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Rats Domino... rodent jazzes it up by pluking away on tehe double bass

Mais uma fábula contrabaixística …

Era uma vez um contrabaixista que morava no campo.

Ele levava sua vida contrabaixística tranquilamente. Estudava pouquíssimas horas de contrabaixo por dia – para quê essa pressa toda, sô? – e, devagar e sempre, ensaiava duas vezes por semana na orquestra da sua cidadezinha campestre.

Um dia, ele recebe a visita-surpresa de seu Primo Contrabaixista da Cidade, que chega de carro com o contrabaixo, banquinho, e toda a parafernália inútil das pessoas pouca afeitas aos ares campestres: aparelhagem de som, amplificador, home theater, hambúrgueres congelados, feijoada enlatada, tudo amontoado dentro do carro pequeno, e a brigar por um lugar ao ar-condicionado com o contrabaixo.

O Primo Contrabaixista do Campo, feliz com a visita para lá de inesperada, logo convida o recém-chegado primo cosmopolita para participar de um ensaio da orquestrinha local.

O Primo Contrabaixista da Cidade aceita o convite muito a contragosto, e vai ao ensaio com o primo, logo após um lanche horrorosamente saudável – com frutas do campo, da grama, da árvore e da moita-, e ainda suporta bravamente o exército de bocejos que o ataca incessantemente durante todo o ensaio. Como? Bocejando mesmo, ora!

Mais um dia no campo e outro ensaio maçante são suficientes para o Primo Contrabaixista da Cidade fazer sua trouxa acústica e eletrônica e botar as quatro rodas na estrada de volta ao lar-doce-lar contrabaixístico, não sem antes convidar o Primo Contrabaixista do Campo para passar uns dias na cidade.

Lá um dia, poucos dias depois, Primo Contrabaixista do Campo chega à casa do Primo Contrabaixista da Cidade, acompanhado do seu contrabaixo, dos seus chás, da sua alface fresquinha – mas não tanto-, trazendo até mesmo uma ripa de madeira recém-salva do trovão para – quem sabe? – o primo fazer um arco.

O Primo Contrabaixista da Cidade, após se refazer do susto de ver o Primo Contrabaixista do Campo aceitar um convite de mentirinha, e de revê-lo assim tão, tão de repente, não vê outra saída senão a de levar o primo para o ensaio de sua orquestra, que começará em uma hora …

Na ida, o Primo Contrabaixista da Cidade, para agradar o Primo Contrabaixista do Campo, resolve fazer mais uma média de mentirinha com o primo e bajulá-lo o quanto pode afinal, um talento assim tão digamos, campestre, precisa conhecer novos ares, novas orquestras …

Ele só não falou mais, porque tinha que sobrar espaço para que ele pudesse contar todas as vantagens sem desvantagens de ser um contrabaixista da cidade, com bons salários, bons empregos, contrabaixos maravilhosos, ótimos cachês, com as facilidades ilimitadas para se entrar para uma orquestra, etc, até que termina com uma pérola: “Vou falar com o maestro hoje mesmo, para você fazer um cachezinho básico lá na orquestra! Você precisa mudar de ares, e ver o que é uma orquestra de verdade! …”.

O Primo Contrabaixista do Campo fica tão empolgado com a possibilidade de ver de perto as tão sonhadas luzes da ribalta que, inocente coitado, acredita em tudo o que o primo fala, e o que é pior, ao chegar à orquestra, pega logo um contrabaixo que está abandonado nos bastidores do teatro, o leva para o palco, e põe-se a tocar nele na maior cara de pau interiorana.

O Primo Contrabaixista da Cidade não vê solução a não ser falar de verdade com o maestro sobre o seu maravilhoso primo contrabaixista, solista, concertista, camerista, recitalista, “professorista” renomado da cidade de … como é mesmo o nome?

O maestro concorda com a presença de tão ilustre contrabaixista para abrilhantar ainda mais a “melhor orquestra da cidade”.

Na hora do ensaio, o pobre Primo Contrabaixista do Campo é apresentado, de cara, a uma Sinfonia de Mahler, má o quê mesmo?

Perdido no meio de tantas notas, deslumbrado no meio de uma orquestra tão grande, e tocando qualquer coisa, menos o que está escrito, Primo Contrabaixista do Campo leva um susto sem tamanho quando o maestro para a orquestra para passar somente o naipe de contrabaixos, que está um horror!

Um silêncio acontece, seguido de uma roncadeira contrabaixística de um lado e de um contrabaixista atirando notas a esmo para todos os outros lados, em um autêntico e inacreditável festival de nota fora

Aí, o maestro para o naipe, e pede:

– Meu filho, quero ouvir só você!

Trêmulo de emoção com o pedido, o Primo Contrabaixista do Campo começa a tocar. Puum – puum – pum – pum – pum – pum, seis notas e ataca a música com voz sôfrega:

“Demorei muito prá te encontraaar …

Agora eu quero só vocêêê! …” ( * )

O maestro, enfurecido e vermelho de raiva, responde aos gritos:

– E eu quero você … Fora daqui!

– Êta, gente mais ingrata! Faço o que pedem e ainda me tratam assim! … Vou é me embora! …  Não há, ó gente, oh não, luar como aquele do meu campo! …

E, dizendo isso, sai resmungando e maldizendo a maldita orquestra da cidade, com seus salários altos, seus cachês maravilhosos, mas sem chegar aos pés da sua paz contrabaixística campestre!…

Moral da história:

Quer mudar de ares contrabaixísticos?

Às vezes, mais vale uma modesta vida contrabaixística com paz, sossego e oxigênio, que todo o luxo do mundo com preocupações, frustrações e muito gás carbônico orquestral…

 
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Um livro sobre um rato contrabaixista!

Cool Dad Rat - by Kristyn Crow and illustrated by Mike Lester

Procurando por uma imagem de ratinho contrabaixista, acabei topando com essa coisa fofa aí da foto!

Aí, descobri que existe um livro chamado Rato Daddy Cool, escrito por Kristyn Crow e ilustrado por Mike Lester, em que o personagem principal é um ratinho contrabaixista.

As fotos e o texto foram tirados do site https://victoriabeatty.org, e registram  a representação com fantoches do livro.

Tradução do Google Tradutor:

“O nosso 15 de abril edição do Presents página de destaque um dos meus livros favoritos, Rato Daddy Cool, por Kristyn Crow e ilustrada por Mike Lester (Lester recebeu da Sociedade Cartoonist Nacional do Prêmio Ruben para ilustração de livros para o seu jammin ‘e está enganando ilustrações para este livro! ).

No início da semana que eu tinha apresentado três back-to-Back Story vezes para uma creche próxima, em apoio da sua Semana da Alfabetização, Família e obtiveram uma resposta entusiástica. Essas crianças foram scatting com o melhor deles!

https://victoriabeatty.org/blog/?p=2264

Meu momento favorito foi quando eu estava arrumando, e ouvi uma menina dizendo para o menino ao lado dela, “eu estarei Rat Daddy Cool, e você ser Ace”.

(Note to self: uma história com um boneco que fala em um tipo low-down gravelly de voz não é provavelmente o melhor para dizer três vezes em uma linha)

Na sexta-feira, o Sr. Matt trouxe sua bateria para adicionar atmosfera autêntica, que foi muito divertido!

Stuart tinha feito um baixo papelão excelente dupla, e também emprestou um par de óculos de sol.

Com uma boina de Barbie, um suéter de Zoom, e um casaco de Paddington, Rat Daddy Cool estava pronto para sua série de maratona de shows. Ace emprestado um suéter handknit e alguns matizes, e ele estava pronto para arrumar no caso o pai legal de baixo.

https://victoriabeatty.org/blog/?p=2264

Eu cortei um horizonte de um dos meus grandes páginas do calendário Stendig e envolto meu teatro de bonecos em tecido escuro, e fomos transportados para a cidade que nunca dorme!

Eu me vi fazendo uma performance mímica improvisada, uma vez que percebi que as crianças não teriam idéia do que estaria acontecendo quando a música Rat Daddy Cool “fizeram um olhar mime em Times Square.” Este trabalho certamente estende-me em todas as direções inesperadas!

Após a história, as crianças fizeram fantoches saco de papel.

Rat Daddy Cool!”

https://victoriabeatty.org/blog/?p=2264

https://victoriabeatty.org/blog/?p=2264

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"Contrabaixo" - escultura de Maria José Brito (Portugal)

Notícia postada no site https://www.contrabaixobr.com, por ClaudioBass, em 19/02/2012.

“A Escola do Auditório do Parque do Ibirapuera abre processo seletivo para contrabaixo acústico.

As vagas são para alunos que já tenham conhecimentos básicos no contrabaixo e em teoria musical, com até 17 anos, que estudem na escola pública. Será realizado um teste de instrumento, uma prova teórica e uma entrevista. Os interessados deverão se inscrever pelo telefone (11) 3629-1067 ou 3629-1068, ou por email para: sidney.rodrigues@iai.org.br até o dia 05/03/2012.”

“A Surrealíssima Maria Gorda”

Quando resolvemos estudar contrabaixo e começamos a estudá-lo, muitas das vezes estamos vencendo uma batalha e começando outra.

Vencer os nossos próprios preconceitos de estudar um instrumento tão trambolhudo sem sabermos como será o futuro, ou mesmo de assumir a música como parte essencial da nossa vida, a despeito do que os nossos pais, cônjuges, filhos ou parentes acharão disso, ou mesmo passando por cima do que eles querem para nós, são algumas das lutas, entre muitas outras lutas, que talvez tenhamos tido para conseguir chegar perto de um contrabaixo e assumi-lo para nós mesmos e para o mundo.

Mas a maior batalha é a que ainda está por vir: continuar no contrabaixo, com todos os problemas que virão depois da nossa escolha.
Os problemas recorrentes são que nem vírus: voltam sempre piores e mais fortes…

Manter-se no contrabaixo é suportar a falta da grana que ainda não veio, mas que talvez – um dia – quem sabe venha.
É suportar as cobranças dos parentes, porque você só quer saber de música e não de trabalhar.
É suportar a insegurança de não saber se haverá mercado de trabalho que sustente as suas contas.
É ter medo da concorrência, principalmente quando se quer muito ser e estar contrabaixista, mas o tempo para estudar é dividido com um emprego, trabalho, família e/ou outros estudos.
É perceber a frustração nos olhos dos nossos pais ao verem nossos colegas e os filhos dos colegas deles escolherem profissões mais “promissoras”, ou sentir na alma a frustração dos nossos filhos pelos brinquedos que não poderemos dar ou pelas viagens que não poderemos fazer.
É não dormirmos direito com medo da nossa própria idade, ou termos insônia pelo complô de contas que podem nos sequestrar na calada da noite.
É não abrirmos o armário com medo do bicho-papão da falta de talento ou da falta de jeito para o contrabaixo, ou mesmo da hora de encerrar a carreira.
É convivermos com o pavor de estarmos errados e termos feito a escolha errada.

Muitas dessas angústias nem chegaremos a ter e outras nos acompanharão por toda a vida contrabaixística e por vidas não-contrabaixísticas também.
Portanto, você, eu, nós, nunca estaremos sozinhos nessas horas.

Posso dizer, pela minha vida contrabaixística, que consegui viver somente de contrabaixo até hoje, e lá se vão décadas.
Já foi mais fácil, mas ultimamente tem sido bem difícil.
Mas não posso me arrepender de não ter escolhido ser contrabaixista, ou seja, não posso me arrepender por não ter seguido o que quis.

Vejo muitos contrabaixistas preocupados com a sua própria idade e com medo de assumirem suas escolhas.
Tive um aluno com 66 anos de idade, e ele estava muito feliz por realizar um sonho: o sonho de estudar contrabaixo.

Hoje em dia, o estudo do contrabaixo para crianças e adolescentes está em franca expansão. Com isso, há cada vez mais contrabaixistas jovens e bons no mercado de trabalho.

Penso que o sonho de estudar contrabaixo ou de tocar contrabaixo é um sonho sem limites de idade.

Agora, tocar em uma orquestra profissional, por exemplo, ou de realizar aspirações mais avançadas como ser solista de orquestra ou ser professor de contrabaixo em uma universidade, dependerão muito do seu potencial no instrumento, do seu talento multifacetado para administrar a vida, e também do seu tempo de dedicação quase exclusiva ao contrabaixo, especialmente se você começar a estudá-lo a partir dos 22 anos, sem ter estudado nenhum outro instrumento antes.

Instrumento nessas horas é como um idioma: se você sabe mais de um instrumento ou mais de um idioma estrangeiro, você terá mais facilidade para os próximos e, no caso do contrabaixo, muito provavelmente também “queimará” algumas etapas do estudo do instrumento mais rápido que as pessoas que nunca tocaram um instrumento na vida.

Infelizmente, quando pensamos na dupla idade x profissão, temos que pensar no tempo de investimento no contrabaixo que faremos antes de começar a trabalhar com ele. Passar para uma orquestra profissional, e mesmo assim, mediante concurso, pode levar no mínimo cinco anos e em média oito anos, por exemplo.

Há opções que não exigem tanto tempo, como fazer concurso para tocar contrabaixo em bandas sinfônicas militares. O problema é que há exigência de idade para ingressar nos quadros militares, sem contar que a concorrência para esse tipo de serviço aumentou assustadoramente nos últimos anos.

Mas para tocar em casamentos e/ou shows com bandas, esse tempo é bem mais flexível: dois anos de estudo de contrabaixo bem estudados já são suficientes para você dar os primeiros passos, desde que não se acomode, porque aí a concorrência leva o seu lugar.

Não estou escrevendo que é para quem quer começar a estudar contrabaixo com 22 anos – ou mais -, desistir. Só você sabe é quem sabe se suportará esperar até os 27 ou 30 anos para concorrer à vaga na orquestra dos seus sonhos. É bom lembrar que o quadro de contrabaixistas pode estar completo por essa época. Isso sem contar que tem gente que não aguenta esperar nem dois anos, porque acha que tocar contrabaixo é só resolver hoje e dar recitais em dois meses.

Por isso, sou favorável a uma análise fria dos fatos. Se você chegar à conclusão de que é isso mesmo que você quer da sua vida, vá em frente!

Mas se as suas conclusões não forem tão precisas, e se o seu sonho contrabaixístico não se incomodar de ser adaptado, você poderá ter outro emprego ou outra profissão e fazer do contrabaixo um hobby e tocar numa orquestra amadora, por exemplo. Ou mesmo dar aulas em uma escola de música, ou dar aulas particulares, tocar em uma banda de shows ou em cerimônias de casamento, etc.
Com dedicação, você até poderá tocar contrabaixo em uma orquestra profissional que não esteja nos grandes centros urbanos.

Agora, para tudo isso você terá que ser tão ou mais forte do que quando resolveu peitar a vida e ser contrabaixista. Porque o contrabaixo e a Música não são para pessoas que vivem em dúvidas: são para pessoas que não se deixam sucumbir por elas, já que dúvidas todos nós temos, não é mesmo? O importante é o diferencial.

Árvore Maria Gorda (Imbondeiro) – África

Mas com 20 anos, eu ainda posso ser contrabaixista?
Na flor dessa idade, tudo ainda é possível, desde que se tenha objetivos, determinação, disposição para estudar, e autoestima suficiente para não esmorecer com a concorrência mais jovem e com a incerteza do futuro contrabaixístico.

E com 30 anos?
Na folha dessa idade, os sonhos profissionais com o contrabaixo são para serem vividos, mas com adaptações. Isso é possível, desde que você tenha consciência que a sua vida tomou muitos rumos e que o seu rumo com o contrabaixo é um caminho complementar. E ele será igualmente bonito, porque aprenderá a se dividir com os seus outros objetivos de vida.

E com 40 anos?
No caule dessa idade, muitos sonhos já se realizaram e o contrabaixo é agora mais um. Um sonho maduro, sensato e não um arroubo de juventude. Pode até ser a realização de um amor platônico pelo contrabaixo. Por que não? Esse é aquele amor que só quer ser sonhado e admirado, de pertinho, mas sem as cobranças dos grandes amores. Você, um banquinho e um contrabaixo em casa e a sua experiência de vida emoldurando o seu sonho contrabaixístico a se realizar tranquilamente.

E aos 50 ou 60 anos?
Nessa raiz da idade, estudar o contrabaixo é a realização da nostalgia de ser contrabaixista. É estar feliz por toda uma vida longe do contrabaixo, porque não há motivos para revoltas. É uma busca da fonte contrabaixística da juventude, daquela alegria serena que nos torna mais jovens, independente da idade real. É a alegria da alma!…

Portanto, penso que não há limite de idade para começar a estudar contrabaixo; os sonhos e objetivos com ele é que mudam ou precisam mudar…
Pois, como bem disse o famoso químico francês Antoine Lavoisier, “na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma…”

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O nosso querido contrabaixo acústico, entre muitos outros apelidos, é também conhecido por Maria Gorda.

Aqui vai a lenda da Maria Gorda, de Paquetá (RJ), que achei aqui:

A famosa Maria Gorda, de Paquetá (Baobá – Imbondeiro Macho), plantada em 1917
Lenda da Maria Gorda
A Maria Gorda é um baobá – uma árvore que existe na Praia dos Tamoios, quase na esquina da Ladeira do Vicente. Ela é originária das savanas da África, e também existe em quantidade no asteróide B 612 de “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry…Ela é muito conhecida por aqui, não só por ser a maior representante do nosso reino vegetal e pela beleza das suas formas e das suas flores, mas também pela lenda que em torno dela se desenvolveu em Paquetá.
Maria Gorda é como os escravos chamavam Maria Apolinária da Nação Cabinda – uma mucama simpática e de sorriso largo, que trabalhava na casa de um rico comerciante português que morava na Ilha e que tinha muitos escravos.
Maria Apolinária não se conformava com a escravidão e principalmente com o que chamava de ingratidão dos seus senhores brancos, que moravam nas casas construídas pelos negros, andavam pelas ruas abertas pelos negros, comiam a comida plantada e preparada pelos negros, usufruíam do trabalho escravo realizado pelos negros… mas não mostravam sequer um ato de gratidão que marcasse a lembrança do trabalho africano por aqui…
E Maria Apolinária sempre dizia que marcaria essa história. Que quando morresse pediria aos seus orixás para que providenciassem uma forma qualquer de deixar enraizado em nossa Ilha essa lembrança da África negra, que se não era reconhecida no nome das ruas, das praças, e dos monumentos, de alguma forma o seria pela própria Natureza de Paquetá.
E assim realmente aconteceu: numa manhã de primavera, a rede de Maria Apolinária na senzala da casa do seu dono português amanheceu vazia… e ninguém nunca mais viu Maria – a “Gorda”… mas alguém notou que nesse mesmo dia, em frente à casa onde morava Maria, apareceu um arbusto que nunca existira em Paquetá e, ainda mais, que ao contrário do que sempre ocorre, este era um exemplar solitário, diferente do que costuma acontecer no seu local de origem: as savanas da África.
E dizem que no mesmo dia em que Maria Apolinária morreu a Maria Gorda nasceu fincando assim raízes profundas da África em Paquetá.
Placa que fica ao pé do Baobá Maria Gorda, Paquetá (RJ)

Que a nossa Maria Gorda contrabaixística traga sorte por longo prazo para nós, contrabaixistas, que a abraçamos todos os dias para fazer Música!…

Aqui está para vocês verem um maravilhoso canal com partituras contrabaixísticas de concerto e peças filmadas, junto com a execução em áudio de grandes contrabaixistas. 
Muito lindo e recomendadíssimo!

https://www.youtube.com/user/Doublebasscore/videos

Lindsey’s Bass Trailler

Notícia postada no blog https://bicycletruck.blogspot.com, por Pete Murray.

Trecho traduzido pelo Google Tradutor:

 Lindsey’s Bass Trailler

“Aqui está o trailer projetado para transportar um contrabaixo + ampères coisas + outros. O assoalho de tábuas de madeira é algo temporário, já que em breve vou estar aprendendo sobre vários tipos de tecido e como trabalhar com eles. Minha visão é de que ele tem um chão de tecido resistente, leve, com os lados da tela destacável e uma capa de chuva sol / / vento que cobre a coisa toda. Fique atento para a evolução do departamento de tecido.
Além disso para o chão tecido permanente (que será, na realidade, em breve), há um piso destacável de madeira feita a partir de 1/2 contraplacado (não ilustrado). Material pesado. É forte, e é realmente pesado. O chão de madeira completa pesa cerca de tanto como a moldura reboque por si só.
[By the way, eu não tenho um número exato, mas o chassis do reboque pesa um pouco mais do que uma bicicleta comum, provavelmente cerca de 30-35 £. Eu podia ver uma redução no peso, se eu fosse para mudar para materiais mais caros, como thin-walled tubulação de chromoly ou alumínio 6061. A redução no peso iria provocar um aumento no custo, nenhuma surpresa. ]
Enfim, sobre o piso de madeira amovível, parece uma maca de madeira, como ele é cortado para caber exatamente dentro do trailer. O destacável (e pesado) piso de madeira deve ser usada para viagens ocasionais em que o reboque precisa carregar objetos muito densos ou cortantes. O motivo: tecido vai rasgar se você se concentrar a carga em um ponto. Por exemplo, se o reboque precisa ir para um trabalho de paisagismo e levar algumas ferramentas como pás, ancinhos e também alguns sacos pesados ​​de cobertura morta e solo. Oh não! Será que não deseja que o ancinho para perfurar o tecido chão! :)”

Notícia postada no site https://blogs.estadao.com.br, por Alvaro Siviero, em 31/01/2012

Dúvidas na hora de presentear um(a) contrabaixista, sem ter dinheiro para um contrabaixo, sem errar no jogo de cordas e sem trocar o nome da resina?
Aqui vão algumas sugestões bem fofas…

Eles são muitos, não sabem voar,  mas vão dar até nó na garganta de tão lindos!…

Gravatas de contrabaixo

Este contrabaixo aqui dá para carregar na hora de ir às compras….

Sacola de gato contrabaixista

Sacola de contrabaixo

Para aquela overdose de café contrabaixístico.

Caneca de contrabaixo by Ateliê Paulo Gomes
Caneca de contrabaixo aparentemente para canhotos

Que tal um contrabaixo em miniatura ? Talvez seja um presente distante do tamanho de um contrabaixo, mas bem próximo do tamanho do seu bolso…

Contrabaixo em miniatura by Felipe Message

E que tal estes simpáticos brincos que dizem ser de contrabaixo?

Double bass earrings up close  .

E esses brincos contrabaixísticos de verdade?

Brincos de contrabaixo

 E se eles forem junto com um colar charmosíssimo?

Colar de contrabaixo

Huuummm… nada como um bolo bem acompanhado!

Bolo com contrabaixista

Mas serve um bolo simplezinho…

Bolo de contrabaixo

 Bolo contrabaixístico dá sede… Estudar contrabaixo também…

Garrafa de contrabaixo
Copo de contrabaixo

Para pisar no contrabaixo e se sentir nas nuvens:

Sandália de contrabaixo

 
Para curtir uma clave de sol, depois de muita clave de fá nas idéias:

Boné de contrabaixo

 
Já estamos chegando nos indefectíveis chaveirinhos…

Chaveiro de contrabaixo

Chaveiro de contrabaixo  

Ou um sugestivo botton?

Botton de contrabaixo

Um pijaminha para uma boa noite de sonhos contrabaixísticos:
Pijama de contrabaixo
Com um contrabaixo cheio de boas intenções:
Short de contrabaixo
Short de contrabaixo
 Um descanso contra baixo astral contrabaixístico:
Almofada de contrabaixo
O importante é vestir a camisa contrabaixística:
Camiseta de contrabaixo
Camiseta de contrabaixo
E tirar o contrabaixo para tocar:
Calcinha de contrabaixo
Calcinha de contrabaixo
Para a falta de contrabaixo na vida:
Body infantil de contrabaixo
Babador infantil de contrabaixo
Depois de saber o endereço, um presentinho para o lulu do contrabaixista:
Roupinha canina de contrabaixo
Para não perder nada:
Calendário de contrabaixo
Agenda de contrabaixo
Para achar todas essas coisas de contrabaixo bem acompanhado:
Capa contrabaixística para iPhone
Mousepad de contrabaixo
Capa para laptop de contrabaixo

Ursinho de contrabaixo
Enfim, já comi até chocolate em formato de contrabaixo lá do Sul, mas não fotografei e não achei fotos pela internet… 
Nessa minha andança à procura de presentes, achei roupão, toalha, capa para iPad, imãs, casacos, cartões, etc.

O legítimo contrabaixo não cabe no bolso, mas dá de sobra no coração, ainda mais se for genérico!…

Porque… toda hora é hora de contrabaixo!

Relógio de contrabaixo
Notícia postada no site https://www.pim-org.com e complementada no site https://www.pirpim.org/
A Orquestra e Banda Sinfônica Regional do PIM (Programa de Integração pela Música) anuncia processo de audição a ser realizado no dia 24 de fevereiro de 2012 para preenchimento dos naipes:
Instrumentos:
Flauta
Oboé
Clarineta
Fagote
Sax alto Eb
Sax tenor Bb/Barítono Eb
Trompa
Trompete
Trombone (tenor e baixo)
Tuba
Bombardino/Eufônio
Percussão (caixa clara, pratos, bombo sinfônico, tímpanos e etc.)
Violino
Viola
Violoncello/ Contrabaixo
Remuneração:
Bolsa auxílio no valor de R$150,00 a R$700,00;

Data da prova:

24/02/2012 (sexta feira)
Local da audição:
A audição será realizada na sede do PIM:
Praça Eufrásia Teixeira Leite, nº 33 – CEP: 27.700-000 – Centro – Vassouras/RJ.
Inscrições:
01 de fevereiro a 23 de fevereiro de 2012.
Repertório para contrabaixo:
Violoncello/ CONTRABAIXO – Symphony n.4 in A 90- 2. Movimento – Andante con moto – Mendelssohn (click aqui para fazer o download da peça)
Para fazer a inscrição você deve baixar a ficha de inscrição (click aqui) preencher corretamente e enviar para o seguinte e-mail maestroclaudiopi@uol.com.br com o assunto ficha de inscrição da audição do pim.
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