Postagens de agosto 30th, 2011


Texto publicado no site www.belohorizonte.mg.gov.br

O repertório das apresentações (da Orquestra Filarmônica de Belo Horizonte) contempla as obras Ruslan e Ludmila: Abertura, de Glinka;  Não atire o pau no gato, do mineiro Fausto Borém; Dança do Sabre, de Katchaturian, e Suite L`Arlesienne nº 2, de Bizet. Sob a batuta do maestro Marcos Arakaki, regente assistente da Orquestra.
Uma obra especial integra o repertório dos concertos: Não atire o pau no Gato!, com a presença do compositor Fausto Borém tocando contrabaixo e também no papel de narrador. A obra cênico-musical educativa e cômica, estreada na série de Concertos Didáticos da Filarmônica na Temporada 2011, apresenta ao público o contrabaixo solista, a orquestra e a versão politicamente correta da conhecida canção infantil brasileira Atirei o Pau no Gato. Encomendada a Fausto pelo diretor artístico e regente titular da Filarmônica, maestro Fabio Mechetti, Não atire o pau no Gato! foi escrita especialmente para a Orquestra mineira.

Data: 26.09.2011
Local: Sesc Palladium
Endereço: Rua Rio de Janeiro, 1046 

Informações Adicionais:
Preço popular.
Telefone: (31) 3214-5350
Site: http://www.sescmg.com.br


  Texto postado em 05 de janeiro de 2011, no site http://blogs.estadao.com.br)

  • Por Luiz Américo Camargo        
Por muito tempo, especialmente na época de criança, eu sentia dificuldade em perceber o contrabaixo nas músicas que ouvia. Eu gostava do nome, da ideia de um instrumento que seguia por uma espécie de mundo subterrâneo, abaixo do plano por onde transitava a melodia. Mas, no fundo, não sabia direito o que era o contrabaixo – e quem seria aquele sujeito misterioso, o contrabaixista. Confundia o timbre, a função…
Um dia, claro, eu aprendi a identificar o som emitido pelas quatro cordas grossas. E percebi que vinha dali o esqueleto da música, quando não a própria musculatura. Desde então, o baixo passou a ser a primeira coisa na qual eu reparo quando escuto uma canção. É algo natural. Como se eu tivesse acionado irreversivelmente um seletor de ‘agudos’ em minha cabeça, de modo a tornar certas frequências mais perceptíveis, de modo a identificar os sons graves de maneira mais evidente, quase em relevo. Em música de orquestra, desenvolvi reflexo semelhante com o fagote, ainda que em menor escala: mal eu começo a ouvir e minha atenção se encaminha diretamente para ele. Seria uma afinidade com os timbres ribombantes? Não sei.
Bom, antes que você imagine que o ‘Eu só queria jantar’ deixou de ser um blog de comida, eu começo enfim a chegar ao ponto. Quero dizer que, depois que você passa a perceber o arroz do niguiri – assim como acontece com o referido contrabaixo -, nunca mais deixa de notar sua presença fundamental na mais refinada das variantes do sushi. Nos primeiros bolinhos provados na vida, muitos anos atrás, era o peixe que se destacava. Mas a percepção vai se refinando. E vamos tendo acesso a coisas melhores. E um dia notamos que ele, o arroz, está lá. Sempre esteve.
E acabamos por desenvolver uma espécie de coordenação motora intrabucal, de mistura de habilidades tácteis e gustativas. Conseguimos perceber o conjunto dos grãos, e ao mesmo tempo, um único grão, isoladamente. Nos divertimos saboreando texturas, temperatura, acidez, doçura… E, diante de um bom arroz, a experiência é maravilhosa. Mas eis aí que surge o problema. Quantos sushimen de São Paulo são capazes de fazer um arroz deliciosamente cozido, temperado e manipulado?
Eu diria que no Jun Sakamoto e no Shin-Zushi, cada qual ao seu estilo, a qualidade é superior. Num patamar abaixo, eu colocaria Aizomê, Kinoshita… e aí começaria a ter de quebrar a cabeça para engordar a lista (aliás, lembrei outro: Hamatyo). São poucos, talvez raros. E o que é uma pena. Pois eu não nunca mais deixei de perceber o arroz. Assim como nunca mais desliguei do contrabaixo.
Texto publicado no site http://www.ospa.org.br

Orquestra Sinfônica de Porto Alegre está realizando a 17ª edição do Concurso para Jovens Solistas, Regentes e Compositores. O objetivo é oferecer a jovens músicos e regentes oportunidade de participar de concertos da Ospa na temporada de 2012 e oportunizar que novos compositores tenham sua obra divulgada e executada pela orquestra. O período de inscrições tem duração de um mês, iniciando no dia 29 de agosto. A abertura das inscrições para candidatos a compositores inicia somente em março de 2012.
 
Poderão inscrever-se candidatos brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil ou exterior. O concurso é dividido em quatro categorias – Solistas Instrumentistas (piano, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, violão, flauta transversa, flauta doce, oboé, clarineta, saxofone, fagote, trompa, trompete, trombone tenor, trombine baixo, tuba, percussão e harpa), Solistas Vocais (soprano, mezzo-soprano, contralto, tenor, barítono e baixo), Regentes e compositores. Cada candidato só poderá concorrer em apenas uma categoria. Na categoria Solistas Instrumentistas só é permitida a inscrição em um instrumento.
Haverá três etapas de seleção: a fase classificatória, eliminatória e a final – esta última ocorrerá em Porto Alegre, onde os candidatos deverão interpretar uma obra (no caso dos regentes, deverão fazer uma prova de regência) para avaliação de uma comissão julgadora.
A inscrição pode ser feita diretamente na sede administrativa da Ospa ou via SEDEX. Será necessário preencher a ficha de inscrição, declaração de ciência dos termos do regulamento do concurso e um DVD com a gravação do candidato, executando a peça especificada no regulamento.
Clique no link abaixo para ler e salvar o regulamento do concurso e o formulário de inscrição.

XVII Concurso Ospa_ Regulamento e Ficha de Inscrição

 
Texto publicado em 09 de agosto de 2011, no site http://www.encontratatui.com.br

Uma doação de R$ 138 mil da Justiça Federal para o Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, beneficiou 11 alunos carentes da escola de música de guia da cidade Tatuí. Com o dinheiro, oriundo de acordo judicial proveniente de delação premiada, foi possível à direção do Conservatório comprar instrumentos musicais de nível profissional, entre eles um contrabaixo, um saxofone e uma tuba.
O responsável pela ação foi o então juiz federal Fausto Martin De Sanctis, hoje desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Do total de alunos beneficiados, sete já estão com seus instrumentos novos e os quatro últimos receberão seus equipamentos no dia 14 de agosto, durante a realização de um recital e um debate que terá a presença do desembargador em Tatuí.
“Ações como esta são bons exemplos de como a Justiça pode se aproximar da sociedade, beneficiando àqueles que mais precisam. Com os novos instrumentos, os alunos do Conservatório terão um incentivo a mais para os estudos de música e aproveitarão melhor as aulas. É uma bela iniciativa da Justiça e do Conservatório”, afirmou o secretário da Cultura, Andrea Matarazzo.
Os instrumentos adquiridos são de nível profissional e, em todos os casos, sonhos de consumo dos músicos. Segundo o diretor-executivo do Conservatório de Tatuí, não existe músico bom sem instrumento de ótima qualidade. “Vou fazer um paralelo: um piloto profissional, dirigindo um carro popular, não me venceria caso eu corresse com uma Ferrari. Na música é o mesmo. Por isso, fizemos questão de comprar só instrumentos considerados de bom para ótimo”, destacou.
A negociação para concretização da doação teve início em novembro de 2010, quando o então juiz federal e o diretor-executivo da instituição musical participaram de evento realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, em que se apresentaram alunos do Conservatório. Naquela ocasião, informações sobre a escola de música foram levadas ao magistrado que, posteriormente, demonstrou interesse em efetivar a doação que beneficiasse alunos talentosos, mas que não tinham condições financeiras de possuir bons instrumentos. A oficialização da doação ocorreu em 10 de dezembro do ano passado.
Seleção
Para a escolha dos 11 beneficiados, o núcleo de assistência social do Conservatório de Tatuí, a assessoria pedagógica e os coordenadores das áreas de música erudita analisaram as condições financeiras e o aproveitamento pedagógico dos alunos. Numa segunda fase, a seleção foi feita em conjunto com a Justiça Federal. De acordo com o termo de compromisso assinado entre aluno e Conservatório, a instituição estadual terá a guarda dos instrumentos, que serão emprestados condicionalmente até o término do curso. Ao se formarem, os estudantes terão a posse definitiva do equipamento por mérito e dedicação.
Por outro lado, se for reprovado ou desistir do curso, perderá o direito ao instrumento. Em qualquer um desses casos, os instrumentos serão destinados, sob as mesmas condições, a outros alunos carentes. No termo de compromisso, o estudante também se compromete a cuidar bem do equipamento recebido inicialmente a título de empréstimo, ciente de que deverão continuar a se empenhar nos estudos, bem como de que, em caso de reprovação ou desligamento, o instrumento retornará ao Conservatório.
Os 11 alunos contemplados e seus respectivos instrumentos são: Marcelo Pinto da Silva (contrabaixo), Cristiano Lourenço dos Santos (viola), Daniel Barbosa Soares (trombone), Diego Afonso Morales (saxofone), Jean Gerard (oboé), Paulo Roberto de Oliveira (tuba), Rafael Victor Frazzato Fernandes (violoncelo) e Renan da Silva Sena (trompete). Além de César Augusto Garcez (clarinete), Tiago Caires da Silva (bombardino) e Wesley Alexandre Martins de Oliveira (fagote).
Texto publicado no site http://www.musica.ufrn.br

Estão abertas, até 1º de setembro, as inscrições em 23 modalidades de oficinas de música erudita. 
A iniciativa faz parte da Semana da Música 2011, que será realizada de 07 a 15 de outubro, em Natal. 
São mais de 500 vagas distribuídas nas opções de Regência, Flauta, Oboé, Clarinete, Saxofone, Fagote, Trompa, Trompete, Trombone, Tuba, Percussão, bateria, Canto, Violão, Guitarra, Baixo Elétrico, Piano, Piano Popular, Violino, Viola, Violoncelo, Baixo Acústico e Educação Musical. 
A Oficina de Baixo Acústico será ministrada pelo contrabaixista Pedro Gadelha
 
A inscrição custa R$ 50 e a carga horária prevista é de três horas diárias por cinco dias de aulas de instrumento e três horas diárias por sete dias de prática de orquestra. 
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