Postagens de setembro, 2011


Notícia postada no site http://portaldepaulinia.com.br

As crianças e adolescentes, de 6 a 18 anos, que têm o desejo de aprender a tocar flauta transversal, clarinete e contrabaixo podem se inscrever no Espaço Cultura e programar sua avaliação. Os estudantes que mais se destacarem poderão integrar a Orquestra Jovem de Paulínia.
A aplicação de aulas teóricas e práticas, ensinando as peculiaridades de cada instrumento será a metodologia utilizada pelos professores Antonio Carrasqueira, de flauta transversal e Sergio Burgani, de clarinete.
O Espaço Cultura fica na Av. Prefeito José Lozano Araujo, 1.515, no Parque Brasil 500.
Adoro o contrabaixista Bozo Paradzik!
Ele consegue deixar o contrabaixo intenso, imenso,extenso,  expressivo, lindo…
Deixa a música como gosto de ouvi-la e senti-la, e sintetiza toda a emoção que o contrabaixo me transmite em sons…
Sou uma contrabaixista de muitos ídolos contrabaixistas, mas quando quero apreciar a beleza intensa de um contrabaixo tocado com muita alma, respiro Bozo Paradzik…
Aqui vãos os links de um ótimo documentário (em quatro partes) sobre esse grande contrabaixista croata. Espero que vocês gostem!

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=t1m8aLIGqtw]

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Hiz7Wi8Tgqs]

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=4w7Zb7eQJDo]

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=jY212nlT5TQ]



Notícia postada no site http://www.canalconcursos.net


 

A Prefeitura Municipal de Ribeirão Pires, em São Paulo abre Concurso para 67 vagas em diversos cargos, entre eles: Orientador de Arte (Desenho de moda, bateria/ percussão, canto lírico, clarinete, contrabaixo acústico e elétrico, desenho artístico,
fagote, flauta transversal, guitarra, musicalização infantil, oboé, percussão erudita,
piano erudito, piano popular, teoria musical, trompa, trompete, tuba, viola erudita,
violão erudito, violino e violoncelo).

Os salários variam de R$ 624,65 a R$ 2.312,68 por 20, 30 e 40 horas semanais.

Inscrições:

As inscrições podem ser feitas de 23 de setembro a 20 de outubro de 2011, pelo site http://www.mouramelo.com.br/, ou de forma presencial, na Prefeitura de Ribeirão Pires que fica na Rua Miguel Prisco nº 288, de segunda a sexta- feira das 9h às 17h.
As taxas de inscrições variam de R$ 18,00 a R$ 51,00.

Provas:

As provas serão Objetivas e previstas para o dia 13 de novembro de 2011.
OBS: O Concurso tem validade de 1 ano, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Prefeitura de Ribeirão Pires.



Leia o Edital aqui

Hoje, recebi o comentário abaixo de uma pessoa anônima, que se deu ao trabalho de enviá-lo quatro vezes, nos quatro posts de recitais de contrabaixistas.
“basteirol!!
esse blog ja foi muuuiiito melhor
cade as dicas os macetes?????
emvez de ensinar contra baixo
ta ensinando surfar no google ,.
enganacao pura ..
muda logo o nome desse blog

P..”

Na hora de elogiar o trabalho feito neste blog, poucos aparecem, mas na hora de criticar, penso que um mínimo de educação, bom-senso e respeito também deveriam existir…
Esse “comentário” bem poderia ter sido escrito assim:
“Tenho notado que você quase não tem postado no blog seus textos sobre as orientações e as dicas contrabaixísticas. Prefiro esses textos, aos textos da internet. Espero que você possa voltar a escrevê-los com mais frequência, ok?”
Sou favorável à crítica construtiva mas, como não foi o caso, vamos à resposta:
Este blog existe desde o dia 22/5/2011.
Com quase quatro meses de existência, nunca ganhei um centavo com ele. Ele foi criado e está sendo mantido porque gosto dele.
Dentro dos limites éticos pré-estabelecidos, posto o que quer que seja nele quando quero ou quando posso, assim como tenho a liberdade de escrever nele quando quero ou quando posso.
Se opto por postar notícias ou textos contrabaixísticos da internet, o faço porque os achei úteis e/ou interessantes, sem contar que são sobre o contrabaixo, e nada melhor do que dividir este assunto com contrabaixistas ou fãs de contrabaixo, embora eu não seja obrigada a escrever ou postar somente sobre contrabaixo
Este blog se chamaBlog da Voila Marquese não “orientações ou dicas contrabaixísticas”. “Orientações contrabaixísticas” é um dos marcadores do blog, assim como “eventos contrabaixísticos” também é, entre outros marcadores. Como você pode ver, o nome do blog é o meu nome. Mudar, por quê?
Além de se chamar “Blog da Voila Marques”, este blog em nenhum momento se propôs a ser um blog exclusivo de orientações e/ou dicas contrabaixísticas, mesmo que isso seja uma boa parte do meu trabalho.
Se eu quiser postar somente sobre batons, é um direito meu, assim como é o de quem não quer ler, procurar blogs mais interessantes. 
Postar sobre as “orientações contrabaixísticas” é uma proposta pessoal minha, não extensiva a mais ninguém, ou seja, posto se quiser e quando quiser sobre isso.
Gostaria que você se lembrasse sempre disso: não tenho obrigação nenhuma de escrever sobre orientações ou dicas contrabaixísticas ou sobre qualquer outra coisa, ainda mais de graça. 
Faço isso porque quero ajudar e/ou dividir minha experiência com os colegas contrabaixistas, tanto os que não têm professor, quanto os que têm e/ou os que são professores, já que o material em Português é bastante escasso. 
Corrigindo e clareando as suas idéias: eu não “ensino contrabaixo” nos meus textos: eu oriento e/ou divido as minhas experiências contrabaixísticas.
Detalhe: a palavra contrabaixo se escreve assim, junto. Mas isso é só um detalhe, porque você deve ser contra baixo e contra baixista. Para ser a favor, tem que aprender primeiro a respeitar o trabalho dos outros.
Outra coisita: não estou enganando ninguém. Você é quem está se enganando: lê, mas não entende o que lê.
Portanto, antes de fazer esse tipo de crítica ou de sugestão como você fez, se esforce para entender o que está escrito no blog (nome do blog e este texto, por exemplo). 
Finalizando, caro anônimo idiota, posto no MEU blog o que eu quiser e não o que você quer ler. Não sou sua empregada.
Se você quer reclamar do blog, escreva com educação. 
Se a educação não existe, o mouse é a serventia da página! E boa viagem!…

Notícia postada no site http://www.sampaonline.com.br

A violinista holandesa Isabelle Van Keulen junta-se ao contrabaixista alemão Rudiger Ludwig, à pianista israelense Roglit Ishay e aos Solistas de Paulínia para uma única apresentação.



Data: 5 de outubro de 2011 – 4ª feira, às 21h
Local: Cultura Artística
Endereço: Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1830 (Itaim Bibi)
Tel: (11) 3258-3344
Ingressos: R$ 30,00 

Texto extraído do site http://www.concertospaulinia.com.br


Rudiger Ludwig

Rüdiger Ludwig nasceu no ano de 1970,em Mainz, onde iniciou seus estudos de contrabaixo aos quinze anos de idade. Um ano depois já fazia parte da Orquestra Jovem Nacional Alemã, participava das classes para jovens talentos no conservatório de Mainz e, dois anos mais tarde, teve a oportunidade de continuar seus estudos com o professor Günter Klaus na Escola Superior de Música e Arte Performática de Frankfurt em Main.

Em 1991 entrou na Orquestra Jovem da União Européia, onde conquistou o postode principal contrabaixista, sob a direção de maestros como Claudio Abbado, Bernard Haitink, Carlo Maria Giulini, Mstislav Rostropovich, Vladimir Ashkenazy and James Conlon.

Após tocar por um ano na Orquestra da Radio Saarbrücken, Rüdiger Ludwig passou, em 1995, a ser co-principal contrabaixista na NDR Hanover Radiophilharmonie, onde continua até hoje, participando de concertos tanto no rádio quanto na televisão da Alemanha e também em diversos outros países como Japão, Espanha, Brasil, Argentina, Polônia, Itália, Suíça, França e Noruega.

Também, é constantemente convidado a se apresentar com diversas orquestras: a Hamburg State Opera, WDR Radio-Orchestra Köln, HR Radio-Orchestra Frankfurt, Luzern Festival Orchestra, Norwegian Chamber Orchestra, entre outras. Ao longo dos anos ele interpretou todos os principais concertos para contrabaixo com diversas orquestras.

Rüdiger Ludwig realizou gravações para a NDR Radio, em trabalhos solos ou de música de câmara, como integrante do Ensemble Oktoplus, junto a outros solistas da NDR Radiophilharmonie.

Além disso, toca regularmente música de câmara ao lado de artistas como Isabelle van Keulen, the Leopold String Trio e Ulrike Payer.

Ele toca um contrabaixo de Auguste Sebastien Phillipe Bernardel (“Вernardel Pere“) de 1856.

Notícia postada no site http://www.sampaonline.com.br
 

Dando continuidade a temporada 2011 da Filarmônica Bachiana SESI-SP, o maestro João Carlos Martins sobe ao palco do Teatro Bradesco, dessa vez como solista, para o quinto concerto da temporada, dia 24 de outubro, às 21h. Sob regência do maestro John Boudler a Filarmônica irá apresentar obras de L. V. Beethoven, Giovanni Bottesini e Astor Piazzolla. Além do maestro João Carlos Martins, o solista Sérgio de Oliveira (contrabaixo) também participa da apresentação.

Dia 24 de outubro (segunda) às 21h
Teatro Bradesco – Bourbon Shopping (1457 lugares)
Rua Turiassú, 2100 – 3º Piso (Pompéia) – São Paulo 
Tel: (11) 3670-4100
Ingressos: De R$ 70,00 a R$ 120,00 

Texto extraído do site http://www.magdatagliaferro.com.br

Sergio de Oliveira

Nascido em São Paulo , iniciou seus estudos de contrabaixo no Conservatório de Tatuí com o Prof. Nicolaus Schevtschenko. 
Em 1983 foi premiado com uma bolsa de estudos para ingressar na Karajan Stiftung (Academia da Filarmônica de Berlin) para se aperfeiçoar com o primeiro contrabaixista, professor Rainer Zepperitz, durante 5 anos, apresentando-se com a referida orquestra sob a regência de maestros como: Herbert Von Karajan, Cláudio Abbado, Seiji Osawa, Carlo Maria Giulini, Ricardo Mutti, Eugen Jochum, André Previn, entre outros. 
Participou de gravações com a Filarmônica de Berlin, destacando-se entre elas as Sinfonias número 4 e 7 de Beethoven sob a regência de Karajan, a Sinfonia número 3 de Lutoslawisky, sob regência do próprio autor e a Sinfonia em Ré Menor de César Frank, com Carlo Maria Giulini. Também tocou na Deutsche Oper Berlin durante um ano, participando de uma tournée pelo Japão por cinco semanas. 
Retornando ao Brasil foi solista de importantes orquestras brasileira, tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Brasília, orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra de Câmara de Curitiba, Orquestra de Câmara de Tatuí e Orquestra de Câmara Villa-Lobos com a qual foi solista em tournée pela Argentina. 
Foi também professor em diversos festivais de música: Festival de Campos do Jordão, de Londrina, de Curitiba, de Tatuí, de Poços de Caldas e do “Primeiro Festival Instrumenta Verano de Puebla” – México, ao lado de um renomado corpo docente internacional. 
Atualmente exerce intensa atividade como solista e camerista atuando também como contrabaixista das seguintes orquestras; Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Bachiana Filarmônica e Orquestra de Câmara Villa-Lobos. 
Também atua como professor na Universidade Livre de Música ( ULM ) e no Instituto Baccarelli.

Notícia postada no site http://agendalx.pt

Recital de Violino e Contrabaixo – Solistas da Metropolitana
Diana Tzonkova – violino | Ercole de Conca – contrabaixo
Data: 28 de Outubro de 2011, 6ª feira

Horário: 13h 

Metropolitana – Concertos à Hora de Almoço
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A Metropolitana, em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e a EGEAC, preparou para Setembro a abertura de dois ciclos de concertos à hora do almoço. Todos os meses, de Setembro a Junho, os Solistas da Metropolitana apresentam um ou dois concertos de música de câmara à hora do almoço. Os programas são variados e ultrapassam barreiras do tempo e dos estilos dando a conhecer ao público uma verdadeira diversidade musical.

Postado no site http://www.metropolitana.pt

Ercole de Conca 


Nasceu em Itália e formou-se no Conservatório Estatal, completando os seus estudos com Francesco Petracchi no Conservatório de Genebra. Participou em masterclasses internacionais com o mesmo professor em Sermoneta (Itália), com F. Muzzi em Anzio (Itália) e com L. Streicher no Estoril (Portugal). De 1992 a 1994 foi membro titular da Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Desde 1994, é chefe-de-naipe alternante na Orquestra Metropolitana de Lisboa. Colaborou com a Orquestra Sinfónica do Porto e, na qualidade de chefe de naipe, com a Royal Liverpool Philharmonic Orchestra (Inglaterra), com a Aalborg Symfoniorkester (Dinamarca) e a Orquestra Sinfónica de Galicia.
Paralelamente à atividade orquestral, atua regularmente como solista e músico de câmara. O seu repertório inclui, juntamente com o repertório standard para contrabaixo, uma série de transcrições por si feitas de obras como Árias Ciganas (P. Sarasate), Variações Rococo (P. Tchaikovsky), Rapsódia Húngara (D. Popper), Danças Romenas (B. Bartók), vários trios com piano de Rachmaninov, Chausson e Smetana, a Sinfonia Concertante de Mozart, entre outras.
Foi convidado várias vezes por orquestras portuguesas e estrangeiras na condição de solista. Entre estas performances, destaca-se o Divertimento Concertante de N. Rota, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por D. Epstein, e a primeira execução mundial do Concerto para Contrabaixo e Orquestra de Emil Tabakov, dirigida pelo próprio compositor.
Desde 1994, é membro do Quarteto Rossini, um ensemble de música de câmara frequentemente alargado a outros formatos, com o qual exerce uma intensa atividade por todo o País. Desde 1994, leciona Contrabaixo e Música de Câmara na Academia Superior de Orquestra, em Lisboa, tendo vários dos seus alunos ganho concursos para integrar orquestras portuguesas. 

Notícia postada no site http://www.ufrgs.br

Na próxima quarta-feira, 21, o Instituto de Artes recebe o recital de piano e contrabaixo de Mauro Ronca e Alexandre Ritter. A apresentação acontece às 20h, no Auditorium Tasso Corrêa, com entrada franca. Serão executadas obras de Adolf Mišek e ArmandoTrovajoli. A coordenação do evento é do professor André Loss. 
Mauro Ronca nasceu em Salerno, Itália, é graduado em piano pelo Conservatório Vivaldi de Alessandria e foi premiado nos concursos nacionais Carlo Mosso (2005) e Luigi Nono (2007). O trabalho de solista, músico de câmara e acompanhador o tem levado a fazer concertos na Itália e nos Estados Unidos. Atualmente, ele está realizando o Corso di Perfezionamento na Accademia di Música de Pinerolo
Ronca escreveu a trilha sonora para a comédia teatral Der Weltuntergang (O fim do Mundo) e, como compositor, foi convidado a participar do Festival Internacional de Violão de Lagonegro e do evento Musiche in Mostra, da Galeria de Arte Moderna de Torino. O músico ainda colabora com o Istituto Diocesano Liturgico-Musicale (I.di.li.m) de Asti, como membro da comissão artística das atividades culturais da instituição, além de fazer parte do grupo instrumental do mesmo instituto como camerista realizador de “baixo contínuo”. 
Alexandre Ritter recebeu recentemente o título de Doutor em Double Bass Performance pela Universidade da Geórgia (UGA), nos Estados Unidos. Sua formação musical e acadêmica inclui um ano de mestrado em Bass Performance na University of British Columbia (Canadá).Desde 2000, Alexandre é professor de contrabaixo da UFRGS e participou de vários cursos importantes, tendo a oportunidade de tocar para professores como Franco Petracchi, Joel Quarrington, Edwin Barker, Gary Karr e Francois Rabbath, entre outros. 
Sua experiência profissional em orquestras inclui várias sinfônicas nos EUA (Charleston, Savannah, Macon, Greenville, Ocmulgee, Athens), a Orquestra Sinfônica e de Opera de Augusta, além de orquestras brasileiras como a Sinfônica do Estado do Paraná, a Sinfônica de Porto Alegre e a Orquestra Unisinos. (Foto: Brian Hawkes)
Data:  21 de setembro de 2011 – quarta-feira
Horário: 20 horas
Local: UFRGS – Auditorium Tasso Correa do Instituto de Artes 
Endereço: Rua Senhor dos Passos, 248 – Campus Centro
Entrada franca
Informações pelo telefone: (51) 3308-4325

Notícia postada no site http://www.concursos-online.com
A FASCS – Fundação das Artes de São Caetano do Sul, Estado de São Paulo, abre inscrições para realização de Concurso Público, para provimento de 90 vagas, sendo 15 imediatas e 75 para cadastro reserva, para os cargos de Bibliotecário, Professor de clarineta, contrabaixo acústico, contrabaixo elétrico, estruturação musical, flauta-doce, história da música, Professor de oboé, piano clássico, piano popular, viola sinfônica, violão popular e Professor de interpretação. A remuneração pode chegar a R$ 1.300,00.
Serão aceitas inscrições via Internet, no período de 19 de setembro a 14 de outubro de 2011, através do website www.caipimes.com.br. Será cobrada taxa de inscrição no valor de R$ 70,00.
As provas escritas serão aplicadas no dia 06 de novembro.
(Contrabaixo acústico tradicional)
Texto tirado do blog do contrabaixista Jorge Pescara, escrito pelo também grande contrabaixista Jorge Oscar, extraído da extina revista Tok Prá Quem Toca, ano II, nº 7.
(Contrabaixo acústico 3 cordas Gasparo da Saló, de Domenico Dragonetti)
CONTRABAIXO ACÚSTICO 
  
“Os Ancestrais ou parentes mais próximos de vários dos instrumentos musicais de hoje podem ser traçados com certa precisão. Já para os instrumentos de arco, como o violino ou o violoncelo, são muitas as dificuldades em se estabelecer quando eles apareceram. O Contrabaixo e outros instrumentos com este tipo de função também se encontram neste caso.
As origens do contrabaixo remontam a cinzenta idade média. Descendente de uma família chamada “Violas”, que se dividia em dois grupos: violas de braço e violas de pernas. O Contrabaixo é hoje o herdeiro maior e de som mais grave deste segundo grupo. Porém, o caminho que foi percorrido para se chegar até ele nem sempre é fácil e seguro de ser traçado. Por volta do ano 1200, o nome Gige era usado para denominar tanto a Rabeca (instrumento de origem árabe com formato parecido com o Alaúde) como o Guitar-Fiddle (espécie de violão com formato parecido com o do violino). 
(Contrabaixo acústico Pöllman 5 cordas G D A E C )
(Acoustic Viol 6 cordas C G D A E B)
Era muito comum na época instrumentos e vozes dobrarem as partes em uníssono. Com o desenvolvimento de novos estudos harmônicos, o número de partes foi expandido para quatro. Em 1450, aproximadamente, começou-se a usar o registro de baixo, que até então não era considerado. Com esta nova tendência para os graves, os músicos precisavam de instrumentos especiais capazes de reproduzir ou fazer soar as partes graves. A solução encontrada pelos construtores na época (luthiers) foi simplesmente reconstruir os instrumentos existentes, só que em escala maior, aumentando-lhe o tamanho, mas sem trocar a forma ou o modo de construção desses novos instrumentos. Verificamos aí que a evolução técnica e artística de um instrumento qualquer estão imprescindivelmente ligados a história da música. Assim, a evolução no número de partes da harmonia trouxe a necessidade de se criar outros instrumentos que desempenhassem satisfatoriamente aquela nova função. 

(Treble Bass Viol 7 cordas – 1650)

Historiadores narram que no ano de 1493 alguns músicos espanhóis, ao visitarem a Itália, ficaram maravilhados ao verem violas tão grandes. Na Itália, as violas tinham três tamanhos: a viola da Gamba aguda, a tenor e a viola baixo. 

 
(Violone Contrebass – 1700)
No fim do século XVI, a família chegou ao número de seis membros com a adição do pequeno baixo da Gamba, grande baixo da Gamba e sub-baixo da Gamba.  Houve uma considerável experimentação com relação às violas, algumas chegando a ter corpos de enormes proporções, outras, com vários formatos e tamanhos. 
O ancestral mais próximo do Contrabaixo foi o Violone. Esse nome que é freqüentemente encontrado referindo-se ao contrabaixo, originalmente aplicava-se a qualquer dos instrumentos da família das violas, fosse ele grande ou pequeno. 
No início do século XVII, o Violone tornou-se o nome que designava o maior de todos: a Viola Contrabaixo. Durante muito tempo, assim ele foi chamado e somente após a segunda metade do século XVIII o nome do contrabaixo separou-se do Violone. 
O famoso compositor J.S. Bach sofreu muito na época por causa da insuficiência técnica dos contrabaixistas do seu tempo. De acordo com registros históricos, até o ano de 1730 não foi encontrada nenhuma referência do instrumento atuando em orquestras. 
A partir da segunda metade do século XVIII, com sua estrutura praticamente definida, o contrabaixo passou a integrar as mais diferentes formações musicais, como orquestras, Big Bands e pequenos grupos de jazz (Ragtime, Dixieland, Swing, Blues, etc.). 

O contrabaixo é o único instrumento da família das cordas que está em visível evolução.”

(Viola D’Amore tenor -  1400)

Violone, na moderna terminologia, o double bass viol, é o ancestral direto do contrabaixo acústico. Historicamente, o termo abraçou uma grande variedade de termos: qualquer viola, uma viola de grandes proporções (em particular a viola da gamba baixo), e mesmo (em algumas fontes italianas) o violoncelo. este termo é conhecido desde 1520. O instrumento é classificado como um lute (ou fiddle) tocado com arco.




(Viola Primigênia “treblebass” italiano – 1450)

Perto de 1600 violone tornou-se o termo padrão para as violas baixo: o violone da gamba, afinado G’ C F A d g (uma 5ª do padrão normal de afinação das 6 cordas da viola baixo), o maior de todos os instrumentos graves, violone del contrabasso, afinado D’ G’ C E A d, o great dooble base, o 5 cordas Gross Contra-Bas-Geig, o Gross Violon de-Gamba Basz de 6 cordas, (ambos com trastes e afinados em quartas e com extensão entre 31 1/2¨ a 45¨), também refere-se a Bas-Geig de bracio, (F’ A’ D F# B; ou G’ C F A d g; ou ainda G’ C E A d g) para o Basse Violon e para o maior violone, uma quarta abaixo disto; também o violone grosso de 4 cordas afinado em quintas C’ G’ D A; ou G A d g

(English Division Viol Bass – 1500)

Sendo o mais grave da família do violino, este instrumento possui uma caixa de ressonância acústica de grandes proporções. Sua escala mede geralmente entre 39” e 42”. Sua afinação padrão (do grave ao agudo) consiste em saltos de quartas-justas E A D G, mas os primeiros, no século XVIII, chegaram a possuir apenas três cordas de tripa de carneiro (A D G, G D G, G D A ou C G C). Nos tempos modernos adicionou-se uma quinta corda grave afinada em C para se igualar à corda mais grave do violoncelo.

(Baryton francês de 17 cordas – 1782)

O baixo acústico utilizado geralmente na música erudita, que é um instrumento transpositor de oitavas soando uma oitava abaixo do que está escrito na partitura, foi introduzido na música popular em meados dos anos 30. Sua origem remonta ao século XVII sendo mais cobiçados aqueles construídos pelas famílias A. Stradivari e N. Amati.
Hoje em dia pode-se encontrar contrabaixos acústicos com afinações alternativas e de até seis cordas (B E A D G C). Tais encordoamentos podem ser encontrados em liga metálica, cobertura de nylon ou de tripa. Dentre os expoentes deste instrumento podemos citar: Domenico Dragonetti, Giovanni Bottesini, Gary Karr, Scott La Faro, Ron Carter, Edgar Meyer, Jorge Oscar.”


(Hatso Harris e seu contrabaixo de 6 cordas)

Clique aqui, para ler sobre a história do:


Elétrico vertical (Baixo Vertical 4, 5 e 6 cordas)
Contrabaixo elétrico (4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 cordas)
Contrabaixo elétrico escala curta
Contrabaixo elétrico Baritone
Contrabaixo elétrico Double Neck
Contrabaixo fretless (4, 5 , 6, 7 e 8 cordas)
Contrabaixo oitavado:
Contrabaixo eletroacústico:  (Baixolão)
Outros contrabaixos acústicos com formato de violão


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