8aLIGqtw]

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Hiz7Wi8Tgqs]

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=4w7Zb7eQJDo]

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=jY212nlT5TQ]



Notícia postada no site https://www.canalconcursos.net


 

A Prefeitura Municipal de Ribeirão Pires, em São Paulo abre Concurso para 67 vagas em diversos cargos, entre eles: Orientador de Arte (Desenho de moda, bateria/ percussão, canto lírico, clarinete, contrabaixo acústico e elétrico, desenho artístico,
fagote, flauta transversal, guitarra, musicalização infantil, oboé, percussão erudita,
piano erudito, piano popular, teoria musical, trompa, trompete, tuba, viola erudita,
violão erudito, violino e violoncelo).

Os salários variam de R$ 624,65 a R$ 2.312,68 por 20, 30 e 40 horas semanais.

Inscrições:

As inscrições podem ser feitas de 23 de setembro a 20 de outubro de 2011, pelo site https://www.mouramelo.com.br/, ou de forma presencial, na Prefeitura de Ribeirão Pires que fica na Rua Miguel Prisco nº 288, de segunda a sexta- feira das 9h às 17h.
As taxas de inscrições variam de R$ 18,00 a R$ 51,00.

Provas:

As provas serão Objetivas e previstas para o dia 13 de novembro de 2011.
OBS: O Concurso tem validade de 1 ano, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Prefeitura de Ribeirão Pires.



Leia o Edital aqui

Hoje, recebi o comentário abaixo de uma pessoa anônima, que se deu ao trabalho de enviá-lo quatro vezes, nos quatro posts de recitais de contrabaixistas.
“basteirol!!
esse blog ja foi muuuiiito melhor
cade as dicas os macetes?????
emvez de ensinar contra baixo
ta ensinando surfar no google ,.
enganacao pura ..
muda logo o nome desse blog

P..”

Na hora de elogiar o trabalho feito neste blog, poucos aparecem, mas na hora de criticar, penso que um mínimo de educação, bom-senso e respeito também deveriam existir…
Esse “comentário” bem poderia ter sido escrito assim:
“Tenho notado que você quase não tem postado no blog seus textos sobre as orientações e as dicas contrabaixísticas. Prefiro esses textos, aos textos da internet. Espero que você possa voltar a escrevê-los com mais frequência, ok?”
Sou favorável à crítica construtiva mas, como não foi o caso, vamos à resposta:
Este blog existe desde o dia 22/5/2011.
Com quase quatro meses de existência, nunca ganhei um centavo com ele. Ele foi criado e está sendo mantido porque gosto dele.
Dentro dos limites éticos pré-estabelecidos, posto o que quer que seja nele quando quero ou quando posso, assim como tenho a liberdade de escrever nele quando quero ou quando posso.
Se opto por postar notícias ou textos contrabaixísticos da internet, o faço porque os achei úteis e/ou interessantes, sem contar que são sobre o contrabaixo, e nada melhor do que dividir este assunto com contrabaixistas ou fãs de contrabaixo, embora eu não seja obrigada a escrever ou postar somente sobre contrabaixo
Este blog se chamaBlog da Voila Marquese não “orientações ou dicas contrabaixísticas”. “Orientações contrabaixísticas” é um dos marcadores do blog, assim como “eventos contrabaixísticos” também é, entre outros marcadores. Como você pode ver, o nome do blog é o meu nome. Mudar, por quê?
Além de se chamar “Blog da Voila Marques”, este blog em nenhum momento se propôs a ser um blog exclusivo de orientações e/ou dicas contrabaixísticas, mesmo que isso seja uma boa parte do meu trabalho.
Se eu quiser postar somente sobre batons, é um direito meu, assim como é o de quem não quer ler, procurar blogs mais interessantes. 
Postar sobre as “orientações contrabaixísticas” é uma proposta pessoal minha, não extensiva a mais ninguém, ou seja, posto se quiser e quando quiser sobre isso.
Gostaria que você se lembrasse sempre disso: não tenho obrigação nenhuma de escrever sobre orientações ou dicas contrabaixísticas ou sobre qualquer outra coisa, ainda mais de graça. 
Faço isso porque quero ajudar e/ou dividir minha experiência com os colegas contrabaixistas, tanto os que não têm professor, quanto os que têm e/ou os que são professores, já que o material em Português é bastante escasso. 
Corrigindo e clareando as suas idéias: eu não “ensino contrabaixo” nos meus textos: eu oriento e/ou divido as minhas experiências contrabaixísticas.
Detalhe: a palavra contrabaixo se escreve assim, junto. Mas isso é só um detalhe, porque você deve ser contra baixo e contra baixista. Para ser a favor, tem que aprender primeiro a respeitar o trabalho dos outros.
Outra coisita: não estou enganando ninguém. Você é quem está se enganando: lê, mas não entende o que lê.
Portanto, antes de fazer esse tipo de crítica ou de sugestão como você fez, se esforce para entender o que está escrito no blog (nome do blog e este texto, por exemplo). 
Finalizando, caro anônimo idiota, posto no MEU blog o que eu quiser e não o que você quer ler. Não sou sua empregada.
Se você quer reclamar do blog, escreva com educação. 
Se a educação não existe, o mouse é a serventia da página! E boa viagem!…

Notícia postada no site https://www.sampaonline.com.br

A violinista holandesa Isabelle Van Keulen junta-se ao contrabaixista alemão Rudiger Ludwig, à pianista israelense Roglit Ishay e aos Solistas de Paulínia para uma única apresentação.



Data: 5 de outubro de 2011 – 4ª feira, às 21h
Local: Cultura Artística
Endereço: Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 (Itaim Bibi)
Tel: (11) 3258-3344
Ingressos: R$ 30,00 

Texto extraído do site https://www.concertospaulinia.com.br


Rudiger Ludwig

Rüdiger Ludwig nasceu no ano de 1970,em Mainz, onde iniciou seus estudos de contrabaixo aos quinze anos de idade. Um ano depois já fazia parte da Orquestra Jovem Nacional Alemã, participava das classes para jovens talentos no conservatório de Mainz e, dois anos mais tarde, teve a oportunidade de continuar seus estudos com o professor Günter Klaus na Escola Superior de Música e Arte Performática de Frankfurt em Main.

Em 1991 entrou na Orquestra Jovem da União Européia, onde conquistou o postode principal contrabaixista, sob a direção de maestros como Claudio Abbado, Bernard Haitink, Carlo Maria Giulini, Mstislav Rostropovich, Vladimir Ashkenazy and James Conlon.

Após tocar por um ano na Orquestra da Radio Saarbrücken, Rüdiger Ludwig passou, em 1995, a ser co-principal contrabaixista na NDR Hanover Radiophilharmonie, onde continua até hoje, participando de concertos tanto no rádio quanto na televisão da Alemanha e também em diversos outros países como Japão, Espanha, Brasil, Argentina, Polônia, Itália, Suíça, França e Noruega.

Também, é constantemente convidado a se apresentar com diversas orquestras: a Hamburg State Opera, WDR Radio-Orchestra Köln, HR Radio-Orchestra Frankfurt, Luzern Festival Orchestra, Norwegian Chamber Orchestra, entre outras. Ao longo dos anos ele interpretou todos os principais concertos para contrabaixo com diversas orquestras.

Rüdiger Ludwig realizou gravações para a NDR Radio, em trabalhos solos ou de música de câmara, como integrante do Ensemble Oktoplus, junto a outros solistas da NDR Radiophilharmonie.

Além disso, toca regularmente música de câmara ao lado de artistas como Isabelle van Keulen, the Leopold String Trio e Ulrike Payer.

Ele toca um contrabaixo de Auguste Sebastien Phillipe Bernardel (“Вernardel Pere“) de 1856.

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