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1- Orientações contrabaixísticas – definição breve
2- Ser ou não ser contrabaixista? Eis a questão…
3- Tempo
4- Tempo (continuação)
5- Contrabaixo
6- Relógio contrabaixístico 1
7- Relógio contrabaixístico 2
8- Sobre professor, Escolas e autodidatismo…
9- Sobre professor, Escolas e autodidatismo (continuação)…
10- Sobre professor, Escolas e autodidatismo (final)…
11- Aula particular de contrabaixo ou em escola?
12- Conversando com a preguiça contrabaixística…
13- Sobre a diminuição no ritmo de estudo…
14- Sobre a diminuição do ritmo de estudo (continuação)…
15- Sobre a diminuição do ritmo de estudo (final)…
16- Definindo as funções…
17- Cursos de férias: fazer, não fazer ou o que fazer????
18- Uni- duni- tê contrabaixístico: sobre escolhas difíceis na vida do contrabaixista…
19- O que preciso comprar para começar os estudos?
20- Gastos mensais com o estudo do contrabaixo
21- “Luxos” úteis ou necessários
22- Gastos eventuais com o contrabaixo
23- Escolha do contrabaixo: aspectos importantes
24- Arco…
25- Qual modelito: arco francês ou arco alemão?
26- Sobre os arcos francês e alemão…
27- Dúvidas na escolha do encordoamento correto?
28- Trocando as cordas (continuação)
29- Problemas com a resina?
30- Sobre climas…
31- Espelho, espelho meu…
32- Alongamentos complementares – parte 1
33- Alongamentos complementares – parte 2
34- Sobre cotovelos e tendinites…
35- Postura: uma “elefância” necessária…
36- Ainda sobre LER ou DORT
37- Ainda sobre LER ou DORT… (fim)
38- Causas e defeitos: prevenindo as dores contrabaixísticas…
39- Sobre tamanho de contrabaixos e de dedos
40- Causa e defeitos: prevenindo as dores contrabaixísticas… (continuação)
41- Sobre comprimento dos dedos… (continuação)
42- Sobre comprimento do braço…
43- Sobre a altura do contrabaixo…
44- Solução alternativa para pessoas baixinhas
45- Ponta do metacarpo é a mãe!…
46- Curta e grossa: unha!
47- Curta e grossa: unha! (continuação)
48- Sangue, suor e bolhas…
49- Um “causo” de bolhas…
50- Cuidado com as bolhas assassinas!
51- Calo para sempre
52- A-B-C- Dedilhados: Nós nos dedos!
53- A-B-C- Dedilhados : Meus dedinhos, meus dedinhos, aqui estão…
54- A-B-C- Dedilhados: Sobre extensão e pivô
55- A-B-C- Dedilhados: Sobre os dedos 3 e 4
56- A-B-C- Dedilhados: Dedo 3 (anular): pouco ou muito usado?
57- A-B-C- Dedilhados: Dedilhado 1-2-3-4 no acústico. E aí?
58- Dedilhados contrabaixísticos e divagações de uma contrabaixista…
59- Fortalecimento dos dedos da mão esquerda: Exercícios fora do contrabaixo
60- Fortalecimento dos dedos da mão esquerda para contrabaixista iniciante – parte 1
61- Fortalecimento dos dedos da mão esquerda para contrabaixista iniciante – parte 2
62- Mudança de posição (regiões grave e média)- revisão de dedos, dedilhados e posição.
63- Mudança de posição nas regiões grave e média
64- Como se livrar das posições contrabaixísticas comprometedoras…
65- Fortalecimento dos dedos da mão esquerda: Estudo
66- Fortalecimento dos dedos da mão esquerda: Objetivos e mais variantes
67- Fortalecimento dos dedos da mão esquerda: Exercícios também com o capotasto (polegar)
68- Exercícios para relaxar a mão direita (arco)…
69- Exercícios para a mão direita (arco)… (continuação)
70- Com o “coringa” nas mãos: exercícios para pizzicato ou arco – parte 1
71- Exercício “coringa” (sem acentos, para uniformidade do som) – parte 2
72- Exercício coringa (com acentos, para variação de pressão) – parte 3
73- Família e vizinhos: guia prático de convivência mútua…
74- Contrabaixo, empregadas e crianças: manual de instruções
75- Contrabaixo & carro
76- Como colocar e tirar um contrabaixo do carro – parte 1
77- Como colocar e tirar um contrabaixo do carro – parte 2
78- Contrabaixo & carro – detalhes tão pequenos de nós dois ou três…
79- Contrabaixo & carro – regra importante…
80- Sobre afinação…
81- Sobre afinação: Uma mesma palavra ou expressão para diferentes direções…
82- Sobre afinação e pinguins…
83- Sobre afinação, memória e fosfosol…
84- Suono reale (som real): Existe? É contagioso?
85- Eu acho que vi uma bolinha passar por aqui! (sobre claves e leitura…)
86- Blá-blá-blá sobre a mão direita (arco)…
87- Se meu contrabaixo falasse: aspectos rápidos de interpretação
88- Se meu contrabaixo falasse: aspectos técnicos rápidos de interpretação.
89- Se meu contrabaixo falasse: alguns “clichês” de interpretação…
90- Se meu contrabaixo falasse: interpretação X personalidade
91- Venenos orquestrais breves- afinação
92- Venenos orquestrais breves- 1º contrabaixo
93- Venenos orquestrais breves- músicos e orquestras jovens e os concertos sem cachê
94- Venenos orquestrais breves- sobre concertos sem cachê
95- Venenos orquestrais breves: brigando na mesma estante…
96- Venenos orquestrais breves: ai bota aqui, ai bota aqui a minha estante… junto de mim!…
97- Venenos orquestrais breves: e de triângulo em triângulo se chega a um semicírculo…
98- Agruras contrabaixísticas iniciais
99- Carneirinho, carneirão: vibrato não é recurso de afinação!
100- Sobre professores genéricos de contrabaixo…
101- Fábulas contrabaixísticas: O Contrabaixista e a Galinha Ruiva
102- Cuidadinhos com o seu contrabaixo, com o contrabaixo do seu vizinho, com o contrabaixo do pai de todos…
103- Fábulas contrabaixísticas: o contrabaixista Lebre e o contrabaixista Tartaruga
104- O contrabaixista e o monstro: sobre o uso da força e do peso
105- O trem-fantasma da mudança de posição: aspectos importantes
106- Fábulas contrabaixísticas: A Contrabaixista Adormecida
107- Quando a idade não é documento, mas o sonho contrabaixístico tem limites…
108- O Primo Contrabaixista da Cidade e o Primo Contrabaixista do Campo
109- Você sabe escrever o nome do seu instrumento em Português contrabaixístico?
110- Contrabaixo não vai pro céu: aspectos importantes sobre compra & venda do contrabaixo
111- Consultório contrabaixístico: resina
112- Consultório contrabaixístico: tempo de estudo, escala e notas
113- Carta para um contrabaixista e ex-aluno…
114- Sobre nomenclatura das posições e escolha de dedilhado
115- Consultório contrabaixístico: arco – partes, direção e movimentos
116- Qual é a sua desculpa para não assumir o contrabaixo?
117- Sou canhoto, tia!…
118- As mil e uma noites da mão esquerda
119- Fé na tábua: é hora da cegonha contrabaixística!
120- Geladeira contrabaixística: cordas soltas
121- Geladeira contrabaixística: emoção

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O estudo técnico é sempre importante e essencial, mas não somos maquininhas de tocar notas, especialmente nas músicas que “precisam” de um algo a mais…

Marco “Brody” Delestre, grande contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, se envolve tanto no que toca que, às vezes, não sabe se está tocando com os dedos ou com o coração!

Para ele, todo dia é dia de descobrir algo novo na mesma música, já que nunca contamos a mesma história exatamente do mesmo jeito e, assim como o compositor passou por vários momentos ao escrever sua obra, os intérpretes também passam por vários momentos ao tocá-la, e dão continuidade a ela.

O importante do estudo é a finalidade. Pra que estudamos tanto cordas soltas, escalas, métodos, etc.? Para termos a liberdade de fazer Música pois, segundo Delestre, “se nos concentrarmos apenas nas notas e técnicas perfeitas, em pouco tempo não existirá mais prazer em tocá-las!”.

Delestre cita um dos ensinamentos do lutador Bruce Lee, que dizia: “Eu não me preocupo com quem treina mil chutes diferentes, mas sim com quem treina mil vezes o mesmo chute”.
Com isso, ele aprendeu que, “quando nos dedicamos com o coração, vamos descobrir muito mais coisas, pois aqueles que querem muito de uma só vez nunca terão tempo suficiente para descobrir os mistérios que se escondem por trás da arte que escolhemos, seja ela qual for!”.

E, com essas descobertas, a música se torna intensa (plena) e transborda toda a sua emoção, que é a nossa razão de existir!

Nossos agradecimentos contrabaixísticos ao Marco “Brody” Delestre, que está tocando no vídeo abaixo, e que tem um canal no Youtube muito bonito! clique aqui

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O estudo da corda solta é muito importante não só nos primórdios do estudo individual do contrabaixista, mas sempre!

Ana Valéria Poles, grande contrabaixista paulista, faz em seu estudo diário e com seus alunos o que ela chama de “terapia da corda solta”, que são exercícios variados de cordas soltas, como forma de trabalhar o relaxamento e o peso do braço direito e fazer um “insight”, ao sentir os músculos que estão sendo usados.

Para isso, ela utiliza o método “My Way of Playing Double Bass”, de Ludwig Streicher, vol.1, mas outros métodos também têm estudos em cordas soltas como: o “New Method for String Bass”, de Franz Simandl, vol.1; e o “New Method for Double Bass”, de Isaia Billè, vol.1, entre outros.

Segundo Ana Valéria, como ao estudar nós ficamos muito escravos do visual – olhando o tempo todo pro espelho -, ela sugere que a “terapia da corda solta” seja feita também no escuro, porque aí colocamos o ouvido em ação, e ele é bem mais aguçado do que imaginamos! E, assim, “o estudo se torna quase uma meditação”!…

(Nossos agradecimentos contrabaixísticos à Ana Valéria Poles, que também lançou, em 2016, o seu ótimo Sistema de Arcadas e Golpes de Arco em Escalas e Arpejos para Contrabaixo, que está à venda nas livrarias! É só clicar na imagem!)

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É chegada a hora da cegonha contrabaixística!
O que fazer? Como fazer? Como escolher o seu contrabaixo?

O que indico:

1) Indico somente os contrabaixos que conheço pessoalmente já que, aí, posso dar uma opinião mais concreta e não ficar só em “achimos” e “talvezes”.

Por que só indico isso:

1) Sobre marca X, Y ou Z, não me ligo em marcas ou nomes de fábricas já que, mesmo os instrumentos de uma mesma marca e modelo, podem apresentar diferenças, sem contar que minha memória pra nomes é péssima!;

2) Existe a subjetividade, que precisa ser levada em conta.
Por exemplo: o som de um determinado instrumento nem sempre agrada a todos. E às vezes agrada, mas pode não ser o que o futuro comprador queira ou precise. Pode ter um som lindo e ser um contrabaixo grande demais. Como vou saber disso sem conhecer o contrabaixo e o contrabaixista? Pode ter um som lindo e/ou ser um contrabaixo maravilhoso, mas que precisa de consertos e reparos, que nem sempre são compatíveis com o que o futuro contrabaixista pode gastar. E eu nesse tiroteio? Outras vezes, o contrabaixo tem o som lindo com pizzicato, mas o som fica uma bosta com o arco. Isso pode ser um problema pra mim, mas não sê-lo para outrem, entre muitos outros exemplos.

Importante saber antes de comprar:

1) Para começar os seus estudos de contrabaixo, um futuro aluno precisa de um instrumento tocável. O diferencial pode estar no quanto se pode pagar por ele, ou na sorte de conseguir um instrumento de qualidade superior ao que se pode dispor financeiramente para comprá-lo;

2) Pode ser um contrabaixo ruim? Pode! Pode ser um contrabaixo chinês de compensado? Pode! Nem sempre o futuro contrabaixista pode pagar por um contrabaixo de madeira maciça. Nem sempre ele pode pagar por um de tampo maciço, com fundo e faixas de compensado. “Ah, mas a diferença entre ele e um de compensado é pouca!”. A diferença ser pouca não conta. O que conta é saber se há dinheiro ou condições de bancar por essa diferença. Se há, delícia! Se não há, compensado é o caminho! Pode ter certeza de que muitos contrabaixistas começaram por esse mesmo caminho…;

3) Não invista demais naquilo que você ainda não tem certeza de ser o que realmente você quer. Em tempos de vacas magras, é difícil vender elefante e, quanto mais caro for o seu, maiores serão as chances dele permanecer como objeto decorativo na sua casa;

4) Se você conseguiu um “estrumento” e não um instrumento, parabéns! Pense que você conseguiu o que muitos ainda não conseguiram, e que o som pode ser feio, mas não fede;

5) A gente compra o sonho que a vida permite, mas a gente continua a sonhar toda noite, pra não esquecer que a vida continua, exatamente pra que a gente possa realizar outros sonhos…

6) Os contrabaixos de fábrica e de compensado, embora com preços mais acessíveis, não são todos iguais. Normalmente, os de preço mais elevado costumam ter um acabamento melhor que os de preço bem mais populares, mas isso não impede de comprar um contrabaixo barato que dê perfeitamente para ser usado por dois, três anos ou quatro;

7) Contrabaixo pode ser o seu bem-querer, como é o meu, mas contrabaixo é também um bem financeiro. Comprá-lo e vendê-lo por um preço justo é sempre o melhor caminho para realizar a transação;

8 ) Alguém precisa hoje de um contrabaixo simplesinho, como um dia alguém precisou; alguém pode estar vendendo hoje o seu, assim como um dia esse alguém pode ser você. E a vida contrabaixística segue, sem traumas;

9) Os contrabaixos chineses costumam vir com capa e arco. Quando vendidos por particulares, nem sempre vêm com esses acessórios. É sempre útil se informar sobre isso antes da compra;

10) Às vezes, por um contrabaixo com um preço bem acessível, pode valer a pena uma viagem para alguma outra cidade. Nada como uma aventura emocionante! Só avise a cegonha pra, das próximas vezes, entregar o seu contrabaixo na cidade certa;

11) Sempre que possível, compre contrabaixo de pessoas físicas ou em lojas que você possa escolhê-lo pessoalmente. Evite compras de contrabaixo pela Internet. Em caso de problemas de construção ou de transporte, é necessário saber antes da compra quem bancará o envio do instrumento para devolução ou troca, e que isso esteja por escrito no site. Não se esqueça de fazer print-screen de tudo;

12) Caso seja inevitável a compra pela internet, certifique-se do envio com seguro do contrabaixo, e de que a compra seja feita através de uma firma intermediária, que receberá o seu pagamento, e que só o liberará para o vendedor quando o contrabaixo chegar em perfeitas condições até você, lembrando que é legal a desistência da compra pela Internet em até 07 dias úteis após a chegada da encomenda, mas que isso não te impede da aporrinhação do envio do contrabaixo para o local de origem (rever item 11);

13) De um modo geral, a partir dos 13 anos de idade, dê preferência aos contrabaixos de tamanho ¾. Eles são ergonomicamente menos prejudiciais à saúde do aluno de contrabaixo. O volume de som nem sempre está associado ao seu tamanho, mas sim a sua construção. O tamanho do contrabaixo é medido pelo diapasão (distância entre a pestana e o cavalete). Um contrabaixo ¾ tem entre 106 ou 107cm de diapasão. Na hora de escolher o tamanho do seu contrabaixo, procure se lembrar do velho ditado: “quanto maior o tamanho, maior o tombo”;

14) Todo o contrabaixo comprado deveria passar por um luthier antes da compra e deve passar sempre por um após a compra, para regular (ou trocar) o cavalete e a altura das cordas. Contrabaixo novo de loja, por exemplo, não se toca sem regular o cavalete e, por causa disso, muitas das vezes nem se consegue experimentar direito o lindo na loja. O serviço não é caro, mas deve fazer parte do orçamento reservado para a compra do contrabaixo, junto com o arco – caso ele não venha com o instrumento – e da resina, que não é cara e dura uns quatro anos. Não faça como o povo que dá festa e economiza nos detalhes que depois ainda cagam toda a cerimônia: comprou um contrabaixo, leve-o a um luthier competente;

15) As cordas que vêm nos contrabaixos chineses costumam ser muito ruins. Cuide bem delas usando uma flanela seca após estudar, porque as cordas boas são carésimas, embora possam durar muitos anos;

16) Logicamente que, acompanhado da mão esquerda, o contrabaixo costuma desafinar, mas se ele começar a desafinar muito sozinho, não é carência de estudo, porque quem tem carência de estudo para afinar é o contrabaixista. O contrabaixo pode estar com uma corda candidata a ser afinada um semitom abaixo, ou um dia arrebentará sem te dizer adeus;

17) Quem conserta, regula e faz contrabaixos é o luthier e não o marceneiro da esquina. O marceneiro pode ser lindo, ótimo e maravilhoso, mas contrabaixo não é um móvel – mesmo que haja quem o considere como tal. E que não seja você uma dessas pessoas…

18) Se o contrabaixo for simples, nem sempre vale a pena investir tanto, porque não haverá quem pague esse investimento, quando você precisar vender o contrabaixo;

19) Se o contrabaixo valer a pena o investimento, procure se informar sobre cada coisa a ser feita e o caráter de urgência de cada uma. Pense se você pode pagar por todo esse investimento, se você pode fazer o serviço por partes e/ ou se vale a pena você se endividar por ele. Embora muitas chances sejam únicas, outras virão;

Como escolher o seu contrabaixo:

1) Se possível, com a ajuda de um professor, de um luthier ou de algum contrabaixista (profissional, amador ou estudante mais adiantado);

2) Se isso não for possível, veja se o vendedor parece ser uma pessoa confiável. Sei que confiança a gente não vê pela cara e que, se visse, não haveria tanto trambiqueiro no mundo mas, se você não tem a quem recorrer, o jeito é torcer para que seu sexto sentido seja seu amiguinho e funcione;

3) Caso você opte comprar o contrabaixo numa loja, até mesmo pelas facilidades de parcelamento, examine o instrumento pra ver se não há trincados, rachaduras, partes mal coladas ou mesmo descoladas, se possível em local bem claro ou, no caso das rachaduras e/ou dos descolamentos dentro do instrumento, veja-as contra a luz, através dos “efes” do tampo;

4) Veja se o espigão é móvel. Caso não seja, você ou tocará com ele numa mesma altura sempre, seja ela boa ou ruim pra você, ou você terá que pagar um luthier para trocar o espigão por um que seja regulável;

5) Veja se o espelho (escala) não está empenado usando uma linha, metro ou barbante da ponta de cima (pestana) até a ponta embaixo (cavalete). Braço empenado pode significar problemas, e problemas quase sempre significam dinheiro;

6) Evite contrabaixos com o braço muito largo. Com o braço esquerdo pra baixo, relaxe e sacuda a sua mão esquerda, como se fizesse movimentos de quicar uma bola de ping-pong. Congele o movimento. Suba sem modificar a forma da mão. O braço do contrabaixo não deve ser tão largo, a ponto de você precisar abrir sua mão mais do que pra quicar aquela sua bolinha imaginária;

7) Se o contrabaixo for novo e não der pra experimentá-lo na loja por causa do cavalete novo e sem estar regulado – que deixa as cordas muito altas -, siga as outras dicas, e fé na tábua!;

Fé na tábua e simbora pro mamãe eu vou às compras!
Êta cegonha contrabaixística mais preguiçosa essa que você arranjou, hein?!…

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Após observar contrabaixistas fazendo acrobacias variadas com a mão esquerda em posições, dedilhados e passagens onde não há necessidade de mirabolâncias contrabaixísticas, resolvi escrever sobre a forma da mão esquerda.

De um modo geral, a forma básica da mão esquerda até a primeira metade da corda é uma só, e outra na segunda metade, e só.

Quero dizer com isso que, sendo assim, não existe uma posição de mão esquerda exclusiva para afinar o contrabaixo, nem aquela posição específica da mão esquerda para tocar corda solta, como se o contrabaixista estivesse a se abanar do calor esfalfante do estudo diário, e nem aquele girozinho mimoso de pulso pra mudar de corda, em que o seu pulso vai passear de montanha-russa e não desce mais de lá nem com oferta de cachê artístico.

Manter a forma da mão esquerda objetivando bons resultados inicialmente é um saco, e tira muito daquele “charme” de fazer aqueles arabescos de dança árabe com a mão, e pode até parecer que a vida, na hora de estudar contrabaixo, se tornou algo monótono, repetitivo e meio parado mas, acredite, não é bem isso… Sua vida contrabaixística de tornará muito mais emocionante quando você puder tocar cada vez mais notas, rápidas ou não, de forma precisa e sem esforço.

A cada arabesco bem arabescado e a cada movimento mirabolante, rebolante, girante, estonteante e estabacante da sua mão Scherazade, você está perdendo tempo pra tocar outras notas – especialmente em passagens que exigem velocidade dos dedos e da própria mão -, além de gastar energia com movimentos desnecessários.

A energia tá sobrando? Ótimo! Então está na hora de trabalhar com o peso do braço e do corpo e não com a força das mãos! Mão esquerda com excesso de “coreografia” é sinal de mão frouxa, sem tônus muscular e condicionamento pra se sustentar na corda, entende?

Para isso, comecemos com uma regrita básica para primeira metade da corda: o dedo 2 (dedo médio) faz uma cruz com a corda, e os dedos 3 e 4 (anelar e mínimo) seguem o mesmo modelito de dedo 2. Sabe aquele ditado que diz “manda quem pode e obedece quem tem juízo”? É isso aí: dedo 2 manda e dedos 3 e 4 têm juízo.

Exemplo: na primeira corda (sol), na 1ª posição (lá dedo 1 – si bemol dedo 2 – si bequadro dedo 4): faça a cruz do dedo 2 com a corda. Apóie os dedos 3 e 4 da mesma forma. O dedo 1 fica apontado para cima, mas note que todos os dedos ficam ligeiramente curvados, e nunca retos ou chapados sobre as cordas.

Mas e o antebraço e o cotovelo esquerdos na 1ª posição? Trace uma linha imaginária do seu dedo 2 para a esquerda de seu corpo. Bem, o cotovelo ficará para “baixo” em relação a sua mão e, do cotovelo até o pulso, teremos um ângulo aproximado de 45 graus em relação à cruz que você fez com o dedo 2.

Resumindo: o cotovelo está para “baixo”, mas ele não está deprimido, e não leva o seu dedo em cruz com a corda para o mau caminho. O dedo 2 continua firme, forte, relaxado e sempre perpendicular à corda.

Como você já sabe a regrita básica dos dedos 2, 3 e 4 em cruz com a corda até a primeira metade da corda, depois é só entender que o que muda nas outras posições é o braço como um todo. Sendo assim, a angulação do cotovelo em relação aos dedos vai mudando.

Na hora de tocar corda solta, os dedos levantam para cima e não ficam de ladinho. É até ridículo escrever que os dedos levantam pra cima e abaixam pra baixo, mas é pra ressaltar que os dedos não levantam e nem abaixam para os lados…

E quando você vai mudar de corda… surpresa! Os dedos e a mão esquerda andam junto com o braço, sem vida própria! Eles se movimentam bem pouco, porque o espaço entre as cordas é bem pequeno, e eles também copiam a forma da mão e do braço que você caprichou taaanto pra fazer na corda anterior!… Com isso, não aparece aquele pulso pontudo – o da montanha-russa-, nem o pulso troncho e tímido que quer ficar abaixo do nível do antebraço e/ou da mão.

Importante: lembre-se que o peso do corpo pesa, e que cansa trabalhar com peso no ínicio, mas isso não é justificativa pra não “puxar para trás” o peso da mão e do braço em direção ao cotovelo (diagonal ao corpo). O segredo é estudar de forma gradativa, para adquirir tônus muscular e condicionamento físico aos poucos!

E que sua mão esquerda Scherazade assim o seja não pelo excesso de movimentos desnecessários, mas sim pelas mil e uma noites e dias de músicas bem tocadas e bem vividas!

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1- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre tamanhos de contrabaixo:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre como medir o diapasão de um contrabaixo e classificar o tamanho do instrumento, e apresenta também algumas dicas sobre o espaçamento dos dedos em contrabaixos de diferentes tamanhos.

2 – A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Boatos e bobagens sobre o contrabaixo:
Este vídeo discorre sobre tamanhos de contrabaixo, idade para estudar, altura de banquinho, altura do contrabaixista, tamanho das mãos e sobre a importância de um professor de contrabaixo.

3- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Como carregar o contrabaixo:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre como carregar o contrabaixo, por onde pegá-lo, dando ênfase à proteção do instrumento e da coluna do contrabaixista.

4- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Como se acostumar com o peso do contrabaixo:
Este vídeo demonstra exercícios iniciais somente com o contrabaixo, dando ênfase à percepção do peso do instrumento.

5- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Como guardar o contrabaixo e o arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre como colocar o contrabaixo na cadeira e na parede, e também sobre como guardar o arco após o uso.

6- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Alongamentos:
Este vídeo demonstra exercícios de alongamento do corpo com e sem o contrabaixo, como forma de prevenção de lesões físicas no contrabaixista.

7- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Partes do contrabaixo e como o som acontece:
Este vídeo apresenta a nomenclatura das partes do contrabaixo e explica como o som se propaga a partir da emissão da nota.

8- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre postura com banco:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre postura no contrabaixo, com o uso do banco, dando ênfase à direção do corpo, ombros, pernas e pés.

9- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre postura com banco, com os dois pés sobre o banco ou no chão:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre postura no contrabaixo, com o uso do banco, com os dois pés nele ou no chão, dando ênfase à coluna do contrabaixista e à direção do corpo, ao equilíbrio dos ombros, e à posição das pernas e pés.

10- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre a posição do contrabaixo:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre a posição e inclinação do contrabaixo em relação ao corpo do contrabaixista.

11- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre a altura do contrabaixo:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre a altura do contrabaixo, com ênfase tanto à altura em relação à mão esquerda, quanto à mão direita.

12- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre resina:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre a resina, com ênfase na sua função, consistência, e como usá-la.

13- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre o uso do peso do corpo na mão esquerda:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre peso, força e pressão ao colocar a mão esquerda no contrabaixo.

14- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre as bolhas na mão direita:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre o que fazer para evitar bolhas ao tocar pizzicatto.

15- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Noções de dedilhados e como colocar a mão esquerda na corda:
Este vídeo apresenta os dedilhados 1-2-4, 1-3-4 e 1-2-3-4 e como apoiar a mão esquerda sobre o braço do contrabaixo, dando ênfase ao dedilhado alemão.

16- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre as primeiras notas, com dedilhado 1-2-4, sem arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre como tocar as primeiras notas da mão esquerda no contrabaixo, fazendo o pizzicato com a mão direita.

17- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Exercícios iniciais de fortalecimento dos dedos da mão esquerda:
Este vídeo apresenta alguns exercícios de fortalecimento dos dedos da mão esquerda.

18- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Mudança de corda na mesma posição, sem arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas de como tocar as notas presas da corda sol para a corda ré, numa mesma posição, sem o arco.

19 - A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre ombro esquerdo e cotovelos:
Este vídeo apresenta dicas rápidas sobre a postura do ombro esquerdo e dos cotovelos, e como posicioná-los em relação ao contrabaixo e às cordas.

20- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Alguns problemas com o braço esquerdo e com a mão esquerda:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre o ombro alto, o braço esquerdo colado ao corpo, o polegar atrasado, o polegar mal posicionado, os dedos chapados, entre outros problemas, com ênfase na identificação, nas consequências e na solução desses problemas.

21 - A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Como escolher um arco modelo francês:
Este vídeo apresenta os modelos de arco francês e alemão, e dicas sobre como escolher um arco francês: peso, equilíbrio, emissão do som, velocidade das notas e curvatura da vareta.

22- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre como apertar a crina do arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre a tensão necessária entre vareta e a crina, sobre a diferença entre um arco com crina tensa e um arco com crina frouxa, e como procurar uma tensão adequada da crina.

23-  A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Como segurar o arco (modelo francês):
Este vídeo demonstra como segurar o arco francês, destacando-se a posição dos dedos e alguns exercícios para sentir o peso do arco.

24 - A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Pegadas de arco francês:
Este vídeo apresenta as pequenas diferenças de empunhadura do arco francês entre as escolas italiana e francesa do contrabaixo.

25- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Como colocar o arco na corda:
Este vídeo demonstra como colocar o arco de contrabaixo na corda, destacando-se a importância do uso do peso do corpo na emissão do som.

26- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Movimento inicial do arco na corda:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre o movimento inicial do braço direito e da mão direita para movimentar o arco.

27- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Como manter a forma da mão direita com o arco:
Este vídeo demonstra um exercício básico para manter a forma da mão direita com o arco sem tensionamentos, com o auxílio da mão esquerda.

28- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Mudança de arco na corda solta:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre o movimento inicial do braço direito e da mão direita para movimentar o arco.

29- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Cordas soltas intercaladas:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre o movimento do arco ao fazer cordas soltas intercaladas, com ênfase no espaçamento entre as cordas, na forma da mão e no movimento do braço.

30- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Golpes de arco básicos e articulações básicas:
Este vídeo apresenta dicas sobre o detáché longo, usado em notas separadas (articuladas) e executado com pouquíssima interrupção do som, e sobre o detáché secco, também usado em notas separadas e executado com maior interrupção do som.

31 – A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Alguns pontos importantes com relação ao arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre a relação entre vareta e a crina, a perpendicularidade do arco em relação à corda, ao espelho e ao cavalete, e o movimento do braço direito e dos dedos na condução do arco.

32 – A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Alguns detalhes importantes sobre a condução do arco e a emissão do som:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre a manutenção do peso do corpo na condução do arco e a importância disso para a linearidade do som.

33- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Pequenos problemas na condução do arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre problemas com o ombro, cotovelo e pulso direitos, a serem observados na condução do arco.

34- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Divisão inicial do arco na corda solta:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre a divisão inicial do arco, com ênfase na linearidade do som.

35- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Ligadura em cordas soltas:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre o movimento inicial do braço direito e da mão direita para movimentar o arco nas ligaduras, dando ênfase à forma da mão.

36- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Sobre como juntar a mão esquerda com o arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas de como tocar as primeiras notas presas junto com o arco, com ênfase na divisão do arco.

37- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Mudança de corda numa mesma posição, com arco:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre como mudar de corda e tocar as notas numa mesma posição, com o auxílio do arco, dando ênfase ao sincronismo do movimento e à forma da mão direita.

38- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Divisão básica do arco usando o arco inteiro e parte dele:
Este vídeo apresenta dicas sobre a divisão do arco, dando ênfase às diferenças de velocidade e de espaço na execução de um mesmo desenho ritmico em corda solta.

39- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Divisão básica nas três regiões do arco:
Este vídeo apresenta dicas sobre a divisão do arco de um mesmo desenho ritmico (em corda solta) na ponta, no talão e no meio do arco, e este mesmo desenho com algumas variações de velocidade.

40- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Notas ligadas e articuladas numa mesma posição:
Este vídeo apresenta dicas sobre a execução de notas ligadas e articuladas (não ligadas) numa mesma posição (posição parada), dando ênfase à divisão do arco.

41- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Aquecimento da mão esquerda:
Este vídeo apresenta um trabalho de aquecimento gradual e em sequência dos dedos da mão esquerda.

42 – A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Mudança de posição inicial:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre como fazer a mudança de posição e sobre os movimentos básicos da mão esquerda, do braço esquerdo e dos dedos para realizá-la.

43- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Movimento do cotovelo esquerdo no espelho do contrabaixo:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre o movimento do cotovelo na mudança de posição, nas regiões grave, média e aguda do contrabaixo, e a importância da rotação do cotovelo na região média para a aguda do contrabaixo.

44- A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Movimento do arco em duas notas com ritmos dferentes e regulares:
Este vídeo apresenta algumas dicas sobre algumas formas de executar duas notas com ritmos diferentes, com ênfase nos movimentos necessários para compensar o espaçamento do arco e tornar o movimento regular.

45 - A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Papo informal sobre timbre e som:
Neste vídeo, Voila Marques conversa sobre como conseguir um som no contrabaixo que agrade ao próprio contrabaixista.

46- Voltei!!!
O Blog da Voila Marques e o canal do blog no Youtube recomeçam agora suas atividades, depois de um longo e tenebroso inverno contrabaixístico!

47 - A-B-C-Dicas de Contrabaixo – Escada, salto alto e contrabaixo
O vídeo apresenta dicas para subir escada com o contrabaixo acústico, com ou sem a companhia do salto alto.

Licença Creative Commons
A-B-C-Dicas de Contrabaixo by Voila Marques is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas License.

SOBRE AS AULAS DE CONTRABAIXO 2017, COM VOILA MARQUES

0- INFORMAÇÕES GERAIS:

Dou aulas para alunos iniciantes e de nível intermediário que tenham objetivos profissionais ou não.
Preparo para concursos (habilidade específica para cursos técnicos, cursos de graduação e para ingressos em orquestras).
Sou bacharel em contrabaixo pela UFRJ, e tenho longa experiência como professora de contrabaixo e como contrabaixista de orquestra.

1-    DURAÇÃO

58 minutos, com tolerância de 20 minutos para atrasos. Após esse prazo, a aula será considerada como aula dada.
Importante: devido à agenda truncada, espero por você até 20 minutos após o início combinado da aula, porém, não poderei estender a aula além do tempo agendado. Por conta disso, peço que sejam evitados atrasos.
Caso o atraso seja meu, combinarei com você a reposição do tempo de aula perdido.
 

2-    HORÁRIOS DISPONÍVEIS para março/ 2017 (sujeitos a modificações):

Terças

08h

19:30h

20:30h

  —–  —-

OBS: somente para pacote quinzenal; 
OBS 2: Caso haja interesse, comunique-me o seu horário de preferência, pois pode haver a possibilidade de novos horários: contato@voilamarques.com

3-    PAGAMENTO:
 
Depósito mensal adiantado, até o dia 05 de cada mês ou até o último dia útil anterior ao dia 05. Caso dia 05 caia em fim de semana/ feriado, favor depositar antes. Exemplo: o valor das aulas de setembro é depositado até o dia 05/09.

Importante: Caso o pagamento não ocorra até o dia 05, as aulas do dia 05 até o dia da confirmação do pagamento não serão dadas e deverão ser reagendadas pelo aluno.

4-    DADOS BANCÁRIOS: conta corrente no Banco do Brasil, a ser informada via e-mail (contato@voilamarques.com)

Pacotes online 2017, via Skype:

Pacotes presenciais 2017

(RJ – bairro Rio Comprido):

 

Mensal: R$ 175,00 (01 aula por semana)

Quinzenal: R$ 95,00 (02 aulas ao mês)

Aula avulsa: R$ 51,00

Mensal: R$ 305,00 (01 aula por semana)

Quinzenal: R$ 175,00 (02 aulas ao mês)

Aula avulsa: R$ 95,00

 5-    REAJUSTE ANUAL:  
 
Ocorre em janeiro e começa a valer no pagamento do mês de fevereiro (até dia 05/02).

6-    PRAZO PARA DESMARCAÇÃO DE AULA:
 
Até 24h antes do início da aula, sempre via whatsapp, celular, e-mail ou pessoalmente. Aula desmarcada com antecedência inferior a 24 horas – ou não desmarcada – será sempre considerada como aula dada.
 
7-    PRAZO PARA CONCLUSÃO DE AULA DESMARCADA:
 
A aula desmarcada – com antecedência mínima de 24 horasprecisa ser reagendada pelo aluno, e feita até 06 (seis meses) depois da data da aula desmarcada.
Após esse prazo, essa aula será considerada como aula dada.

8-    FÉRIAS:
 
Devem ser avisadas com um mês de antecedência, no mínimo.
Trabalho com até 01 mês de férias para o aluno e até 01 mês de férias para mim, opcionais, e que não precisam ser juntas. Com isso, poderá haver até 02 meses de férias ao ano.
Para férias ou interrupções (por quaisquer motivos) maiores do que um mês ao ano para você e/ou um mês ao ano para mim ou para férias não avisadas com 01 mês de antecedência, a mensalidade é paga normalmente e as aulas são reagendadas.

Importante: essas férias ou interrupções “extras” – sejam por motivo de doenças, trabalho, viagens repentinas, contrabaixo e/ ou arco avariados ou em conserto, ou por quaisquer outros motivos – além de pagas, terão reagendamento e conclusão com validade de até 06 (seis) meses da data da primeira aula com o impedimento.
Após o prazo de seis meses, a(s) aula(s) remarcada(s) ou não e/ou feita(s) ou não será(serão) considerada(s) como aula(s) dada(s).
Exemplo: cinco aulas desmarcadas – por algum dos motivos acima – a partir de 13/01/2016, deverão ser remarcadas e feitas até 13/07/2016.

9-    CANCELAMENTO TOTAL DAS AULAS:

Peço que você me avise 30 dias antes do próximo pagamento, no mínimo, para que eu possa me programar financeiramente, ou deverá ser efetuado o pagamento do mês subsequente.
Exemplo: até o dia 5 de julho, avisar sobre o cancelamento das aulas a partir de agosto. Após essa data, o pagamento de agosto deverá ser efetuado.

10- REQUISITOS “OPERACIONAIS” para as aulas online, via Skype:

Computador ou celular com internet banda larga e webcam, contrabaixo acústico, arco (modelo francês), resina (Nyman’s, Kolstein all weather ou Pop’s) e um banco com 60 a 70 cm de altura. O Skype pode ser baixado gratuitamente em www.skype.com
Importante: para as aulas presenciais, só é necessário trazer o material didático.

11-  MATERIAL DIDÁTICO:

Métodos de técnica adotados em cursos de contrabaixos de escolas e universidades de música, exercícios técnicos, músicas e trechos orquestrais, sendo que, grande parte desse material já existe em arquivo PDF. O que não houver precisará ser comprado.

INFORMAÇÕES E CONTATO: contato@voilamarques.com
Dúvidas?

Blog da Voila Marques no Youtube
Qual a sua desculpa para não assumir o contrabaixo?

Caros colegas,

Na segunda-feira, dia 31/10/2016, a contrabaixista Ana Valéria Poles (1º contrabaixo da OSESP) fará a palestra “Dicas para Testes e Audições”, um workshop e o lançamento de seu livro “Sistema de Arcadas e Golpes de Arco em Escalas e Arpejos para Contrabaixo”, no Rio de Janeiro!
Apareçam, levem seus contrabaixos e divulguem!

Horário: das 13h às 16h30min
Local: Sala Villa-Lobos – Instituto Villa-Lobos / Uni-Rio
Endereço: Av. Pasteur, 436 – fundos – Urca – Rio de Janeiro
ENTRADA FRANCA

Nada como um bate-papo sobre testes com a nossa master-musa-contrabaixista Ana Valéria Poles, chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP)!

Corram, porque é na terça-feira agora, dia 11/10/2016, às 17h!

O evento é gratuito, mas requer inscrição prévia!

Inscrições: academia@osesp.art.br

Sucesso contrabaixístico pra você, Valéria!

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