(texto de Fábio Massalli)
Tocar em orquestras não é uma novidade para o contrabaixista Alisson Silva Barros, 30. Formado em Música pela UEM, ele toca na Orquestra Filarmônica do Cesumar, na Orquestra de Câmara da Fundação Luzamor, na Orquestra da UEM e, agora, integra a Orquestra de Câmara do Cesumar. Orgulhosamente diz: “Vivo da música.” 
Barros começou na música aos 17 anos. Tocava baixo elétrico em conjuntos de igreja e bandas. “Comecei a avançar no instrumento e entrei no curso técnico de contrabaixo acústico na Universidade Estadual de Minas”, lembra.
Em 2003, Barros veio tocar com um quarteto de cordas em igrejas de Maringá. Em uma delas, conheceu o reitor do Cesumar, Wilson Mattos, que o convidou para participar da Orquestra Filarmônica do Cesumar. Em 2006, entrou no curso de Música da UEM juntamente com o maestro Davi Oliveira, o spalla (primeiro violinista) Bruno Correa e o violoncelista Wilfredo Sales Rios, todos integrantes das duas orquestras do Cesumar.
Para Barros, uma das grandes vantagens da criação da Orquestra de Câmara do Cesumar está no trabalho de repertório. “Aumenta muito o repertório erudito e o crescimento do grupo como um todo. A orquestra de câmara abrange um repertório erudito muito maior e é uma forma viável de trabalhar essas músicas”, diz.
Barros diz que a cidade tem um público muito eclético e, nas outras orquestras, tem que se mesclar o repertório. “A grande vantagem nessa orquestra de câmara é que se trabalhará só com erudito e terá um grande papel na formação de uma plateia que goste desse tipo de música”, diz.
Publicado no dia 16/3/2011, em: 
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