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Um auto-parabéns para o Blog da Voila Marques, que está completando 5 meses de vida, e um obrigada aos olhinhos contrabaixísticos e não-contrabaixísticos de todos vocês!

Aqui vão os números:
191 postagens contrabaixísticas e 41 não-contrabaixísticas;
Mais de 4 mil visitas e quase 10 mil visualizações de páginas (desde que foi colocado o 1º contador);
Visualizações de 25 países e de 377 cidades;
12 comentários.

E parafaseando o grande escritor português Fernando Pessoa, tudo vale a pena, quando a alma não é pequena … e adora os graves!…

 Notícia postada no site https://www.casadamusica.com

Audições em curso para contrabaixo tutti e violoncelo tutti.

Contrabaixo Tutti

Contrato temporário: até julho 2012
Terça, 15 de novembro de 2011, às 10h

Programa
Durante uma prova única, os candidatos apresentarão:
· uma obra à escolha do candidato, com ou sem acompanhamento de piano*, de duração não superior a 6 minutos;
· alguns excertos** de repertório da Orquestra para esta temporada, incluindo um excerto com uso de um contrabaixo de 5 cordas;
*a Fundação Casa da Música não fornece pianista.
** a lista pormenorizada e completa destes excertos será publicada brevemente no site da Casa da Música.
Data/hora limite para recepção de candidaturas:
sexta-feira, 11 de novembro de 2011, até às 17h
(devendo ser indicada a obra à escolha)
A candidatura (com CV) a ser enviada por correio ou e-mail, deverá ser recebida até à data/hora mencionada para o seguinte endereço:
Orquestra Sinfónica do Porto
Casa da Música (Audições)
Fundação Casa da Música
Avenida da Boavista 604-610
4149-071 Porto | Portugal
tel: +351 220 120 200
e-mail: audicoesos@casadamusica.com
www.casadamusica.com
PDF do concurso: clique aqui

Notícia postada no blog https://garimpandobeleza.blogger.com.br, com os créditos para o site https://www.movimento.com e escrito por Edson Tadeu Ortolan.

“Maestro – Sujeito magro, porte austero. Veste-se muito bem, adoraria usar roupas mais confortáveis, mas a imagem não permite. Oculos é obrigatório. Careca (ou quase). Um cara normalmente chato, aquele que só é convidado para o “choppinho de depois do concerto” por obrigação. Olha a todos de cima, mas adoraria ser popular. Suas piadas não têm graça nenhuma, mas todos riem. Em suma, é o idolo do violinista, mas, no fundo no fundo, admira o trompetista. Carro preto ou prateado do ano.
Oboísta – Todo oboísta queria ser maestro, mas a timidez o impede. Sempre muito reservado,necessita ter tudo sob controle. Perfeccionista por natureza. Dedos finos e cabelo sempre bem alinhado. Fica sempre meia hora depois do ensaio, limpando o instrumento. Vai à manicure, mas é segredo! Seu momento de glória é dar o Lá para afinar a orquestra.
Violinista – Alto, sempre com um pinta de importante. Adoraria ser maestro, mas acha uma posição muito inferior ao seu talento. Considera-se o mais importante da orquestra e tudo que diz reforça essa tese. Antes do ensaio, toca sempre partes do concerto de Brahms, para impressionar os outros violinistas. Quando o maestro chama a atenção de outro naipe, o violinista sempre dá um sorriso sarcástico, quase imperceptível. Sai de cada ensaio com o orgulho de “dever cumprido” e vai para casa – um apartamento minúsculo – onde uma foto da mãe está acima do espelho gigante na sala.
Violoncelista – É um cara legal. Um amigo para toda hora, mas muito fofoqueiro. Sabe da vida de todos da orquestra. Adora tocar solos de violino nos harmonicos só para irritar os violinistas. Loiro, o cellista é mais charmoso do que bonito. Acha-se um privilegiado por não ter que levantar no final do concerto e é vaidoso.
Contrabaixista – Baixinho e temperamental. Escolheu o contrabaixo para “impor respeito”, mas o tiro saiu pela culatra. Estuda somente nos ensaios, a não ser que tenha que tocar uma peça barroca, onde é o único a tocar o baixo. Acha-se importante por sustentar toda a orquestra, mas na verdade sabe que ninguém o ouve. Sempre com camisa branca e cabelo curto. Toca baixo elétrico secretamente.
Pianista solista – Cabelo preto e curto. Sempre ocupado porque precisa “estudar”. Nunca vai a festas, e, quando aparece, vem sozinho e sai mais cedo. Quando olhamos em seus olhos, nunca sabemos o que está se passando pela sua cabeça. Tem um papo agradável, mas é um alienado em relação a assuntos extra-musicais. Adora comparar gravações de outros pianistas. Tem sempre uma ou duas cantoras apaixonadas por ele, mas está sempre muito ocupado para relacionamentos. Admirado pelos violinistas, acha tocar música de câmara uma perda de tempo. 

Autor: Edson Tadeu Ortolan – em 13/3/2005″

Em 47 anos de carreira, Osmar Milito é um dos mais renomados pianistas brasileiros, tendo acompanhado artistas como Edison Machado, Paulo Moura e Vinícius de Moraes. 
Junto com o talentoso e charmoso contrabaixista Augusto Mattoso e com o baterista Xande Figueiredo, o Osmar Milito Trio reviverá a temporada de 10 anos de sucesso no Mistura Fina da Lagoa. 
O trio interpretará standards da bossa nova e do jazz, como Sonho de Maria, Killer Joe e Nature Boy, e o espetáculo estará repleto dos sucessos que fizeram do Mistura Fina a casa mais concorrida do Rio de Janeiro.

Osmar Milito – piano
Augusto Mattosocontrabaixo
Xande Figueiredo – bateria

Data: 22/10/2011 – sábado

Horário: 21h à 1h
Local: TribOz – Centro Cultural Brasil-Austrália
www.triboz-rio.com
Endereço: Rua Conde de Lages, 19 – Off-Lapa
Estacionamento rotativo na Rua Conde de Lages, 44 (R$ 5,00)
Couvert artístico: R$ 20,00
Abertura da casa: 20h 
Informações e reservas: (21) 2210 0366 – 9291 5942

Aí vai um pouco da arte do Trio para vocês ouvirem:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=-RYiNrW7eR4]
A double bassist carved on 18th century Alsatian buffet.
A história do contrabaixista do vídeo que vocês vão ver é prá lá de interessante, e nos mostra que contos de fadas modernos podem existir, desde que com muito estudo e dedicação, aliados àquela pitada de sorte, imprescindível em todos os contos de final feliz…
No nosso conto de fadas contrabaixístico, o humilde camponês vai tocar contrabaixo num rico palácio, e seu talento é reconhecido por um rei muito famoso, que o convida para aperfeiçoar a sua arte contrabaixística em suas terras. Com isso, ele termina virando um príncipe do contrabaixo e ganha uma carta mágica com poderes de fazê-lo viajar pelo mundo com a sua arte e ser feliz para sempre, e fazer muitas pessoas felizes com isso…

Licença Creative Commons
Orientacoes Contrabaixisticas by Voila Marques is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas License.

Com vocês, o príncipe contrabaixista, Adriano Costa Chaves:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=T9NnTurBlUU]

Notícia postada no site https://www.vivamusica.com.br

Thatyana Silva e Cristiano Costa, clarinetes
Natália Terra, contrabaixo
Orquestra Jovem Música no Museu
Anderson Alves, regente.

Data: 04 de novembro de 2011, sexta-feira
Hora: 12:30h
Entrada franca
Série: “Música no Museu”

Local: Centro Cultural Light
Endereço: Av. Marechal Floriano, 168 – Centro
Tel.: (21) 2211-4515

Programa:

Sibelius: Andante festivo
Anderson Alves: Concerto para clarineta e orquestra de cordas
Villa-Lobos: Prelúdio das “Bachianas brasileiras N. 4”
Bottesini: Gran duo para contrabaixo, clarineta e cordas
Mendelssohn: Sinfonia N. 2 em Ré maior para orquestra de cordas.

Aqui vai um vídeo (2008) da Natália para vocês verem:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=_hSM8fl8-c4]
Acabo de achar esse texto pela internet, que caiu como uma luva nos meus olhinhos contrabaixísticos.
Qual contrabaixista nunca sentiu alguma afinidade com os tubistas?
Quantos contrabaixistas não viraram contrabaixistas da mesma forma que o autor desse texto imaginou ser o destino dos nunca d’antes imaginados tubistas?
O contrabaixo acústico também é conhecido – entre outros apelidinhos fofos (rabecão, armário…)-, por Maria Gorda.
Depois de ler esse texto, descobri que somos a Maria Gorda, vizinha da Tia Bunduda…
Texto extraído do blog https://livroseafins.com , escrito por Alessandro Martins:
“(…)
A tuba
Não há nada de sexy em uma tuba. O som é engraçado – não no sentido de gracejo, mas de cômico e de patético -, o formato é desengonçado e a forma de tocar desajeitada. É fácil imaginar bochechas infladas e rosadas e uma testa suando. Ao se ouvir uma orquestra várias perguntas surgem a respeito das escolhas dos instrumentistas. Afinal, o que leva alguém a tocar fagote, ou oboé, ou contrabaixo?
E para todos há respostas plausíveis. O fagote tem um timbre inigualável e exótico, o oboé, a complexidade e as nuances e até o contrabaixo tem seu glamour, seu apelo e seu tamanho desajeitado – que muda completamente a vida de seu instrumentista – celebrizado pelo monólogo O Contrabaixo, de Patrick Suskind. O contrabaixista é uma espécie de cristo da orquestra que, diariamente, precisa carregar sua cruz. Mas até para ele se consegue respostas. Talvez um certo masoquismo, uma certa megalomania, um certo apego a grandes objetos e a sons graves.
Mas o que leva alguém a tocar tuba? Contingência. Contingência é a primeira palavra que me vem à boca. Como a posição de goleiro. Nem sempre alguém quer assumi-la. Mas alguém tem que fazê-lo. A tuba não é uma amante. Não é nem mesmo uma esposa, a quem mais das vezes se está unido pelos laços burocráticos do matrimônio. Ela é uma tia bunduda.
Como se tornar tubista
Consigo imaginar a história de alguns tubistas – é assim que se chama? O sujeito, em casa, descansa. Assiste algum seriado na tevê e o telefone toca.
– Opa! Beleza, Antenor? Precisamos de alguém na nossa orquestra…
– …
– Pois é! Falta um músico…
– …
– Não importa que você não saiba tocar nada… aprende o básico na hora e o resto vai sem pressa…
– …
– Vem pra cá. Acho que já tenho até um instrumento pra você…
– …
– Ninguém quer tocar porque é… bem… meio complexo…
– …
– Não, não… você pega com facilidade… não importa se é complexo. O importante é que ele é um grande instrumento. Essencial e único. Na hora eu digo qual… é… ahn… surpresa…
Sim. O fato é que, em princípio, ninguém quer tocá-la. A tuba é um instrumento pelo qual ninguém se apaixona. As pessoas se apaixonam pelo saxofone e seu som sensual, pelo trumpete e seus toques triunfantes, até pela nobreza aristocrática das trompas, mas nunca pela tuba. Até o nome é pouco atraente.
De início o sujeito coloca aquela coisa – digo, aquele instrumento – no colo, meio ressabiado. Aprende a embocadura e tira os primeiros sons. Talvez tenha sido um trumpetista que não deu certo. Talvez em uma orquestra de menor porte tivesse a chance de tocar clarinete.
O fato é que, quando ele percebe, já está encaixando a boca naquele metal como quem encara uma gengiva banguela. Na verdade, isso é só uma imagem por demais forte para, talvez, causar algum impacto no leitor e assim sensibilizá-lo para o drama que vive este personagem. Mas uma amiga, que prefere não se identificar, afirma que namorou com um tocador de tuba e garante que ele beijava como ninguém. (…)”
Aí, falando em beijo, eu me lembrei de uma ótima piadinha contrabaixística:
Tava um contrabaixista tocando na noite em algum bar quando, de repente, ele se vira para o baterista e pergunta:
– Você beija quando f…?
O baterista olha para ele meio que sem entender a pergunta, ainda mais àquela hora da madrugada, e deixa o contrabaixista prá lá.
Como o baterista não responde nada, o contrabaixista repete a pergunta:
– Você beija quando f…?
– Claro!
– Então me agarra e me beija, porque você está me f….endo a noite toda, sem um beijinho sequer!

Nem todos os contrabaixistas têm a sorte de conseguir um contrabaixo bom para tocar e/ou estudar.
A qualidade dos instrumentos é tão diversificada, que alguns contrabaixos até se dão ao luxo (?) de ser chamados mimosamente de “caixotinhos de bacalhau”…
O amor é lindo, não é mesmo?

Mas, mesmo sendo o talvez-não-tão-feliz proprietário de uma preciosidade dessas, pense que pelo menos você tem um contrabaixo, enquanto muitos aspirantes a contrabaixistas -e até mesmo alguns contrabaixistas-, sequer têm um, valendo-se de sonhos ou de instrumentos emprestados enquanto a cegonha contrabaixística não os visita.

Parafraseando um antigo ministro que dizia que o “cachorro também era um ser humano como outro qualquer” (ou algo do tipo), podemos dizer que até os caixotes de bacalhau também são instrumentos e, por isso, merecem cuidados, mesmo quando destituídos de atrativos.

Por mais esdrúxulo que possa parecer, contrabaixos também são instrumentos frágeis e delicados.

Assim como no famoso filme de faroeste Shane, de George Stevens, Os Brutos também Amam, na nossa vida contrabaixística os “brutos” também são – e devem ser- amados… Bem amados, please!

Mas para que esse amor não termine em tragédia operística, gostaria de passar para você alguns cuidaditos básicos bem democráticos, que servem para tanto para contrabaixos, quanto para contrabaixistas, feios ou bonitos, bons ou péssimos.

Quando se fala em cuidados, um dos primeiros quesitos são os tombos.
Tombos são uma questão de física, de muita sorte e de alguns cuidados.

De um modo geral, o tampo do instrumento (parte da frente) é uma parte delicadíssima, e tombos em que o contrabaixo se estabaca com o cavalete voltado para o chão, ou quando algo atravessa o tampo do instrumento, costumam causar grandes avarias a ele, muitas delas irreversíveis.
Às vezes, o estrago é tão grande que a solução é trocar o tampo do instrumento, e nem sempre compensa fazer isso, financeiramente falando.
Em outros casos, trocar por um tampo do mesmo nível do original sai tão caro, que não tem como fazer o serviço com esse nível de exigência…

Instrumentos de madeira são mais resistentes ao tempo que os de compensado.

Aqui vão uns cuidadinhos básicos, quase um segredinho de beleza para o seu contrabaixo:

Evite deixar o contrabaixo no chão; apoie o bonitinho no canto da parede (quina), com o cavalete voltado para a parede; com os “ombrinhos” apoiados nas paredes; com os “quadris” um pouco afastados das paredes; e com o braço alinhado exatamente na linha entre as duas paredes. Ele ficará ligeiramente inclinado para frente, ou seja, com os “ombrinhos” mais próximos da parede e com os “quadris” um tico mais distantes dela.

Cuidados durante as apresentações: evite deixar o seu lindo no chão.
Se não houver jeito, proteja as laterais dele com uns caquinhos de madeira ou pedacinhos de borracha, para que a madeira não fique em contato direto com o chão, porque o verniz vai embora com isso. Contrabaixo não é enceradeira.

Outra coisita: fivelas de cintos costumam arranhar todo o verniz do instrumento. Vire a fivela para o lado, ou ponha um pano sobre ela ou vá sem cinto. Pense que, se a calça cair, o contrabaixo te protegerá, ou te dará a chance de encarar – de frente – uma grande performance!…

Se você foi apoiar o fofinho na cadeira, veja se ela é segura, e se ele está com o “C” – aquela curvinha que fica entre o “ombrinho” e o “quadril”- bem assentada na cadeira.
Avente a possibilidade que ele pode escorregar e cair.
Pense que não é só você que escorrega na poltrona comendo batata frita na frente da televisão, e que contrabaixos não precisam nem de batata frita para isso: só do seu descuido.

Se você for mesmo colocá-lo no chão, eleja um local menos movimentado para isso, ou seja, com o cavalete voltado para uma parede, com o espigão protegido de pernas cegas, e com uma boa quantidade do fio da captação por perto, pois caso algum imbecil resolva tropeçar no fio, ainda há uma margem de fio antes dele levar o seu contrabaixo junto.

E NUNCA deixe o contrabaixo apoiado num banco de contrabaixo, daqueles altos.
Alguns palcos mais assanhados sacodem até com os passos das pessoas, e alguns pisos são tronchos.
Para você não ficar na neura de pedir para passarem com cuidado perto do seu contrabaixo que a-do-ra ficar sentado no seu lugar enquanto você não está, ou de ficar verificando o caimento do palco, adote a mania de deixá-lo em locais mais seguros.

Sabe aquele ditado que diz que “para morrer, basta estar vivo”?
Pois é, para o contrabaixo morrer basta estar em qualquer lugar, porque em pé ele pode cair, sentado ele pode cair e deitado ele também pode cair, se aquele estúpido tropeçar nele…

Essa é uma dica especial para as moçoilas contrabaixistas: cuidado com o trio sertanejo Contrabaixo, Saia Comprida & Escada. E processem o empresário que quiser fazer um quarteto com o Salto Alto…
Agora, se não der para terceirizar o serviço de subir escadas com o contrabaixo, bem acompanhado da Dona Saia Comprida e do Seu Salto Alto, dê um charmoso nó na sua saia, na altura dos joelhos.
É melhor arranjar um nó na saia do que arranhões no joelhinho tímido e escoriações no contrabaixo dublê de avião…

Afora tombos e arranhões, aqui vai mais uma dica: capas de material sintético são ótimas para fazer churrasquinho de contrabaixo. Basta um cigarrinho por perto, ok?

Contrabaixos também sofrem de hidrofobia: a madeira molhada e/ ou a umidade podem descolar o instrumento, empená-lo e… desvalorizá-lo, ou fazer você gastar dinheiro para tratar do “resfriado” adquirido no quase inocente banhinho.

Para quase terminar, a resistência física do instrumento depende mais do material que ele foi feito, da construção dele e do cuidado que se tem com ele, do que do tamanho.

Nem todos os contrabaixistas têm a sorte de conseguir um contrabaixo bom para tocar e/ou estudar, mas o inverso também é verdadeiro: nem todo contrabaixo tem a sorte de conseguir um contrabaixista cuidadoso que o toque e/ou estude…

E para terminar de vez, desculpem-me a sinceridade, mas acho que esses trogloditas que pisam no contrabaixo – e de sapatos!- com a pretensão de fazer disso música, deveriam sempre levar um bom tombo na hora das apresentações, daqueles de quebrar braço e perna, até pararem de torturar um pobre e inocente contrabaixo, que só veio ao mundo para fazer… música!

Licença Creative Commons
Orientacoes Contrabaixisticas by Voila Marques is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas License.

Acabo de ver esta notícia. 
Não sei se ainda dá tempo de se inscrever, mas se você estiver interessado, entre em contato com a Casa de Cultura do Butantã.
Notícia postada no site https://www.guiabutanta.com , em 15/8/2011.
“O maestro João Maurício Galindo, junto à Subprefeitura Butantã, convida crianças e adolescentes, entre 10 e 17 anos, para o projeto de formação de músicos para a futura Orquestra Raposo Tavares. A iniciativa é gratuita e acontece na Casa de Cultura do Butantã.
As aulas, com ênfase em música erudita e popular, têm como objetivo habilitar crianças e jovens da região a manusear instrumentos de corda (violino, contrabaixo, viola e violoncelo). As turmas são formadas por 30 alunos, sendo duas realizadas no período da manhã e duas no período da tarde. As aulas são coletivas e não há exigência de conhecimentos prévios. A Casa de Cultura Butantã disponibiliza 120 vagas. As atividades têm início no momento da inscrição que pode ser feita no próprio local.
Serviço:
Local: Casa de Cultura do Butantã.
Endereço: Rua Junta Mizumoto, 13 – Jardim Peri-Peri. Tel.: 3742-6218. Acessibilidade garantida. Entrada franca
Inscrições gratuitas
Início Imediato
Manhã: 8h30 às 10h; 10h15 às 11h45
Tarde: 13h30 às15h; 15h15 às 16h45

Fonte: Prefeitura de São Paulo”

Notícia postada no site https://www.conservatoriodeitajai.com.br

(…)
2. PÚBLICO-ALVO
Músicos que possuem proficiência nos instrumentos: contrabaixo elétrico, piano, guitarra,
saxofone, flauta transversa, trombone, trompete, violão, percussão, bateria e canto.
(…)

Inscrições: de 03/10/2011 até 25/11/2011, das 8h às 19h.
(…)

5. PROVAS
5.1 – Avaliação de Conhecimentos
O Processo Seletivo constitui-se de duas Provas.
Primeira Fase

I – Uma prova de Estruturação Musical que identificará o nível de conhecimentos musicais, abordando os seguintes conteúdos: Leitura nas claves de sol e fá; Figuras rítmicas e pausas; Regras de notação gráfica musical; classificação dos intervalos, intervalos simples e compostos, inversão de intervalos, intervalos melódicos e harmônicos; Tríades; Graus da escala; Escalas nos modos maior e menor, sendo a última nas formas natural, harmônica e melódica; Compassos simples e compostos, unidades de tempo e de compasso; Tons vizinhos, tons homônimos e tons relativos; Sinais de expressão, sinais de dinâmica.
Segunda Fase
II – Uma prova Prática de Habilitação Específica, que deverá ser executada no Instrumento ou Voz, conforme inscrição, na qual será avaliado o desempenho técnico-interpretativo do candidato, devendo este apresentar uma peça de livre escolha e outra sugerida pela Banca Examinadora.
III – Uma entrevista para traçar o perfil do candidato.
IV – Execução de um solfejo ou leitura rítmica.
Serão eliminados do Processo Seletivo os candidatos que:
a) Não tiverem realizado qualquer uma das provas;
b) Não comparecer ao horário marcado para realização da Prova Prática;
c) Não apresentar documento de identificação no dia das Provas.
(…)
7. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
O Conservatório de Música Popular Cidade de Itajaí oferece cursos de instrumento e canto, visando formar músicos que tenham proficiência no instrumento, domínio de diversos estilos e equilíbrio entre conhecimento prático e teórico, permitindo-lhes atuar profissionalmente no mercado de trabalho na área da música.
Os cursos têm duração de 03 (três) anos – seis semestres e as admissões de alunos ocorrem anualmente após aprovação em Processo Seletivo, ou no segundo semestre de cada ano em eventuais editais de vagas remanescentes, com duração de três anos e meio.
A Ementa dos Cursos oferecidos são compostas pelas seguintes disciplinas: Teoria Musical (obrigatório); Harmonia da Música Popular (obrigatório); Arranjo (obrigatório); Percepção (obrigatório); Rítmica (obrigatório); Prática Instrumental (obrigatório); Instrumento (Piano, Violão, Guitarra, Contrabaixo, Bateria, Canto, Percussão, Flauta, Trombone, Trompete e Saxofone) (obrigatório); História da Música Popular (obrigatório); Apreciação Musical (obrigatório); Tecnologia em Música (obrigatório) e Canto Coral (obrigatório).

Informações: www.conservatoriodeitajai.com.br

Para ler o Edital, clique aqui

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