Postagens de outubro 25th, 2011


Data: dias 03 e 04 de novembro de 2011
Horário: veja programação abaixo
Local: Auditorium Tasso Corrêa do IA/UFRGS
Endereço:Rua Senhor dos Passos, 248 – Centro – Porto Alegre/RS
Taxas:
Recital e Palestra: ENTRADA FRANCA
Masterclasses: Executantes: R$ 100,00 – Ouvintes: R$ 30,00
Inscrições para as masterclasses: até terça-feira, 01/11/2011
ATENÇÃO: inscrições feitas após dia 01 de novembro sofrerão um acréscimo de R$ 10,00
a) através de e-mail: copie a ficha de inscrição abaixo, cole em uma nova mensagem e envie para o endereço extmusica@ufrgs.br, colocando no assunto da mensagem “Inscrição Encontro Contrabaixos”
ou
b) no Programa de Extensão do DeMus – UFRGS
Rua Sr. dos Passos, 248 /sala 62 – Centro – Porto Alegre/RS - 
Tel: (51) 3308-4325
VAGAS LIMITADAS PARA EXECUTANTES
Certificados:
Será fornecido certificado de participação somente aos alunos executantes, e atestados para os ouvintes com 75% de frequência no evento.
Informações:
Programa de Extensão do DeMus – UFRGS
Rua Sr. dos Passos, 248/sala 62 – Centro
Porto Alegre/RS – (51) 3308.4325
Programação do dia 03/11/2011, quinta-feira:
9:00 às 9:30 – Abertura oficial
9:30 às 12:30 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
14:00 às 16:00 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
16:30 às 18:30 – Palestra com o Prof. Alexandre Ritter: «Uma colaboração bem sucedida entre compositor e performer», baseada na dissertação: «Franco Petracchi e o Divertimento Concertante per Contrabbasso e Orchestra de Nino Rota: uma colaboração bem sucedida entre compositor e performer», de Alexandre Ritter (UGA/USA – 2010) – ENTRADA FRANCA
20:00 – Recital com o Prof. Milton Walter Masciadri e pianista convidado – ENTRADA FRANCA
Programação do dia 04/11/2011, sexta-feira:
9:00 às 10:30 – Exercícios Técnicos – Prof. Milton Walter Masciadri
11:00 às 12:30 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
14:00 às 16:00 – Masterclass – Prof. Milton Walter Masciadri
Ministrante
MILTON WALTER MASCIADRI: Professor de contrabaixo da University of Georgia, desde 1984. Representa a terceira geração de contrabaixistas da família, que tem as raízes na Itália e no Uruguai. Masciadri nasceu em Montevidéu, onde começou os seus estudos com o seu pai Milton Romay Masciadri. Aos 17 anos, já era contrabaixista da OSPA e aos 19, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Completou o seu Mestrado e Doutorado na Hartt School of Music e State University of New York, respectivamente, trabalhando com os professores Gary Karr, Larry Wolfe e Julius Levine.Completou o seu Mestrado e Doutorado na Hartt School of Music e State University of New York, respectivamente, trabalhando com os professores Gary Karr, Larry Wolfe e Julius Levine.
Dr. Masciadri atua frequentemente em recitais e como solista com orquestras Sinfônicas na Europa, Ásia, América do Norte, América Central e América do Sul. Ele tem ministrado masterclasses em importantes universidades e conservatórios, como a Juilliard School, Manhattan School, Conservatório de Paris, Guildhall School de Londres, Conservatório de Moscow, UNIRIO e Conservatório de Buenos Aires, entre outros. Apresentou-se em grandes teatros como Colón (Argentina), La Fênice (Itália), Lincoln Center e Carnegie Hall (New York) e Municipal de São Paulo, entre outros. Masciadri leciona em diversos festivais internacionais na Europa, Estados Unidos e América do Sul, onde tem disseminado, guiado e encorajado contrabaixistas que hoje fazem parte de muitas das mais reconhecidas orquestras e instituições de ensino. As suas gravações de solista têm sido distribuídas no mundo inteiro, e os CDs “Romanza” e “Miniatures de Europa” já estão na quinta edição, sendo que o segundo está completamente esgotado. Masciadri tem gravado pelos selos DMR, ACA, Sinfônica e Fondazione.
O entusismo de Masciadri em aumentar o repertório dos contrabaixistas o tem levado a publicar e fazer a premiére de muitos trabalhos de compositores Americanos e Sul-Americanos, incluindo trabalhos comissionados por ele para instituições como a UNESCO, bem como fazendo contribuições dele próprio com transcrições e arranjos.
Masciadri é Acadêmico da Academia Philarmonica de Bologna, a instituição musical mais antiga da Europa, da qual músicos como Mozart, Rossini e Wagner foram membros. Desde 1998, Masciadri é o único contrabaixista designado “artista para a paz” pela UNESCO e, em 2009, recebeu o prestigioso titulo de Professor Universitário Distinto da University of Georgia, título este não conferido a um professor nas artes em 62 anos. Recebeu a medalha de Honra ao Mérito conferido pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) pelos serviços prestados no Brasil e, em 2011, recebeu a prestigiosa nomeação para a ordem dos Cavaleiros de São Marco, em Veneza na Itália.
Masciadri tem recebido excelentes críticas pela qualidade do seu som, virtuosismo e expressividade, fazendo dele um dos contrabaixistas mais reconhecidos pela qualidade da sua produção musical.
Coordenação, Direção Artística e Palestrante
ALEXANDRE RITTER: O contrabaixista brasileiro Alexandre Ritter é professor de contrabaixo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS (Porto Alegre/RS) desde 2000. Alexandre recebeu ambos os títulos de Doutor (DMA) e Bacharel (BMA) em Performance pela The University of Georgia – UGA (EUA), sob a orientação do Prof. Milton Walter Masciadri. Sua formação musical e acadêmica também inclui um ano de mestrado em Performance de Contrabaixo na University of British Columbia (Canadá), sob a orientação do Prof. Kenneth Friedman. No Brasil, Alexandre teve sua primeira orientação no contrabaixo com o Prof. Antônio Guaracy Guimarães na Fundação Municipal de Artes de Montenegro, e logo após estudou com o Prof. Milton Romay Masciadri na Escola de Música da OSPA.
Grande influência em sua carreira tem sido o famoso contrabaixista e virtuoso Franco Petracchi, com quem teve a oportunidade de estudar na Itália, na renomada Academia Musicale Chiggiana, em Siena, e no Campus Internazionale di Musica, em Sermoneta. Em Maio de 2010, sob orientação do Prof. David Haas (UGA), Alexandre completou extensiva pesquisa e dissertação de doutorado sobre o Divertimento Concertante de Nino Rota em colaboração direta com o Maestro Petracchi, em homenagem ao qual a peça foi escrita em 1973.
Alexandre já participou de vários festivais de música, tendo a oportunidade de estudar com alguns dos melhores contrabaixistas do mundo, como Franco Petracchi, Joel Quarrington, Edwin Barker, Gary Karr e François Rabbath. Sua extensa experiência como músico de orquestra inclui a participação em orquestras na América do Norte e na América do Sul, incluindo as Sinfônicas de Savannah, Charleston, Greenville e Augusta, nos EUA, bem como as Sinfônicas de Porto Alegre e Paraná, no Brasil. Seu trabalho como músico sinfônico, camerista e solista o tem levado a tocar na Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, Costa Rica, França, Itália e EUA.
Além das carreiras de execução contrabaixística e do ensino, Alexandre pretende fomentar e difundir novo repertório camerístico e solístico de música clássica para contrabaixo, através de recitais e concertos no âmbito nacional Brasileiro.
Coordenação e Direção Artística do III Encontro Internacional de Contrabaixistas:
Alexandre Ritter
Comissão Organizadora:
Alexandre Ritter, Hella Frank, Walter Schinke, Luciano Dal Molin e Eder Kinappe
Monitores:
Guilherme Espíndula e Luiza Prohman


Esta notícia foi postada há algum tempo no site do luthier paulista Paulo Gomes, http://www.paulogomes.com.br.

Nela, ele narra a história de um contrabaixo que achou num lixo.
Como esta é uma história contrabaixística incrível, penso que precisa ficar registrada também aqui no nosso blog.

“Em julho de 2009 estavamos indo eu, minha mulher Edna e nosso filho Artur ver uma exposição de cerâmicas na rua 19 em Manhattan, NY quando nos deparamos com a cena abaixo:

Um contrabaixo jogado numa caçamba de lixo!!!

Imediatamente subí na caçamba e dei uma boa olhada no instrumento (um John Juzek feito na Alemanha nos anos 1960) que, apesar de não ter braço, estava em boas condições.
Não havia nenhuma rachadura na região da alma, nem no tampo nem no fundo.
Procurei pelo braço mas não encontrei.
Talvez seja esse o motivo de o instrumento ter sido jogado fora.
O que será que aconteceu com esse baixo antes desse dia? 

Seguimos com o instrumento pelas ruas de Manhattan até o apartamento na rua 24.
Algumas pessoas que passavam até tiraram fotos e riram.

 

Assim que cheguei no apartamento eu já tinha na cabeça tudo que faria com o instrumento.
Este seria o meu contrabaixo pois, além de excelente material, ele tinha uma história.
E uma história incrível!
Já estava decidido a montar o baixo com 5 cordas, usando um Dó agudo e barço regulável.

Como o baixo não tinha braço eu comprei um braço Juzek original e montei usando meu sistema de braço regulável (veja página no site).
Esse sistema tem funcionamento perfeito e ninguém diz que há qualquer coisa diferente no instrumento.
É praticamente invisível.
Após cerca de 3 meses de restauração (a qual incluiu novo verniz) o contrabaixo ficou pronto e além de muito bonito tem sonoridade excepcional.

Detalhes do tampo contrabaixo e do acabamento da ponta do espelho e do estandarte.

Desde então esse é o meu baixo e com ele venho tocando.
Na foto acima estou tocando nesse contrabaixo numa apresentação de jazz em São Paulo.

Acho que eu tive muita sorte em achar esse magnífico instrumento no lixo mas, como disse meu amigo Caio Martins, o baixo teve muita sorte também pois quais eram as chances de ele ser encontrado por um luthier e ainda especializado em contrabaixos ? Além disso. alguma pessoa poderia ter pego o baixo antes apenas para usar como decoração por ser uma peça “legal”.
Realmente foi muita sorte dos dois lados e eu estou muito feliz com meu “novo” baixo.
O que será que pensaria o cara que jogou fora esse baixo se o visse assim lindo e tocando com essa soronidade potente e maravilhosa?”

Notícia postada no site http://www.bemparana.com.br

A Orquestra Filarmônica da UFPR e o Coro Collegium Cantorum, com o tema “Música Brasileira para Coro Feminino e Orquestra” e regência de Márcio Steuernagel, farão um programa especialmente dedicado aos compositores brasileiros.

O repertório abrangerá desde o romantismo wagneriano de Leopoldo Miguéz, passando por obras mais intimistas do início do século XX, além de estrear o concerto para contrabaixo, coro feminino e orquestra, “El Espiritù de Reynogüelén”, de Harry Crowl, também diretor artístico da apresentação.

Também integram a programação as obras “Invocação à Arte”, de Henrique Oswald; “Contemplação”, de Brasílio Itiberê II; “Criança”, de Bento Mossurunga e  “As Uyáras”, de Alberto Nepomuceno. O concerto conta com a participação do contrabaixista chileno Pablo Guiñez, da Camerata Antiqua de Curitiba.

Data: 27 de outubro de 2011 (quinta-feira)

Horário: 20h
Local: Teatro da Reitoria
Endereço: Rua XV de Novembro, 1299 – Centro
Entrada franca

Notícia postada no site http://www.pcarp.usp.br

O Circuito Musical USP Ribeirão apresentará em sua série Terças Musicais o duo de contrabaixo e piano formado em 2011 pelo contrabaixista e compositor João Svidzinszki e pelo pianista Dario Rodrigues.

Data: 25/10/2011, 3ª feira
Horário: 13h
Local: Sala de Concertos da Tulha/DM/FFCLRP/USP
Endereço: Prédio do Departamento de Música, no Campus da USP de Ribeirão Preto
Acesso: contornando a piscina do CEFER
No repertório, obras de J.S. Bach, S. Koussevitszky, Paul Hindemith, Serge Lancen e do próprio João Svidzinski, contemplando assim uma amostra eclética de estilos que vai desde o período barroco, romântico, passando pelo moderno e as fortes influências do jazz, e adentrando nas tendências da música eletroacústica.
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